Artigos com o marcador curso
24 de Setembro | 2012
Curso de moda gratuito


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Semana de Têxtil e Moda da USP traz palestras, mesas redondas e workshops
Dica de curso de moda gratuito: em outubro, a escola de Têxtil e Moda da USP promove a sexta edição da Semana de Têxtil e Moda. A proposta do evento é abordar temas como design de moda, gestão de negócios e tecnologia têxtil (estudo de tecidos, composição de fibras, acabamentos..) e trazer, em 3 dias, palestras, workshops e mesas redondas sobre os temas discutidos no dia. O dia 9 de outubro é dedicado à criatividade, o dia 10 à sustentabilidade e o dia 11 às novidades do mercado e atualidades. Além da programação fixa, rolam exposições de trabalhos de alunos e ex-alunos do curso – desde croquis, objetos de arte, estampas até looks completos – além de concursos, stands de patrocinadores, apoiadores e empresas participantes. No site do evento dá para se inscrever nas atividades e acompanhar toda a programação. E o melhor: tudo é gratuito e aberto ao público! Se liga nos horários:
8h15 – Palestra
9h15 – Palestra
10h15 – Mesa Redonda
13h – Workshop
Semana de Têxtil e Moda – STM
USP Leste: av. Arlindo Béttio, 1000, Ermelino Matarazzo, SP
Inscrições e informações: http://each.uspnet.usp.br/stm
15 de Agosto | 2012
Dicas pra escolher um curso de DJ


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Dicas pra deixar de “atacar de DJ”
Há dois anos fui convidado para tocar pela primeira vez. Era uma festa pequena, comandada pelo DJ Bezzi e que tinha o querido Jorge Wakabara, residente da Killing the Dance no Glória, como o nome que me antecederia no line-up. Com a ajuda do Higor Dorta, repórter do Chic e um apaixonado por música, montei o line-up e fui na cara e na coragem “atacar de DJ”. Jorge me deu as instruções básicas, a festa rolou e desde então comecei muito a curtir a ideia. Ir pra balada, ter a comanda liberada e ainda ganhar uma graninha pra me divertir parecia uma ideia ótima! O relativo sucesso do blog e a amizade com alguns dos promoters e DJs me levaram a outros convites. Toquei no Astronete, no Emme, na Bubu, no Glória, no Yatch… Mas sempre fazendo o básico.
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Ir pra balada, ter a comanda liberada e ainda ganhar uma grana pra se divertir… Ser DJ parece sedutor
Sabia mudar de uma música pra outra, mas não entendia nada de mixagem e desconhecia 80% dos comandos do mixer e CD-Jotas. Pensava nos DJs profissionais que certamente deviam querer surtar ao ver uma festa comandada por um amador… As festas, aliás, estão cheias deles. Já conferiu o divertido Tumblr “Mão no botão, pose pra foto!”? Vai lá que você vai entender do que estou falando. E não é que eu esteja apontando o dedo pra niguém. Super compreendo essa lógica de que, hoje, para lotar uma casa em meio a dezenas de opções que a noite oferece, muitas vezes é necessário recorrer ao recurso das pseudo-celebridades e figuras toscas/ bizarras com 15 minutos de fama proporcionados pela internet. É o tempo em que vivemos e não adianta ficar de mimimi.
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Sabe pra que serve cada botão desse?
Fato é que por um tempo acreditei que, com a prática, conseguiria fazer a coisa direito. Tem gente que parece que nasceu com o dom, mas tenho absoluta certeza que grande parte dos DJs tiveram alguém que pacientemente ensinou o domínio dos equipamentos ou, ao menos, fizeram um curso um dia. Como pra mim não rolou a primeira opção, optei pelo segundo caminho. Esta semana termino meu curso de DJ e resolvi escrever este post pra dividir com vocês minha experiência e dar algumas dicas pra quem quer entrar nessa carreira ou, assim como eu, quer definitivamente acabar com essa história de “atacar de DJ” e fazer a coisa de verdade.
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After party da Cavalera, durante o SPFW, ao lado do Caio Braz
Pesquisei bastante, perguntei aos amigos e cheguei à duas escolas: DJ Ban e Senac. A primeira é muito bem cotada entre os profissionais, reconhecida, famosa. A segunda, dispensa referências: é super séria, conta com uma bela estrutura e tem os cursos mais bacanas e antenados com o mercado atual. Empate. Fui, então, pelo preço. Na DJ Ban, um curso de 18 horas (+ 12 horas de estúdio pra treino sozinho) sai por R$ 1199. No Senac, um curso de 32 horas sai por R$ 856. Por motivos óbvios – mais horas de aula e preço menor – fiquei com o Senac, portanto. Se valeu à pena? Sim e não. Numa sala com 12 alunos e apenas um equipamento, você efetivamente toca pouco. Tem que rolar um revezamento pra que todos tenham sua vez. Por outro lado, você tem tempo de sobra pra tirar – uma, duas, mil vezes – as dúvidas sobre o funcionamento de cada botãozinho do equipamento. Sem falar no tempo dedicado à teoria musical: o que é um compasso, como treinar seu ouvido pra saber quando soltar e mixar a próxima música…
Henrique Padilha
Tocando na festa dos cancerianos, no Squat Bar
O que, afinal, descobri: se você está interessado em fazer um curso de DJ, se informe sobre o número de alunos na sala. O tempo do curso pode ser menor, mas se a sala for reduzida, você vai treinar muito mais. Depois, não se preocupe em fazer um mega curso… Eu diria que em duas ou três aulas bem praticadas, você já vai estar dominando tudo. Depois, é treinar, treinar e treinar. E pra isso, você não necessariamente precisa ter os equipamentos (um investimento inicial de uns R$ 1500). Você pode alugar um estúdio na DJ Ban mesmo por R$ 50 a hora (duas horas saem por R$ 80). Lá, você também pode gravar um set e, com ele, correr atrás das primeiras festas. E por falar em festa, amanhã eu toco ao lado do querido Felipe Ávila na estreia da Trio, no Lab Club, aqui em São Paulo. A festa é um projeto do Caio Braz (GNT Fashion) e do Mateus Carrilho (Banda Uó), só com brasilidades… Vai ser bem divertido! Todos estão super convidados a ir ver se o curso realmente fez efeito sobre meu desempenho como DJ.
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Pega no compasso e se joga coma gente!
Em tempo: pra entrar de cabeça nessa cultura DJ, recomendo o livro “Todo DJ Já Sambou”, da Claudia Assef. Um dos livros mais importantes sobre a cultura DJ no Brasil, ele passou um ano esgotado e agora volta às livrarias em edição ampliada, incluindo um prefácio exclusivo de Bill Brewster (co-autor do clássico Last Night a DJ Saved my Life). A obra conta a história da profissão desde quando ela surgiu no país até os dias atuais e trata da noite, cultura clubber e música pra dançar, seja ela samba-rock, disco music ou tecno. E se você tá se perguntando porque esse nome, esclareço que não tem nada a ver com Carnaval. “Sambar” é a gíria usada no meio pra dizer que o DJ errou na mixagem, entrou mal com uma música e fez o som ficar bizarro. Já aconteceu comigo, mas espero que não se repita nunca mais.
21 de Junho | 2012
Workshop
Mídias Sociais e Digitais na Moda


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Moda e mídias sociais tem tudo a ver
Faz um tempo que venho falando lá na página do Descolex no Facebook que vai rolar um super workshop de “Mídias Sociais e Digitais na Moda” que eu vou ministrar pelo IBModa nos próximos meses, em quarto cidades:
- Balneário Camboriú no dia 30 de junho
- Maringá no dia 14 de julho
- Porto Alegre no dia 04 de agosto
- São Paulo no dia 25 de agosto
Mas várias pessoas vieram perguntar o que vai rolar no curso. Por isso, resolvi fazer esse post pra explicar direitinho. Vamos lá: o workshop tem um dia de duração, sempre aos sábados, das 9h às 19h. Ao longo desse dia, vou tratar basicamente de três temas:
- O impacto da internet no consumo, crítica, fotografia e desfile de moda
- Comunicação de moda integrada utilizando as mídias digitais
- Como falar e pesquisar moda na web e a utilização das redes sociais
Estes temas serão abordados por meio de aula expositiva, exibição de vídeos, leitura de textos e artigos, exercícios práticos, dinâmicas de grupo e apresentação de case, nacionais e internacionais, que mostram como marcas e pessoas vêm utilizando a internet para divulgar produtos, ideias, conceitos ou apenas para fazerem marketing pessoal ou ampliarem suas redes de relacionamentos.
Seja você um profissional inserido dentro de uma indústria, confecção ou grife, seja um estudante de comunicação ou apenas um interessado no mercado de moda, a proposta é que você aprenda a utilizar com máxima eficiência os principais recursos que a internet oferece para comunicar moda. Ao final do workshop, você sairá de lá sabendo como se relacionar de forma eficiente com consumidores de moda por meio da internet e com habilidades para pesquisar e divulgar o tema por meio redes sociais (facebook, blog, orkut, twitter, pinterest, tumblr, etc…) e sites.
Ficou interessando? Quer saber preços, fazer inscrição e tirar quaisquer dúvidas com o pessoal do IBModa? Então, é só acessar o site. Lá tem todas as informações desse curso e de outros três workshops muito bacanas que a escola está oferecendo dentro do Programa de Atualização em Moda deles. Pra quem curte esse universo e quer se estabelecer de vez no mercado, essa é uma baita oportunidade. Vai lá!








