7 nov

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Pano de prato precisa ser cafona?

Me mudei pra um apê novo faz quase um ano. E tô nessa de decorar, sabe? Aos pouquinhos… E aí, vamos combinar, que a casa inteira ficou mais descolada, criativa, do quarto à cozinha. Hoje tudo tem conceito, tem design, do pote de comida do seu cachorro à sua escova de dente. A única coisa que nunca mudou foi aquele pedaço de pano ao lado da pia, com uma fruta ou uma galinha d’angola na estampa. Ele podia ser do tempo da sua avó e ser retrô, tá na moda. Mas não. Ele é cafona mesmo, não tem remédio. Pelo menos não tinha!

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Criação da Fashioneira

Recebi no meu e-mail um release sobre a Fashioneira (saca o trocadilho!). Fruto da imaginação de cinco publicitários – Hugo Aranha (Africa), Cleber Paradela (Tudo), Luise Costa Lima (Ogilvy), Gustavo Castro (Eugênio) e Tricia Meyer (Eugênio) – a marca luta por uma das causas mais nobres:#adeuspanocafona. Pra eles, a cozinha também é vitrine e o pano de prato na verdade tem talento para outdoor. Por isso, criaram uma estampas superdivertidas (eu amo a da Augusta) pros paninhos vendidos a R$ 25 exclusivamente pelo Facebook. Gostou? Eles entregam em todo Brasil.

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Custa R$ 25 e vende pelo Facebook




4 nov

O que acontece quando dois engenheiros encontram dois estilistas? Roupas para brilhar! Literalmente. Fundada em 2010 por Brigitte Franken e Christian Bruns, a grife Moon Berlin usa uma tecnologia baseada em LEDs desenvolvida pelos engenheiros Christian Dills e Manuel Seckel pra trazer luz a looks comerciais, prontos pra usar sem a necessidade de um manual de instruções. Pera aí, que eu explico.

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Vestido iluminado de Katy Perry no baile de gala do MET

Roupas que emitem luz não são novidade na indústria do entretenimento. Katy Perry usou um vestido do tipo pra um baile de gala do MET, Rihanna cantou e dançou com luzes e lasers presos na roupa durante a turnê dela pela Europa em 2010 e os Black Eyed Peas fizeram uma mega apresentação durante o Super Bowl com dançarinos usando roupas que lembram muito os figurinos do filme Tron.

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Dançarinos do Black Eyed Peas com visual “Tron”

“Mas esses são protótipos que funcionam uma vez, para um show ou um evento, e por apenas umas hora”, explica o engenheiro Christian Dills em uma interessante reportagem que li sobre o assunto no jornal “International Herald Tribune”. Com a primeira coleção da Moon Berlin a parada é diferente: “é a primeira coleção de prêt-à-porter para consumidores comuns”. As roupas da marca utilizam pequenos LEDs que são presos a circuitos elétricos impressos em tecidos de forma que fiquem totalmente maleáveis.

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Vestido da Moon Berlin: luzes discretas

Esses circuitos são tão finos e leves que podem ser fixados em cetim, chiffon e até seda! Pra serem acessos, os LEDs usam uma bateria to tamanho de um cartão de crédito com 3 milimetros de espessura que é costurada dentro de um bolso interno da roupa e tem autonomia de 8 a 10 horas. Algumas peças ainda têm sensores que detectam movimento e determinam se é necessário aumentar a intensidade da luz emitida, de acordo com a iluminação do ambiente. Coisa de filme de ficção científica. Ah, e as roupas são 100% laváveis!

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As luzes são bem mais discretas do que as usadas pelas celebs

A coleção inicial com 23 peças está à venda no site da marca e variam de mil a 2.750 euros. E como diz a matéria do jornal, “a diferença entre essas roupas e as usadas pelas celebridades recentemente é que elas não parecem árvores de natal”. Quero uma!




31 out

Matérias sobre o Minas Trend Preview pré-inverno 2012 dá pra encontrar em vários sites e blogs que cobriram o evento. Por isso, neste post, pensei em fazer uma coisa mais pessoal e contar como foram os dias aqui em Belo Horizonte – a primeira vez na vida que estive na cidade! Posso afirmar com certeza, que de todas as cidades que conheci no Brasil, esta ocupa a terceira posição no ranking do meu coração (que cafona!). Mas é sério, gente. Depois de SP e Rio, BH me encantou por três motivos:

1. A comida ma-ra-vi-lho-sa

Glauco Sabino
Bar-restô-livraria imperdível!

Nesse quesito, se você vir à BH, recomendo conhecer o “Café com Letras” e o “Redentor”. O primeiro é um misto de bar-restaurante-livraria super charmoso. No dia que eu fui, ficamos com mesas na calçada, enquanto rolava um sonzinho de um DJ. Prove o pão de queijo com queijo cambert e geléia de Damasco. Sensacional! Já o “Redentor” lembra muito o “Belmonte” do Rio – tem até a calçada igual à de Ipanema, com suas ondas. E, numa terra onde a cachaça é o carro chefe, a carta de chopes deles surpreende. Pra comer, duas sugestões: “Jabá Porta Bandeira” (jornalista adora um jabá, né?), que é uma carne-seca desfiada acebolada e puxada na farinha; e o bolinho de picanha recheado com queijo coalho. My god! A perfeição existe.

2. Gente linda

Uma pessoa querida que tirou pra gente
Eu e o Caio Braz na abertura do Minas Trend. SP e Recife representando!

Seja você gay ou hétero, homem ou mulher, vai se dar bem em BH. Ô povo bonito, sô! Fiquei passado… Eu fui em duas baladinhas numa quarta-feira, único dia que tinha disponível. A dDuck é micro: sobe uma escada, tem uma pista com um bar, uma área de fumante e that’s it. O povo é mais arrumadinho, o som é mega eclético e bem gay; pouquíssima mulher. Depois fui pra Velvet, onde tava rolando um Halloween. E esse tipo de festa é sempre exótica, né? A balada é meio podrinha, maior que a dDuck e bem mais cheia. O som também é a mesma coisa, mas ainda rola uns funks. Tem muito teenager, mas dá pra garimpar uns tatuados sujos bacanas… hahaha. Ainda me falaram da Obra e da Josefine. Diz que são o máximo, mas não deu tempo de conhecer.

3. Povo simpático

Glauco Sabino
Mercado Central de BH

Não sei se era eu que tava nesse clima “turistando”, mas achei o povo aqui tão simpático. Adoram uma prosa! São solícitos, educados e têm um sotaque que é muito delícia. No Mercado Central, onde você compra “diuntudo”, você vai passando por aqueles queijos maravilhosos e vai provando, conversando com os vendedores. Não tem cara feia, sabe?

Glauco Sabino
Diuntudo: de farinha-de-qualquer-coisa a flores

Os taxis também foram surpreendentes. Além de muito mais baratos que os de SP, não fiquei nenhuma vezinha sequer com aquela sensação que tava sendo enganado, saca? Acontece muito quando viajo e não conheço o lugar.

4. Por fim e não menos importante, as modas

Glauco Sabino
A entrada do MTP, no Expominas

O Minas Trend é um evento enorme, muito organizado (tem lá seus problemas, mas nada que fuja do normal). Eu vim para cobrir com o GNT Fashion uma única apresentação, a da Mary Design – no lugar de um desfile tradicional, ela armou uma performance no bonito Museu de Artes e Ofícios. Mary faz bijuterias sustentáveis muito especiais, todas manufaturadas por comunidades carentes de uma cidade próxima, chamada Caeté.

Glauco Sabino
Alguns looks da coleção da Mary Design

Aliás, manufatura é a palavra pra definir a moda mineira. Eles têm esse apreço e talento pelo artesanal, pelo bordado, pelo tricô… Tudo muito bonito. Destaque também pra Apartamento 03, de Luiz Claudio, que mostra que é possível unir a tradição artesã com uma moda contemporânea e pro bordado precioso de etiquetas como Barbara Bela e Patrícia Bonaldi.

Uma coisa que eu achei supercuriosa é que a primeira fila do MTP tem “lugares eternos”: eu era A21 e em todos os desfiles seria sempre no mesmíssimo lugar. Bom isso, né? Mas só funciona lá. Também dei um role pela famosa Savassi. Eu achava que era tipo uma rua Oscar Freire, mas é um bairro onde as lojas e os points estão todos espalhados. Queria muito ter ido na loja do Ronaldo Fraga, mas não deu. Em compensação, conheci duas lojas bem simpáticas:

Glauco Sabino
O Caio, que me levou pelo tour pela Savassi, fez as vezes de modelo também!

Glauco Sabino
Olha o macacão de bebê que fofo!

A Chari tem camisetas com estampas muito bacanas, meio pop. Tem umas roupas de bêbe fofas e uns colares de MDF bem divertidos.

Glauco Sabino
A papelaria Patrícia de Deus

Já a papelaria Patrícia de Deus tem agendas, calendários e toda uma lista de coisinhas de escritórios muito fofas e lindas. As vendedoras são uns amores e dão toda a atenção que a gente gosta!

Todos os lugares que eu citei no post, estão linkados pros sites pra você poder pegar os endereços. Se você não conhece BH, tem que ir! Dá próxima, quero ir pra ficar unas 10 dias e ver se eu tenho mais sorte e conheço a famosa Inhotim, que tive que deixar pra traz por conta de um chuvão que deu bem no único dia que eu tinha pra fazer esse passeio.




28 out

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Infos no Facebook!

Olha o vídeo que bacana:

Killing the dance – Club Revolution – 28.10.11 from Léo Fagherazzi on Vimeo.




26 out

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Você paga R$ 150 numa camiseta manchada de café pelo Alexander Wang?

Diz aí: pra acabar com seu dia, basta derrubar café naquele seu look incrível. Meu humor pelo menos vai pras cucuias! Mas se essa mancha fosse feita pelo Alexander Wang? Pois é, pra comemorar seus 40 anos, a rede Starbucks convidou o estilista pra criar camisetas que parecem manchadas de café. Ele disse que a inspiração veio desse tipo de situação mesmo, das pessoas que ficam sempre tentando não derrubar a bebida na roupa. Obviamente, as manchas não são verdadeiras. Mas, pelos R$ 150 que a rede está cobrando em suas lojas pela peça, manda um e-mail pra mim que eu mancho a sua com o melhor café brasileiro… E prometo cobrar só 10lão, tá? Pra comprar o pó…




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