Eu prometi, algumas pessoas escreveram cobrando e eu pago a divida agora. Como vocês sabem, vivi um drama fashion pré-Moda Brasil. Conversei com diversos amigos e todos foram unânimes: terno é um investimento. Apesar da grana ser alta na hora de pagar, é o tipo de roupa que você sempre vai ter e sempre vai precisar. Como vida de jornalista em começo de carreira não é nada mole, tive que pedir um “paitrocínio”. Dei o xavequinho de que para ele seria um orgulho ver o filho dele de terno, todo “hominho, que um terno dado pelo pai é carregado de simbologia… Enfim, toda aquela psicologia de botequim que super deu certo: recebi um ok de R$ 600. Minha missão, portanto, era achar um look que coubesse dentro desse orçamento. Na VR da Oscar Freire encontrei o costume (em tempo: terno é quando tem colete. Sem colete, é costume, ok?) que tinha o melhor custo-beneficio. Por R$ 650, levei o traje mais uma camisa azul clarinha super bacana.
Pena que não aparece o tênis! Não tem uma foto de look inteiro, humpf. (foto: Mariana Maltoni/ Blog LP)
O pulo do gato foi comprar a linha infantil, que mesmo assim precisou de muuuitos ajustes. Tiveram que diminuir e apertar tudo. Não ficou um Dior, mas ficou bem bom. Daí, faltava cinto, sapato e gravata. Gente, sapato legal tá pela hora da morte! Quem me salvou foi o Dadi Rodrigues, o queridíssimo produtor deste blog, que me emprestou um tênis Lacoste dele. Ficou ótimo! Era tudo o que eu precisava pra dar uma quebrada na seriedade da coisa e deixar o visual mais a minha cara. Pra completar, usei um chapéu e um colete de alfaiataria que eu já tinha. O Rick Salgado, outro produtor amigo-mega-fofo, me emprestou uma gravata preta fininha e, no final, o resultado era um look “wanna be Justin”. Adorei! E saí do evento com o maior sentimento de dó dos bancários: terno é um inferno de quente. Sou mais meu jeans, camiseta e tênis.
Gente, a minha foto com o look ta aí. Diz nos comments o que vocês acharam, vai?


