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4 nov

O que acontece quando dois engenheiros encontram dois estilistas? Roupas para brilhar! Literalmente. Fundada em 2010 por Brigitte Franken e Christian Bruns, a grife Moon Berlin usa uma tecnologia baseada em LEDs desenvolvida pelos engenheiros Christian Dills e Manuel Seckel pra trazer luz a looks comerciais, prontos pra usar sem a necessidade de um manual de instruções. Pera aí, que eu explico.

Reprodução
Vestido iluminado de Katy Perry no baile de gala do MET

Roupas que emitem luz não são novidade na indústria do entretenimento. Katy Perry usou um vestido do tipo pra um baile de gala do MET, Rihanna cantou e dançou com luzes e lasers presos na roupa durante a turnê dela pela Europa em 2010 e os Black Eyed Peas fizeram uma mega apresentação durante o Super Bowl com dançarinos usando roupas que lembram muito os figurinos do filme Tron.

Reprodução
Dançarinos do Black Eyed Peas com visual “Tron”

“Mas esses são protótipos que funcionam uma vez, para um show ou um evento, e por apenas umas hora”, explica o engenheiro Christian Dills em uma interessante reportagem que li sobre o assunto no jornal “International Herald Tribune”. Com a primeira coleção da Moon Berlin a parada é diferente: “é a primeira coleção de prêt-à-porter para consumidores comuns”. As roupas da marca utilizam pequenos LEDs que são presos a circuitos elétricos impressos em tecidos de forma que fiquem totalmente maleáveis.

Divulgação
Vestido da Moon Berlin: luzes discretas

Esses circuitos são tão finos e leves que podem ser fixados em cetim, chiffon e até seda! Pra serem acessos, os LEDs usam uma bateria to tamanho de um cartão de crédito com 3 milimetros de espessura que é costurada dentro de um bolso interno da roupa e tem autonomia de 8 a 10 horas. Algumas peças ainda têm sensores que detectam movimento e determinam se é necessário aumentar a intensidade da luz emitida, de acordo com a iluminação do ambiente. Coisa de filme de ficção científica. Ah, e as roupas são 100% laváveis!

Divulgação
As luzes são bem mais discretas do que as usadas pelas celebs

A coleção inicial com 23 peças está à venda no site da marca e variam de mil a 2.750 euros. E como diz a matéria do jornal, “a diferença entre essas roupas e as usadas pelas celebridades recentemente é que elas não parecem árvores de natal”. Quero uma!

14 mai

Linda a iniciativa desse grupo de pessoas criativas – Free Art and Technology (FAT), OpenFrameworks, Graffiti Research Lab e The Ebeling Group – de criar um sistema de baixo custo e “open source” (qualquer pessoa pode mexer no seu sistema) para ajudar pessoas com paralisia dos membros. Eles se juntaram com um grafiteiro chamado Tony Quan (aka TEMPTONE) que foi diagnosticado com um tipo de esclerose em 2003 e hoje não movimenta nada, a não ser seu olho. O sistema faz um “tracking” do movimento dos olhos, permitindo que ele escreva e desenhe!

O objetivo do grupo é criar uma rede de desenvolvedores, hardware hackers, artistas que trabalham com projeção urbana e pacientes com esclerose de todo o mundo para usarem materiais locais e pesquisa “open source” para desenvolverem o que eles chamam de “eye art”. Pra entender (e se emocionar), é mais fácil assistir ao vídeo:

 

The Eyewriter from Evan Roth on Vimeo.

Quem ficou interessado, quer saber mais ou até colaborar, vale entrar no site do projeto Eye Writer.

30 mar

QR Codes

TOPICOS: tecnologia
Sabe o que é esse treco aí em cima??? É o QR Code do descolex! Tá entendendo nada, né? Eu explico: trata-se de um novo tipo de código de barras desenvolvido pelos japoneses. Ele armazena muito mais informação que o modelo tradicional, incluindo caracteres numéricos e textuais. Ou seja, nesse monte de pontinhos dá para armazenar letras de músicas, recados, textos e o que mais você quiser. Agora, você deve estar se perguntando: mas como eu vou “traduzir esse código”? Afinal, eu não costumo carregar um daqueles leitores de supermercado na bolsa sempre… Rs. Aí que você se engana.

Hoje, a maior parte dos celulares japoneses vem equipada com um leitor que “transcodifica” essa informação e a exibe na tela. Como o leitor é digital, é possível ler códigos do papel, da tela do computador e até da televisão:


Por isso, tem japonês imprimindo os códigos do currículo profissional nos cartões de visita. Através do scan é possível ler as informações da pessoa e adicionar o contato no celular sem ter que digitar nada:

E as aplicações não param por aí. Tem restaurante fornecendo informações nutricionais…


Têm empresas colocando QRs nos rótulos, nos cartazes, nas camisetas, nos comerciais de tv…


E tem até gente tatuando seus QRs na própria pele!

Comercialmente falando, isso é uma puta sacada. Imagine: você está passeando tranquilamente pela rua quando vê um anúncio de bolsas incríveis com um preço super bacana. Você scaneia o QR do produto com o celular, acessa as informações principais e efetua a compra ali na hora. Esse vídeo explica melhor:

E como esse japoneses não dormem no ponto, já foi anunciado a criação de QR multimídia em 3D, que pode armazenar até 1,8 MB de informação em vídeo/áudio, sem a necessidade de conexão com um servidor! Ou seja, escaneou, apareceu na tela do seu celular.

Curtiu? Então, crie seu QR aqui.

Via Cafeína

26 fev
Apurando uma matéria para a Folha de S.Paulo, encontrei esse vídeo no YouTube:

Alguém já tinha visto isso antes?