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31 mar

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“Troquei uma calcinha por esse casaco. To loka de felicidade!”

Em tempos de crise, nem bazar salva. Afinal, quem não saiu de uma liquidação essa temporada com a certeza de que gastou mais do que o bom senso nos permitiria? É por isso que acho essa história de “clothing swap” tão interessante. Além de você não gastar um centavo sequer, renova seu guarda-roupa e contribui pra salvar o planeta. Não entendeu? Eu explico. Não se sabe se a história surgiu primeiro nos EUA ou na Inglaterra, mas o que se sabe é que, há uns dois anos, jovens – duros por definição – começaram a juntar os amigos pra simplesmente trocar de roupa: pegavam tudo que estava encalhado na gaveta, levavam pra casa de alguém e trocavam essas peças por outras roupas que os amigos não queriam mais. Simples assim, fácil assim. Uma vantagem desses bazares de troca é que se sabe de quem era a roupa e exatamente por quanto tempo ela foi usada.

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Flyer do Swap-o-Rama

Ótimo pra aquelas pessoas que não gostam de usar peças de segunda mão, de um brechó. Afinal, com amigo a história é diferente, né? Outra vantagem: trocar roupas faz com que você consuma menos, preservando assim o meio ambiente. E a coisa já tá fazendo tanto sucesso, que já existem empresas especializadas em organizar festas e bazares de clothing swap. Entre os eventos mais conhecidos, está o Swap-o-Rama, que já percorreu cidades dos EUA, Canadá e Israel, e promove também oficinas de customização e workshops de costura. Que tal fazer um desses aí com sua galera?

27 jul
Gente, uma pequena pausa pra vender o peixe de uma querida amiga: Carolina Derivi, jornalista das boas, acaba de estrear um blog sobre meio ambiente no portal Planeta Sustentável, da Editora Abril. A moça já foi ativista pelo cerrado na Chapada dos Veadeiros (GO) e também repórter do site Amazonia.org.br. Só pra ter o gostinho do que vem por aí no Eco Balaio, o primeiro post vem diretamente de Porto Velho (RO), onde investiga o represamento do Rio Madeira para um livro-reportagem. Seja bem-vinda à blogolândia, Carol!

16 jun

Bem na entrada principal da Bienal foi montada, pela Tetra Pak, uma “Praça da Sustentabilidade”. O espaço tem todo o piso revestido de placas fabricadas a partir da reciclagem de embalagens longa vida. Ali, os visitantes podem tirar mensagens sobre o tema num realejo, descansar no banco feito de fibras de vassoura, e beber alguma coisinha do carrinho de sorveteiro ali parado. De quebra, ainda levam para casa bolsas criadas a partir de quatro embalagens de leite abertas. Elas foram costuradas, ganharam alças feitas do mesmo material e uns prints de bolinhas. Segundo a assessoria da empresa, a intenção é que o brinde seja usado nas compras do dia-a-dia em substituição às sacolas descartáveis. A idéia é bacana, mas de tão pequena e dura, mal dá pra colocar uma revista ali dentro.

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