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9 fev

DivulgaçãoBag-For-Life-Ecologica-Bolsa
Modelo “L’Amour Toujours”

Gostei da coleção de bolsas ecológicas da marca gaúcha Bag For Life. A linha, chamada de MasterPiece, foi criada em parceria com o ilustrador Ricardo Trombini Pires (Pirecco), que pintou cada uma à mão. Pra quem não conhece, Pirecco mora em Vancouver e tem em seu trabalho referências e inspirações do street, da pop e do toy art. As bolsas são desenvolvidas com lona de caminhão reciclada, tem modelagem mais estruturada, duas alças diferentes, kit interno com bloquinho de anotações de papel recliclado e o que eles chamam de “Save Bag”, uma sacola de compras dobrável. A grife surgiu em 2007 com a proposta de ser uma marca de bolsas ecologicamente correta. A sustentabilidade vem desde a pesquisa de matérias sustentáveis, até a contratação de ateliers e cooperativas de artesãos de comunidades carentes para a produção de seus produtos. Vale conferir!

21 out

Ontem eu falei que tava cheio de coisas pra falar e que por isso, ia dar dois posts em hoje. Hoje é o segundo:

Divulgação
Evoke-N-4-oculos
Adorei. Será que é caro?

Fiquei sabendo que a Evoke tem um projeto bem interessante na Itália para produzir óculos sustentáveis, o “Conscious Design”. Eles são desenhados e desenvolvidos com uma matéria-prima biodegradável, vinda de fonte 100% natural e renovável: o BioPlastic. São dois modelos, o EVK nº 4 e o Super Seed. O material utilizado na fabricação deles não usa tinturas, tem textura fosca e é extremamente leve. Já as embalagens trazem o selo FSC (Forest Stewardship Council), que, segundo uma amiga jornalista ambiental me explicou, é uma das certificações mais bacanas e respeitadas nessa área. Quer mais? Os estojos vêm em tecido de pet reciclado forrados de algodão natural. Gostei da iniciativa, que já é vendida aqui no Brasil.

Livro sobre grafite

Divulgação
Estetica-marginal-livro
“Estética Marginal” mostra o grafite como expressão de arte

Rolou na última Pixel Show 2009 o lançamento do livro “Estética Marginal”, 2º título publicado pela Editora Zupi e o 1º de uma série de 5 volumes de autoria de Victor Moriyama e Felipe Lopez. Com intenção de mostrar o grafite como expressão de arte, a obra reúne textos críticos sobre o movimento dos grafiteiros e conta a trajetória de dez artistas do gênero: Akeni, Boleta, Chivitz, Highraff, Prozak, Nove, Nunca, Paulo Ito, Titi Freak e Zézão. O projeto é resultado de dois anos de documentação, pesquisas, entrevistas e exploração do espaço urbano da cidade de São Paulo realizadas pelos autores. Já o prefácio foi escrito pelo fundador da marca Ecko Unltd., o artista Marc Ecko, que começou sua carreira como grafiteiro na década de 80. O livro tem 160 paginas, com capa dura. Na loja virtual da Zupi, ele custa R$ 50, sem o frete. Fica a dica pra quem curte o assunto.

15 out

Reproduçãofeira-de-troca-roupas
“Troquei uma calcinha por esse casaco. To loka de felicidade!”

Lembra que eu falei do Swap-o-Rama, aqueles encontros pras pessoas trocarem as roupas que não usam mais por outras que podem não estar servindo a outra pessoa? Nesse mesmo post eu sugeri que alguém aqui no Brasil trouxesse a ideia pro país. E não é que rolou? A Helena Soares, de Porto Alegre, criou oBrechó de Troca, um evento mensal, que promove trocas de peças de vestuário e acessórios. Cada participante leva de 5 a 10 peças de roupas ou acessório e participa de um grupo onde poderá desvincilhar-se de suas peças inutilizadas adquirindo outras com a possibilidade de saber a procedência e estado real de conservação (valem peças novas, usadas e usadíssimas). Pra participar, basta chegar, pagar R$ 8 de entrada e se jogar. Boa iniciativa!

Brechó de Troca
Sábado, 17/10, 15h (1º grupo), 16h30 (2º grupo) e 18h (3º grupo)
Pó de Estrela: r. Alberto Torres, 228, Cidade Baixa, Porto Alegre
Informações: (51) 9336-6844 ou hellsoares@gmail.com
Ingresso: R$8

31 mar

Reprodução
“Troquei uma calcinha por esse casaco. To loka de felicidade!”

Em tempos de crise, nem bazar salva. Afinal, quem não saiu de uma liquidação essa temporada com a certeza de que gastou mais do que o bom senso nos permitiria? É por isso que acho essa história de “clothing swap” tão interessante. Além de você não gastar um centavo sequer, renova seu guarda-roupa e contribui pra salvar o planeta. Não entendeu? Eu explico. Não se sabe se a história surgiu primeiro nos EUA ou na Inglaterra, mas o que se sabe é que, há uns dois anos, jovens – duros por definição – começaram a juntar os amigos pra simplesmente trocar de roupa: pegavam tudo que estava encalhado na gaveta, levavam pra casa de alguém e trocavam essas peças por outras roupas que os amigos não queriam mais. Simples assim, fácil assim. Uma vantagem desses bazares de troca é que se sabe de quem era a roupa e exatamente por quanto tempo ela foi usada.

Reprodução

Flyer do Swap-o-Rama

Ótimo pra aquelas pessoas que não gostam de usar peças de segunda mão, de um brechó. Afinal, com amigo a história é diferente, né? Outra vantagem: trocar roupas faz com que você consuma menos, preservando assim o meio ambiente. E a coisa já tá fazendo tanto sucesso, que já existem empresas especializadas em organizar festas e bazares de clothing swap. Entre os eventos mais conhecidos, está o Swap-o-Rama, que já percorreu cidades dos EUA, Canadá e Israel, e promove também oficinas de customização e workshops de costura. Que tal fazer um desses aí com sua galera?

27 jul
Gente, uma pequena pausa pra vender o peixe de uma querida amiga: Carolina Derivi, jornalista das boas, acaba de estrear um blog sobre meio ambiente no portal Planeta Sustentável, da Editora Abril. A moça já foi ativista pelo cerrado na Chapada dos Veadeiros (GO) e também repórter do site Amazonia.org.br. Só pra ter o gostinho do que vem por aí no Eco Balaio, o primeiro post vem diretamente de Porto Velho (RO), onde investiga o represamento do Rio Madeira para um livro-reportagem. Seja bem-vinda à blogolândia, Carol!

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