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30 mar

Programação das boas e, o melhor, gratuita: a partir de amanhã, 31 de março, a Matilha Cultural, em São Paulo, inicia uma série de eventos relacionados à arte urbana e o graffiti. Estão programados bate-papos com curadores, artistas e galeristas, além da exibição do documentário “Exit Through the Gift Shop” dirigido pelo polêmico artista britânico, Bansky, indicado ao Oscar 2011 de Melhor Documentário, que terá três exibições. O primeiro bate-papo acontece na quinta-feira, 31 de março, a partir das 19h30 e conta com a presença do fotógrafo francês Éric Marechal, criador do “Street Art Sem Fronteiras“, projeto que reúne diversos lambe-lambes de artistas de rua de todo mundo, um sobreposto ao outro.

Reprodução

Obra de Djalouz, da França, na mostra “Street Art Sem Fronteiras, em São Paulo

Nesse dia também participam do debate, Lucas Ribeiro, o “Pexão”, curador da “Transfer”, representativa mostra de arte urbana e contemporânea, que reuniu mais de 300 obras nacionais e internacionais no ano passado em São Paulo, além dos artistas da “Elemento Vazado – Estencil Arte na Matilha”, exposição que fica em cartaz na galeria até 16 de abril. No dia 07 de abril, é a vez de Baixo Ribeiro, curador e sócio da Galeria Choque Cultural, participar do bate-papo.

O filme “Exit Through the Gift Shop” é o primeiro trabalho cinematográfico do britânico Banksy, conhecido pelas suas intervenções polêmicas, principalmente na Inglaterra. Conta a trajetória do francês Thierry Guetta em Los Angeles, enquanto ele tenta fazer um filme sobre artistas urbanos pelo mundo e depois acaba virando artista principal da história. Além de ter sido indicado ao Oscar de 2011, o documentário participou da seleção oficial de Sundence e Berlinare em 2010. Serão três únicas exibições na sala de cinema da Matilha Cultural: dia 8/04 às 21h e nos dias 9 e 10 de abril, às19h.

Cinema na Matilha
Exibições “Exit Through the Gift Shop”
Dias: 08/04 às 21h, 09/04 e 10/04 às 19h
Ingressos disponíveis 30 minutos antes de cada sessão
Entrada colaborativa

r. Rego Freitas, 542, Centro, São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636
Entrada livre para cães

Bate-papo na Matilha
Dia 31/03 às 19h30
Participantes: Eric Marechal e Lucas Ribeiro “Pexão” artistas da Elemento Vazado a confirmar
Dia 07/04 às 22h
Participantes: Baixo Ribeiro e convidados a confirmar
Grátis

30 jan

Na internet você encontra coisas bem bacanas pra dar um charme a mais em tudo: desde paredes, passando por gadgets, até eletrodomésticos. Já reparou? Por isso, fiz um seleçãozinha das últimas coisas que andei encontrando. São bem legais!

Adesivos da Maria Filó customizam geladeiras

A grife carioca Maria Filó tem uns adesivos super divertidos para customizar e deixar qualquer geladeira mais cool. Nas versões formiga e vaca, eles podem ser utilizados em qualquer superfície lisa… Fofo! O preço? R$ 55 o de formiga e R$79 o de vaca.


Adesivos de parede pra qualquer canto da casa

Nessa onda de adesivos pra geladeira, outro site imperdível é o Adesivos de Parede. Como o nome sugere, eles vendem um adesivos gigantes pra decorar qualquer ambiente. Eu tô pensando até em por algo como esse da árvore no meu quarto! Outro motivo para visitar: eles também têm uns stickers menores para torradeiras, microondas e até ar-condicionado. Um charme que só!


Capas da <Geek>

Porque capas de computador têm que ser pretas e chatas? A <Geek> tem proteções bacanas em tecido, com estampas que variam da risca-de-giz à pelúcia. O legal deles é que da pra manter a capa mesmo com o laptop ligado (isso sem obstruir as portas laterais do aparelho e sem tampar o cooler!). Os preços variam de R$ 69,90 até R$ 84,90.


Capas da Nimin

Agora, se você gosta de opções bem coloridas, dá uma passada na Nimin. Por lá, novas coleções são lançadas a cada quatro meses. A coleção atual conta com tecidos de PVC lisos e estampados em diversas cores. Destaque para os tecidos importados com motivos florais e cores fortes. Os valores são R$ 60,00 para as confeccionadas com tecido nacional e R$ 69,00 tecido importado.

17 nov

Olha que legal essa matéria do Metrópolis, na TV Cultura, sobre sticker art:

Via The Hype BR

2 out

Gente, tá rolando um monte de coisas nos próximos dias:


Ashley Tisdale, Britney Spears, Madonna e Shakira são algumas das fãs da Ed Hardy

Hoje, a primeira flagship da Ed Hardy no Brasil abre suas portas para o público. A loja fica nos Jardins, em São Paulo. Pra quem não conhece a marca, vale olhar esse post aqui.

(foto: Mariana Maltoni)

Dia 3, sexta, é o último dia para as inscrições do Ponto Zero, concurso que busca revelar novos estilistas. Podem participar alunos da Faap, Anhembi-Morumbi, Belas Artes, Santa Marcelina e Senac. A Abit oferece um curso de capacitação para cinco sortudos e eles desfilam na 24ª edição da Casa de Criadores, que rola em Novembro. Durante as apresentações, cuja toda infra-estrutura será paga pelo concurso, os trabalhos serão avaliados por uma comissão de profissionais. O aluno vencedor passará a integrar o casting de novos talentos da Semana de Moda e também poderá vender suas criações – junto com os outros concorrentes – no estande do Ponto Zero em duas edições do Mercado Mundo Mix.

(foto: Desmodando)

Dia 7, terça, Lula Rodrigues apresenta o “Painel Masculino Plural Inverno 2009”, no Rio. Lula, que escreve para o caderno Ela, do jornal “O Globo”, e é uns dos indicados no 1º Prêmio Moda Brasil nas categorias jornalista de moda e mídia eletrônica, fará uma análise de todas as tendências para a temporada e dará uma preview do verão 2009/10. O foco é sportswear e moda jovem. A idéia é exibir os caminhos para o inverno dos meninos a partir das passarelas do circuito Nova York – Londres – Milão – Paris. Conhecendo o Lula e sabendo todo gigantesco background dele, afirmo que é imperdível! Informações: (21) 2545-4833

Dia 10, sexta, começa a Expo Stickers 08, reunindo stickers de 170 artistas de 25 países. Entre os destaques, Billi Kid (EUA), Colante (Bra), Chã (Bra), 14 bolt (EUA), Snub (EUA), Theory Propaganda (EUA) e outros. Tem mais: qualquer pessoa poderá levar seus adesivos para fazer parte da mostra no dia da abertura. Vai ter um espaço para que novos stickers sejam colados e expostos ao público. Na Galeria da Eastpak.

9 ago
Sexta-feirizinha “dus infernos”: metrô parado, ônibus lotados, trânsito uó… Não tinha como sair para trabalhar! Aproveitei o day off forçado (porém, muitíssimo bem-vindo) para visitar a Cubículo, primeira galeria de stickers do país. Inaugurado no dia 28 de Junho, o espaço faz parte do criativo projeto que tomou conta do terceiro andar da querida Galeria Ouro Fino, na rua Augusta: a Laje. Trata-se, basicamente, de um conjunto de lojas e escritórios moderninhos, como a produtora de filmes publicitários “Ouro 21” (de Homero Olivetto, um dos idealizadores do projeto junto com Sergio Cuevas); a agência de tendências de web e Second Life “Gruda em Mim que o Boi Não Te Lambe”, o escritório de produção do Mercado Mundo Mix (de Beto Lago) e a gravadora indie “Ôlôko Records”.

O local, que andava meio caído e cheio de placas de aluga-se, foi todo reformado e ganhou pufes, mesinhas e uma incrível mesa de sinuca! Como contou a Ligia, uma fofa que me recebeu lá na Cubículo, todo dia lá pelas 19h o povo dos escritórios se reúne nessa espécie de lounge para “ouvir um ipod, bater-papo e jogar sinuca” (lugarzinho ruim de trabalhar, hein?). Ela também mostrou e explicou alguns dos trabalhos expostos. São todos de artistas da Choque Cultural, galeria que idealizou o espaço. Um dos que mais me chamou atenção foi uma placa de trânsito todinha coberta com stickers de gatinhos feita pelo Tinico. O legal é que ele desenha cada gato, um por um, na mão! Ou seja, os desenhos nunca se repetem, pois não há um quadro de reprodução. A peça custa R$ 350,00 e já foi vendida. “O pessoal compra essas placas para decorar uma loja, um escritório… Acho que ninguém levou para colocar em casa ainda”, explicou a Ligia.

Umas das poucas peças que ainda não tem dono é essa placa coletiva, com intervenções de todos os artistas da expo: Distúrbios, Projeto Chã, SHN, Manormouse, Go Carvalho, ASA, Base V, Ramam, Tinico, Muxi muxi e Mr. Pringles. Ela também sai por R$ 350,00.

Mas não é só de artistas brasileiros que a galeria será feita. Flávia Soares, coordenadora do Cubículo estava em viagem pela Europa e EUA só para buscar novos trabalhos. Lá fora essa cultura sticker já é bastante forte, com lojas especializadas e sites para venda, troca e downloads dos lambe-lambes. E sabe por que download? Por que o maior barato entre os fãs de stickers é colar as obras dos amigos distantes em suas cidades, depois publicando fotos na Internet. É assim que muitos deles ficam conhecidos internacionalmente sem ao menos saírem de seus bairros. Entre esse sites, os mais bacanas, na minha pesquisa, são: Stick It, Wooster Collective, Sticker War, TakTak, Stickyart, Street Stickers (tem um mega poster para download), além dos brasileiros Cachorro Amarelo, Binho Ribeiro e 50 Graus (tem uns stickers de animais derretendo como protesto contra o aquecimento global). Entra porque é muuuito legal!

E para quem gostou, um pouquinho de história…

O objetivo principal dos stickers é criar um composto visual que dialogue com a estética urbana, trazendo uma mensagem a partir do que o ambiente proporciona. Por isso, a gente tem visto por aí (já andou pela região da Rua Augusta, Av. Paulista e Vila Madalena?) figuras estranhas em cabines telefônicas, rostos misteriosos em postes e mensagens no mínimo curiosas nos muros.

Segundo os adeptos da arte, o sticker é mais vantajoso que as pinturas por que é portátil e de fácil aplicação, sendo apenas necessário encontrar o lugar ideal para colocá-lo. Não há limite de tamanho nem de elaboração; as figuras são feitas com caneta, xerox, serigrafia e tintas plásticas. Não se tem certeza sobre quem começou com este tipo de expressão, mas é considerado precursor o artista americano Shepard Fairey, um dos primeiros a saturar as cidades com suas criações. Ele ficou tão famoso que hoje em dia dirige um conceituado estúdio de design gráfico dos Estados Unidos.
- Esse post foi originalmente publicado no BlogView