Eu já conhecia o termo “cyberpunk”, mas nunca tinha ouvido falar do “steampunk”… E olha que ele existe desde o final dos anos 80! Enquanto o primeiro pensa um mundo onde as máquinas e a tecnologia dominam a humanidade, o segundo é baseado num passado onde a tecnologia a vapor evoluiu até níveis improváveis com automóveis, aviões e até mesmo robôs movidos à gás. Uma piração!
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O figurino é inspirado no começo da revolução industrial
Os adeptos reverenciam o período vitoriano e a Londres do século XIX, adoram bandas como Abney Park, Dresden Dolls e Clockwork Quarte e têm na estante filmes como “A Liga Extraordinária”, “Van Helsing” e “Capitão Sky e o Mundo de Amanhã”. Além de curtir RPG e eventos de cosplay, essa galera também ama dar um toque vintage ou “retrôfuturista”, como gostam de dizer, a dispositivos eletrônicos bem atuais – que tal um laptop em forma de máquina de escrever ou um netbook em forma de livro antigo?
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Boa parte das modificações feitas por steampunkers tem elementos da revolução industrial como engrenagens, itens que lembram máquinas a vapor, elementos de ferro em tom dourado, madeiramento, entre outros
Você também pode ter um relógio digital de bolso, um celular com manivela ou uma simples capa de madeira, couro ou bronze pra cobrir seu ultramoderno iPhone. O figurino é vitoriano, claro. As mulheres usam camafeus sobre vestidos com cauda e corsets para afinar a cintura. Já os lordes vão de fraque e capricham nos acessórios, como cartola, monóculos, bengala, colete e cachimbo. Um dos programas favoritos são os picnics vitorianos, mas eles também adoram andar de Maria Fumaça, visitar lojas de antiguidade e comprar em ferro velho e brechó.
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O Steampunk 3D Goggles é uma opção pra quem queri ao cinema com estilo. Um desses pode ser adquirido pelo site Etsy, que eu já falei aqui, por US$ 100
Curtiu a brincadeira? Na internet tem muita informação e sites pra você comprar e aprender fazer seus próprios acessórios steampunk (que aliás, vem de “steam = vapor” + punk), além de fórums e organizações – os steampunks seguem uma hierarquia e têm um conselho nacional, ligados a “lojas” (termo inspirado nas unidades maçônicas, típicas do século 19) em cada Estado. Deleitem-se, damas e cavalheiros!

