Na contramão dos tênis super coloridos e cheios de detalhes, a Common Project faz calçados, digamos, minimalistas… Tudo branco, gelo, no máximo preto. E mesmo assim, são uma graça! Dá uma olhada:
Prathan Poopat e Flavio Girolami, fundadores e estilistas da marca, defendem que o diferencial da CP está na qualidade. “Tudo o que produzimos é feito na Itália, usando os melhores couros e materiais. A maioria dos tênis hoje em dia são feitos na china ou no Vietnã, aí você á pode entender a diferença. Nossos calçados duram muito mais que outros tênis e ficam cada vez melhores com o tempo”, disseram em recente entrevista à revista Sneaker Freaker.
Sei lá, eu realmente gostei dos modelos e fiquei com vontade de pedir pra alguém trazer um quando for pra fora, já que descobri só essa loja que envia aqui pro Brasil. E se eu me encher o saco com o tênis branco, uso essas etiquetas da Sneakerart e faço tudo ficar colorido novamente:
Estou achando muito legal essa história da World Tennis de popularizar a cultura sneaker. Sinceramente, eu não sei como é fora de São Paulo, mas por aqui são poucas as lojas que trabalham com modelos de tênis “diferentões”, sabe? Daí, eis que me enviam uma matéria do Meio & Mensagem que fala da inauguração, no shopping Morumbi, dá primeira World Tennis Classic. Segundo Eugênio Ferreira, diretor de franchising da rede, “a idéia da loja surgiu após a constatação de que esse nicho vem ganhando destaque no exterior e que há poucos pontos de venda desse tipo de produto no País. Quando quis colocar o projeto em prática, a rede contou com a receptividade das marcas presentes na loja – Lacoste, Adidas, Puma, Onitsuga Tiger (marca conceito da Asics), Vans, Ecko Ultd. e Rebook”. E sabe o que é mais legal? Por lá, os preços irão girar em torno de R$ 100 e R$ 500. A matéria conta outras coisas interessantes:
“Somente neste semestre, o estado de São Paulo deve contar com mais nove lojas; em cinco anos, a rede segmentada deve contar com 50 lojas espalhadas pelo Brasil, incluindo capitais como Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.”
“O conceito diferenciado se reflete, também, na equipe da loja. Os funcionários foram treinados e contam a história dos modelos ao apresentá-los ao consumidor, que ainda pode conferir tendências do design e da cultura sneaker em revistas à disposição no ponto de venda, como a publicação de design francesa WAD (We Are Different) ou a revista segmentada australiana Sneaker Freaker, além de livros a respeito do assunto.”
Ponto pra World Tennis!
A Adidas Originals do Morumbi Shopping, em São Paulo, está lançando uma raridade com status de jóia. Com apenas 36 pares à venda no País, o Micropacer Hamper é um dos modelos mais exclusivos da marca e será vendido com uma série de brindes especiais, que tem como destaque um toy art. O pequeno Qee foi desenvolvido exclusivamente para a Adidas e tem a cabeça no formato do trevo da marca, o que lhe rendeu informalmente o apelido de aditoy. Os outros brindes que acompanham o sneaker vêm acondicionados numa pequena gaveta na parte debaixo da embalagem e são, entre várias coisas interessantes, uma miniatura do tênis, pen drive em capa de couro, mini-lanterna que projeta o logo da marca, vários chaveiros, fivela para cinto e adesivos.
Para quem não conhece, o Micropacer foi desenvolvido em 1984 e lançado com uma proposta inovadora para a época, sendo um dos primeiros com tecnologia computadorizada que calculava distância, velocidade e gasto calórico do atleta. Essa característica garantiu ao tênis um lugar no Computer Museum History Center, em Boston. O Micropacer Hamper faz parte da Adidas Consortium Series, uma coleção especial desenvolvida com algumas das lojas mais bacanas do mundo, como a Colette, de Paris. O preço da brincadeira? Uma bagatela: R$ 750! Acho que é esse é pra quem ama mesmo a marca ou não resiste a uma peça dessas na sua coleção.
A Nike não é boba, nem nada… Bem no dia de abertura oficial dos Jogos Olímpicos de Pequim, resolveu lançar a Nike Sporstwear. Trata-se de uma nova linha de roupas e acessórios, cujo mote é transformar peças esportivas da marca em produtos com visual mais urbano e tecnológico. Inicialmente, o lançamento mundial fará a releitura de oito peças-ícone: Air Force 1, Air Max 90, Cortez, Nike Dunk, Nsw Tee e Windrunner, AW77 Hoody e Eugene Track Jacket (esses dois últimos só chegam por aqui no final do ano).
Seis lojas em São Paulo recebem a linha essa semana. Cada uma delas dedicará suas vitrines e comunicação visual interna a um produto. A Ichiban, na Galeria Ouro Fino, por exemplo, lançou o Air Force 1. E teve até festinha! Por isso, nada mais apropriado para mostrar os Nikes mais legais que circularam por lá:
Qual é o seu preferido? Comente! Ah, e para conferir o look inteiro do povo que foi lá, vale acessar a seção Moda Rua, do blog-site da Lilian Pacce, viu?
A Onitsuka Tiger, uma das marcas esportivas japonesas mais descoladas da atualidade, colocou nas ruas de Londres um equipamento, no mínimo, diferente. Trata-se de uma máquina de vender tênis. Igualzinha àquelas de refrigerantes e salgadinhos, que estamos acostumados, sabe? O equipamento, que tem capacidade para 24 pares de calçados de um único modelo, em seis tamanhos diferentes, foi instalado próximo à loja da marca, na Carnaby Street. Ali, deverá ficar por apenas dois dias, já que depois será levada para um tour por todo o Reino Unido.
Se para nós, brasileiros, essa estratégia de venda pode parecer inusitada, na Europa a história é um pouco diferente. Por lá, é possível encontrar um pouco de tudo. Exemplos? Criada em 2006, a empresa inglesa Umbrolly exporta para os EUA, França, Holanda e Irlanda suas máquinas de vender guarda-chuva. Essas, geralmente são dispostas nas saídas de shoppings, metrôs, cinemas e aeroportos, o que facilita muito a vida de quem é pego de surpresa com um mau tempo (muito comum em São Paulo, hein?).
Agora, se a chuva caiu e arruinou com o penteado de alguém, a opção é uma máquina de chapinha para cabelo. Pois é, com apenas uma libra a “Beautiful Vending” permite que qualquer um utilize por 90 segundos as chapinhas de cerâmica que eles disponibilizam em banheiros públicos, estações de trem, clubes e bares de Londres. Com essas “vending machines”, nossa vida ficaria bem mais fácil, né?