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25 jun

Pra não perder o costume, hoje separei mais três modelos de tênis que eu adoraria ter no meu armário. Me digam o que acham:

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Supra Cutler

O Supra Cutler vem em couro e em lona. Prefiro a segunda opção e acho que ela é bem legal como alternativa pra essa onda de coturno que ta rolando agora.

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Adidas Nizza

Design mega simples, cores elegantes e cano alto com zíper. Amo essa coleção da Adidas Nizza! Meio que parece um All Star, né? Só que tem as três listras do lado…

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Adidas JS Mickey Hi

Agora, totalmente oposto ao modelo de cima, temos esse Adidas Originals assinado pelo Jeremy Scott. A língua gigante, que já é uma marca registrada dos tênis criados por ele, está lá, na forma de um grande Mickey Mouse. Divertido, hein?

7 jun

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A vitrine da charmosa loja, em Haia

Conheci uma holandesa aqui em Londres que me contou que lá no país dela tem uma loja de sneakers única e exclusivamente dedicada a tênis pras meninas. E que trata-se da única loja do gênero no mundo! Eu não posso afirmar que ela está certa, mas posso dizer que realmente nunca tinha ouvido falar de algo parecido. A loja, chamada “No Boys Allowed”, fica em Haia e tem muuuitos modelos para pezinhos pequenos. Uma ótima ideia, já que tenho várias amigas que sempre reclamam que não acham coisas no tamanho delas. Numa entrevista que eu li na internet com a dona do lugar, uma jovem chamada Cim Froeling, ela conta que a culpa não é dos fabricantes. Quase todos eles têm uma grade que começa no 33. O problema é que geralmente os donos das lojas simplesmente não compram, por medo do produto encalhar. A boa notícia é que eles tem um site de comercio eletrônico com entrega inclusive no Brasil… Dá uma chegada lá pra ver os modelos lindos que têm e de quebra conferir o blog, só com coisas voltadas pro universo sneaker feminino.

24 mai

Já pensou em ter um tênis no qual você possa conectar o cabo do seu ipod, sair andando pelas ruas e que, conforme você pisa, sons diferentes são emitidos? Pois então, a Nike do Japão pensou! E lançou um vídeo bem legal para promover Nike Free Run +. A partir de uma apresentação não muito convencional, o duo Hifana, dos dj´s japoneses Tomoaki Yanagisawa e Daito Manabe, tiram sons através dos calçados. E a coisa é tão bem feita que já da pra sentir a expectativa logo no começo do viral, quando observarmos as caixas de som que remetem caixas de tênis e os plugs conectados.

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O duo Hifana tirando som dos tênis

O intuito?! Demonstrar a enorme flexibilidade e conforto dos pisantes, dobrando e amassando-os, tipo contorcionismo… Além de toda aura “cool” que também vem no pacote! Os tênis possuem entradas para cabos nos calcanhares, que depois de conectados nos devidos lugares, possibilitaram a dupla discotecar e tirar algumas músicas como “Also sprach Zarathustra” em ritmo de rap.

Empolgou? Então, vá tirando o cavalinho da chuva. Quando os cabos são desconectados e o clipe acaba, logo aparece um aviso: “The Nike Free Run+ is absolutely a running shoe. Shoes sold at retail will NOT make music when bent or twisted”, ou seja, os tênis originais não são interativos, não disparam sons e não fazem música. E assim a alegria de achar que poderíamos discotecar durante aquela corridinha matinal, vai por água abaixo.

Ana Olyveira e Izadora Gauche, colaboradoras do Descolex, de São Paulo

17 mai

Já repararam como os detetives da TV sempre usam as pegadas como pistas para descobrirem quem é o criminoso? CSI, Law & Order e similares, hora ou outra, têm essa cena. E toda vez eu me pergunto se isso rola mesmo… Mas, não é que eu descobri que a coisa funciona? Existem muuuitos desenhos de solas diferentes e, pra catalogar isso, polícias de vários países contam com bancos de dados, como o “Sicar”, “SoleMate” e “Footwear Intelligence Technology”. Esse último, usado pelo governo britânico no Forensic Science Services Department (Departamento de Serviços de Ciência Forense). Em uma reportagem do site Sneaker Freaker, a responsável por esse departamento conta que existem mais de 20 mil pegadas, sendo que quase 90% vêm de tênis. Lá, eles contam com um programa chamado “Cinderella Service”, que determina o ângulo que a pessoa pisa e a distribuição do peso dela só pela pegada!

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Nike Air Max 95, o tênis mais usado para se cometer crimes no Reino Unido

E se você acha que esse banco de dados é alimentado graças a parcerias com os fabricantes de tênis ou a uma enorme coleção de modelos, engana-se. As informações são recolhidas apenas de tênis apreendidos, confiscados ou das próprias pegadas achadas em cenas de crimes. É que, aparentemente, as companhias não querem ver seus produtos associados a esse tipo de coisa, né? Mesmo assim, de tempos em tempos, o FSS atualiza uma lista com os dez modelos de tênis usados em crimes. São eles:

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Essa é a lista dos tênis mais usados em crimes, segundo o FSS

Outra informação curiosa é que “pegadas são a segunda evidência mais comum depois do DNA e são capazes de definitivamente colocarem alguém na cena do crime, especialmente graças às marcas únicas que cada pessoa deixa”, como conta a tal mulher do FSS. Depois de saber disso, tenho uma sugestão: que tal as marcas lançarem esses tênis nas cores “listras pretas e brancas”? Venderia que nem pãozinho quente.

22 abr

Ué, mas não vendia Vans no país, já? Sim, vendia! Só que até então os produtos eram apenas comercializados aqui, sem nenhuma produção local nem ações de marketing envolvendo o Brasil. Na passagem por São Paulo do co-fundador e embaixador da marca, Steve Van Doren, na semana passada, ele contou ao Blog LP que a marca só chegou agora “porque agora encontramos um licenciador com a mesma filosofia. A Vans é uma marca que fala de skateboarding, surf, música, arte e moda. Isso tudo tem muita força no Brasil”.

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O co-fundador e embaixador da Vans, Steve Van Doren

Bota força nisso. O Brasil é o segundo maior mercado de skate do mundo e, segundo pesquisa realizada pela Datafolha em 2006, cerca de 3,2 milhões de domicílios brasileiros têm pelo menos um morador que possui um skate, o que corresponde a aproximadamente 6% do total de domicílios. O mercado brasileiro de skate faturou R$ 250 milhões segundo pesquisa realizada em 2005 e o Brasil é um dos poucos países que produzem equipamentos, vestuário e calçados para a prática de esporte.

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Tony Alva, um dos grandes nomes do skate, esteve em SP para o lançamento

A Vans é hoje uma das líderes nesse mercado no mundo. Acompanha e participa da história do skate desde seus primórdios e é admirada pelos amantes do esporte, sejam eles skatistas ou apenas simpatizantes do skate lifestyle, que engloba também música e arte urbanas. Luiz Arthur Gouvêa de Oliveira, responsável por trazer a grife ao país diz que está confiante no sucesso da Vans no mercado brasileiro. “Um fator determinante para a nossa confiança é o fortalecimento da tendência de uso de calçados esportivos casuais, que se traduz em tênis com visual lifestyle; há alguns anos, era comum vemos as pessoas usando tênis de performance em situações casuais, o que é cada vez mais raro hoje em dia”, diz.

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Luiz Arthur Gouvêa de Oliveira, responsável por trazer a grife ao país

O investimento para a entrada da marca no mercado brasileiro foi de R$ 20 milhões em ações diversas: a campanha publicitária institucional “This is”, que destaca a essência da marca; a visita de Steve Van Doren e dos skatistas Tony Alva e John Cardiel, dois grandes nomes do esporte, ao Brasil; e festa com show de três bandas, no Inferno Club, em São Paulo. A primeira coleção da Vans para o mercado brasileiro – outono/inverno 2010 – foi lançada na quarta (22), apenas com produtos masculinos (calçados e vestuário). A coleção verão 2011, com lançamento previsto para outubro/2010, já irá incorporar também produtos femininos e infantis. Por enquanto, não existem datas pra lojas próprias por aqui – os produtos serão vendidos em lojas especializadas e multimarcas, como a Maze e a Surface To Air. No total, serão 350 pontos-de-venda em todo o país.

Colecionando tênis nojentos

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Esse é apenas um exemplar da coleção de Tony Hallam

Essa história da chegada da Vans ao país, me lembrou de uma matéria no site Sneaker Freaker com um cara chamado Tony Hallam. Ele é colecionador de tudo relacionado ao universo do skate, incluindo stickers, fotos, revistas, além de mais de 800 (!!!) shapes de skate. Compulsivo, ele guarda até as sacolas originais de quando ele comprou todas essas coisas. Mais bizarro ainda é que ele guarda uma infinidade de Vans pra lá de nojentos e surrados. Muito doidão! Pra ver a matéria inteira (em inglês), é só entrar no site, ok?

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