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As 20 participantes do do Brazil’s Next Top Model
Gente, hoje só se fala de Fashion’s Night Out… Mas esta quinta tem outra coisa legal rolando: a estreia da nova temporada do Brazil’s Next Top Model. Confesso que nunca fui muito fã, mas fazendo essa entrevista pro IG Moda com o Roberto D’Ávila, diretor do programa, eu fiquei bem com vontade de assistir. Vou dar um pulo lá na Oscar Freire pra ver como tá o evento e depois eu volto pra casa pra pegar o comecinho do reality. Ah, depois eu conto aí no Gengibre do Descolex (o player à direita) o que eu achei do FNO, ok? Confira a entrevista!
O America’s Next Top Model pode até ser divertido, mas a versão brasileira do programa, que estreia nova temporada nesta quinta, promete ser muito mais emocionante. O motivo? Dessa vez a direção otpou por candidatas bem diferentes. Entre as 20 semifinalistas selecionadas, há uma lésbica, uma com histórico de bipolaridade e uma moradora do bairro carioca de Cidade de Deus…
Todas elas, brigando por um contrato de dois anos com a Ford Models, uma capa e um editorial da revista Gloss, uma campanha pra C&A e outra pra Intimus, além de um guarda-roupa novinho, um curso de inglês na Irlanda e um final de semana em Paris.
O IG Moda entrevistou o diretor do reality Roberto D’Avila para saber mais detalhes do programas. Os destaques dessa conversa, você confere abaixo!
Como foi o processo de seleção das novas candidatas?
Roberto D’Avila: A ferramenta básica da seleção é a inscrição no site. Tivemos mais de 2600 candidatas em um período que foi praticamente metade do ano passado. Foram 45 dias de inscrição. Além disso, a Sony faz alguns pequenos eventos associados a operadores locais, como no Rio, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba etc. Eu não sei todos os lugares, mas também recebemos um bom material por esse meio. Depois disso, a gente faz uma pré-seleção e entrevistas individuais de uma lista grande, até chegar nas 20 que ingressam no programa.
O que muda nessa edição em relação às duas temporadas passadas?
R.D: O programa está mais vibrante, mais colorido, mais sexy, mais diverso. Nossa seleção desse ano foi muito feliz tanto no quesito potencial de modelo, como no quesito personalidade. O que não muda é o que se mostrou vencedor no ano passado, o time de talentos pra lidar com essas candidatas: Fernanda Motta, nossa diva apresentadora, os jurados Erika Palomino, Duda Molinos e Dudu Bertholini, nosso ‘coach’ Pazetto e o mestre das passarelas Namie Wihby.
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Namie Wihby, Erika Palomino, Pazetto, Duda Molinos e Dudu Bertolini
Vocês investiram numa maior diversidade nessa temporada. Qual a expectativa em misturar meninas com perfis tão diferentes?
R.D: Uma explosão (risos)! Brincadeira… Esperamos o que conseguimos: uma temporada mais divertida e surpresas em todos os episódios. O contraste de meninas sem nenhuma experiência, como a Tatiana da Cidade de Deus, com outras com alguma experiência e tão bonitas quanto, gera um interesse e uma curiosidade pra ver onde isso vai dar. Esperamos que o público faça suas escolhas e torça por elas.
O fato de existir uma versão americana e de já terem sido veiculadas duas temporadas da versão brasileira no programa não torna as concorrentes mais preparadas para os desafios? Como vocês pretendem surpreendê-las?
R.D: Nesse sentido o formato é bastante inteligente. As meninas nunca sabem com antecedência o que vai acontecer. Além disso, as provas e as dificuldades mudam sempre. Claro que com a invasão de realities na TV hoje, as meninas já vem com uma préconcepção de estratégia ou de padrão de comportamento, mas a gente faz tudo pra quebrar e reverter essa expectativa o tempo todo. São eliminações surpresa, provas em momentos inesperados e muita, mas muita pressão em cima das cabecinhas delas (risos).
Pode adiantar uma prova que elas terão que passar?
R.D: Passarela quase sem poder enxergar no alto de um edifício histórico ta bom pra você?
Como é o processo de eliminação das candidatas? No programa, obviamente, ele parece ser bem mais rápido do que realmente deve ser… A direção opina também?
R.D: Ah! A eliminação demora bastante. Imagina comentar e avaliar uma a uma as 20 candidatas? O tempo de estúdio vai diminuindo quando vão saindo as meninas, mas é bem maior do que aparece na tela. O programa tem que se encaixar numa janela de uma hora e a eliminação dentro disso não passa de 10 minutos. Só a gravação da eliminação chega a durar três horas. É um processo bem rico e detalhado, mas naturalmente se vê apenas um resumo dos melhores momentos.
A versão brasileira do programa “pega menos pesado” com as meninas, em relação ao original americano. Porque vocês optaram por essa linha na direção do reality?
R.D: O que muda é o posicionamento do programa. A versão brasileira é bem mais fashion que a americana. O ANTM tem muitas coisas mais próximas do game show, da gincana. O nosso tem o pé mais fundo na moda e se dedica a efetivamente preparar essas meninas pro mercado. Desde os talentos (jurados, treinador, etc) até os convidados, trabalhamos com os melhores profissionais da moda do país. Não é assim no americano.
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Fernanda Motta, a apresentadora do BNTM
