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27 jan

Pode ser que eu esteja viajando, mas penso que Fukuoka, no Japão, é uma das grandes capitais dos viciados em moda. É só se ligar na quantidade de fotos que a gente vê por aí de pessoas com as roupas mais coloridas e descoladas em toda parte dessa cidade. E foi lá, a pouco mais de um ano, que a Nike escolheu pra inaugurar sua primeira “flagship Premium”, a NikeiD Genegator. A loja tem toda uma pegada interativa digital, usando uma ferramenta super bacana que cria o design de um tênis de acordo com a roupa que o cliente está vestindo, em tempo real. Como assim? Eu explico: o cliente entra na loja e, diante de um espelho, ele posa pra uma foto. A maquina registra a imagem e filtrando as cores e analisando o look, ela cria um Nike personalizado de acordo com o que o cliente gosta de vestir. Em seguida, essa imagem é impressa e o cliente pode decidir se quer ou não fazer o seu exclusivo par de sneakers. Um vídeo bem explicativo mostra todas as etapas do processo:

O resultado da experiência com a nova ferramenta foi impressionante: em apenas quatro dias cerca de 18 milhões de pessoas testaram a ideia, sendo que 95% delas foram até a etapa final e levaram seus pares pra casa. Outras 40 mil pessoas baixaram o aplicativo para celular. Isso, num prazo de duas semanas, uma loucura.

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Cliente tira foto na NikeiD Generator

E falando em personalizar tênis, me lembrei de um site muito legal que faz mais ou menos a mesma linha. O Pimp My Kicks fabrica os pares criados pelos clientes, que escolhem os mais diferentes estilos e desenhos. O mais bacana é que todas as estampas são feitas a mão, o que dá margem à escolha de umas imagens bem bizarras, como esta do Justin Bieber.

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E ai, vocês usariam?

Curioso foi como os caras decidiram montar o site. O criador Richard Brown estava em casa assistindo ao programa “Pimp My Ride”, da MTV Americana, e pensou: por que não “pimpar” tênis?! Foi ai que ele começou a mexer os pauzinhos pra criar o domínio e botar a ideia em prática. Como sócio, ele chamou seu colega de faculdade Andre Scott. O resto é história, mas como sucesso do “Pimp My Kicks”, os caras pretendem estender as vendas para fora dos EUA. Alguém duvida que eles estão ficando ricos com o site?

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Tênis customizado pelo pessoal do “Pimp My Kicks”

24 mai

Já pensou em ter um tênis no qual você possa conectar o cabo do seu ipod, sair andando pelas ruas e que, conforme você pisa, sons diferentes são emitidos? Pois então, a Nike do Japão pensou! E lançou um vídeo bem legal para promover Nike Free Run +. A partir de uma apresentação não muito convencional, o duo Hifana, dos dj´s japoneses Tomoaki Yanagisawa e Daito Manabe, tiram sons através dos calçados. E a coisa é tão bem feita que já da pra sentir a expectativa logo no começo do viral, quando observarmos as caixas de som que remetem caixas de tênis e os plugs conectados.

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O duo Hifana tirando som dos tênis

O intuito?! Demonstrar a enorme flexibilidade e conforto dos pisantes, dobrando e amassando-os, tipo contorcionismo… Além de toda aura “cool” que também vem no pacote! Os tênis possuem entradas para cabos nos calcanhares, que depois de conectados nos devidos lugares, possibilitaram a dupla discotecar e tirar algumas músicas como “Also sprach Zarathustra” em ritmo de rap.

Empolgou? Então, vá tirando o cavalinho da chuva. Quando os cabos são desconectados e o clipe acaba, logo aparece um aviso: “The Nike Free Run+ is absolutely a running shoe. Shoes sold at retail will NOT make music when bent or twisted”, ou seja, os tênis originais não são interativos, não disparam sons e não fazem música. E assim a alegria de achar que poderíamos discotecar durante aquela corridinha matinal, vai por água abaixo.

Ana Olyveira e Izadora Gauche, colaboradoras do Descolex, de São Paulo

11 mai

Rola nesta terça (11) no MuBE, em São Paulo, a pré-estréia do documentário “Dirty Money”. Apresentado no dia 22 de abril numa premieré em Los Angeles, o filme conta parte da história do skate brasileiro, focando no começo dos anos 90, quando indústria do skate faliu após o Plano Collor (quem não faliu, né?). Motivados pelo amor esporte, alguns amigos, adolescentes na época, se juntaram e lançaram um vídeo caseiro que mudaria as suas vidas para sempre. A fita se chamava “Dirty Money”. O vídeo foi um sucesso instantâneo, rodou o país, e inspirou milhares de jovens, se tornando a pedra fundamental para a reconstrução do skate como esporte e estilo de vida por aqui. Formava aquele grupo de amigos, nomes com Fábio Cristiano, Alexandre Vianna, Márcio Tarobinha, Bob Burnquist, entre outros.

“O Filme fala de contracultura, sobre lutar por seus ideais e pelo que você ama. Em uma época em que tudo parecia perdido, alguns amigos se uniram e decidiram transformar a realidade”, conta Ricardo Koraicho, um dos diretores do filme. “Dirty Money” tem trilha sonora original da banda paulistana TwinPine(s), além de faixas de ParteUm, Macaco Bong, Improvisado Trio, Guizado, Lelêginz e Snooze – todos artistas brasileiros.

Coleção

Inspirada pela moda da época de “Dirty Money” – as camisetas listradas, calças big de canvas com barra cortadas -, a Nike está lançando dois tênis e uma camiseta que remetem à estética daquele momento. O modelo SB Blazer Hi foi inspirado no tênis que Fabio Cristiano estava usando na sua participação no “Dirty Money 1”. Em canvas na cor cinza com biqueira de camurça preta, trás na parte posterior um cifrão invertido, símbolo do “Dirty Money” e tem a palmilha com imagens antigas do skatista Fábio Cristiano em preto-e-branco, inspiradas nas cópias VHS de baixa qualidade que se fazia na época.

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Nike SB Mid inspirado no criador de “Dirty Money”

Já o modelo SB Dunk Mid em camurça e canvas de cor roxa tem a palmilha com imagens antigas do skater e criador do vídeo, Alexandre Vianna. A camiseta traz a imagem de um skatista realizando um ho-ho plant – manobra em que o skatista apoia as duas mãos no chão e equilibra o skate sobre os pés. A linha, que será lançada somente no Brasil, chega às lojas de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Goiás e Minas Gerais nesta terça.

15 abr

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O tênis gigante de Benedict Radcliffe

O artista britânico Benedict Radcliffe ficou conhecido com suas esculturas de arame em tamanho natural de carros. Tanto que, recentemente, a Nike o convidou pra criar um tênis gigante, com cerca de 3,5 metros, para o lançamento de um novo modelo do clássico Air Max 90. Todo construído com uma espécie de arame grosso, a escultura ficou exposta na loja da marca em Londres. Maneiro, né? Em entrevista para o site Sneaker Freaker, ele conta que demorou dois meses pra concluir a obra e fala também do seu trabalho de criação de bicicletas com design experimental. Vale dar uma lida pra conhecer mais!

E nos thumbs abaixo você vê mais algumas imagens do trabalho dele:

11 nov

Pra matar todas as novidades que eu queria falar e não tava conseguindo arranjar tempo para escrever, vai mais um (último) post com notinhas, tá?

Nike gladiadora

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A sandália da Nike chegou ao Brasil em três cores: prata, preto e branco

Sandália gladiadora no verão virou quase uma Havaiana… Todo mundo usa. Não deve ser à toa que até a Nike resolveu aderir: acaba de chegar a São Paulo a “Gladiator Mid”, sandália (ou seria tendália? Ou santênis?) desenhada pela estudante de arte Nancy Wu durante um estágio na gigante dos esportes. A peça faz parte da linha “Remixed & Recut” e está disponível em três cores: na Doc Dog tem a prata, na Surface to Air tem a preta e na Maze Skateshop tem a branca. Apenas uma grade do produto – ou seja, 12 pares – estará disponível em cada loja. Fora do país, ele foi vendido em pontos exclusivos como a Colette, em Paris, em números reduzidos também. O preço? R$ 269,90. Você paga?

As parcerias da Levi’s

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Camiseta do designer Danny Sangra para a Levi’s

Depois do sucesso de parcerias com artistas como Klaus Haapaniemi, Lennard Schuurmans, Luke Insect, Robert Geller, Jean Paul Gaultier e Damien Hirst, a Levi’s acaba de apresentar o novo participante do projeto “Collaboration Tees”, o designer gráfico e ilustrador Danny Sangra. Ele é conhecido por seus grafites, capas de CD’s e os desenhos que desenvolveu para Marc Jacobs. Para a marca de jeans, Danny criou dois modelos masculinos e dois femininos de t-shirts que estarão disponíveis nas lojas de todo o mundo. Além da camiseta, o designer criou um kit contendo a camiseta com sua caixa correspondente e seis postais… cute!

O Rolo da MCD

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O que será que vai sair desse tecido pintado? Uma camiseta gigante?

Em parceria com a revista Vice, a MCD desenvolveu um projeto de customização batizado de “O Rolo”. A proposta foi fazer diferente do que algumas marcas geralmente fazem: ao contrario de dar ao artista uma peça pronta para que ele customize, a MCD deu um rolo de tecido! Duas duplas participam da história: Rafael Sliks e Rafael Hayashi (grafiteiros); Marco Ubaldo (ilustrador) e Bob Queiroz (tatuador). Será a partir do que eles fizerem nesse tecido, que a equipe de estilo criará as peças. Pensando ainda na reciclagem e no meio-ambiente, o rolo foi feito com sobras de tecidos das coleções passadas, reaproveitando um material não utilizado. Todas as fases do “O Rolo” estão sendo registradas em vídeo e postadas no blog do projeto. Os tecidos estarão expostos entre os dias 18 e 21 de novembro no Espaço Matilha Cultural, aqui em São Paulo.

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