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17 jul

Londres, por si só, já é uma delícia pra quem gosta de ver estilos e pessoas diferentes… Em qualquer lugar, seja na balada, seja no metrô às 8h da matina, dá pra encontrar pessoas montadíssimas e incríveis. Imagina então quando rola um evento que envolve artes, design, moda e música? Aqui no Creators Project o povo arrasa e, por isso, eu fui pra porta do evento clicar os melhores looks…Olha só!

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PS: As fotos acima foram feitas com meu novo bebê, uma Nikon D70. Ainda tô aprendendo como mexer nela. Por isso, adoraria saber a opinião de vocês sobre minha atuação como fotógrafo… É algo totalmente novo pra mim, mas muito delícia de fazer!

12 mar

Essa foi a pergunta que alguns leitores devem ter encarado na hora de se candidatarem à vaga de repórter de moda na Folha de S.Paulo. Achei a pergunta muito abrangente pra ser respondida nas poucas 20 linhas exigidas pelo veículo. Mas gostei do desafio e posto aqui um texto que matutei com a ajuda de alguns livros e textos. Se estiverem afim, me digam o que vocês acham, se vocês concordam ou se viajei na maionese:

Só no Brasil a indústria da moda representa um faturamento estimado de US$ 47 bilhões em 2009, segundo dados da Associação Brasileira de Industria Têxtil e Confecção (Abit). Isso significa uma participação de cerca de 3,5% no PIB brasileiro. Não bastasse o papel que exerce na economia do país, o setor ainda é o 2º maior empregador da indústria de transformação, com 1,65 milhão de empregos formais, dos quais 75% são mão-de-obra feminina. Bonitos números. Porém, mais do que dados expressivos, a moda cumpre uma função que não pode ser simplesmente compreendida por meio de tabelas ecônomicas. No mundo contemporâneo, ela está no centro dos fenômenos estéticos, responsável pela expressão do homem comum. Embora a moda esteja sempre ligada ao fascínio pelo belo, o luxo, o glamour, ela se revela como uma forma de expressão de escolhas adotadas pelos indivíduos.

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Esse foi o único tipo de imagem genérica que me ocorreu pra ilustra esse texto. Ficou muito ruim?

É essa postura adotada que gera a identificação, a diferenciação e a auto-afirmação. Ou seja, mais do que a mera funcionalidade material (cobrir o corpo), a moda é elemento de um sistema lingüístico cultural de nossos tempos. É na moda que o indivíduo age e reage socialmente, tendo, na roupa, uma espécie de armadura, como as que identificavam os antigos guerreiros aos seus reinos e protegia do perigo exterior. E num mundo em que a informação visual é propagada no ritmo acelerado da internet, a moda precisa ter essa característica de fênix que se renova, destruindo-se a cada seis meses para poder nascer mais forte e imponente. Hoje, o “novo” perde rapidamente seu poder informativo, torna-se redundante e cansativo. Quando isso acontece, a moda lança mão das estratégias incisivas, dos grandes desfiles, das campanhas e do incentivo ao consumo exacerbado. Assim, a roda dos desejos e da economia giram. Mas, a que preço? Sob esse ponto de vista, numa fase em que falamos de sustentabilidade, a moda parece estar precisando encontrar seu lugar no mundo.

15 abr

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Rola hoje, entre 11h e 19h, o special day das meninas da Oficina de Estilo lá na loja da Paula Ferber. Quem for conferir as novas criações da designer de calçados, inspiradas nos azulejos portugueses e seus elementos decorativos, ganha descontos de 15% nas compritchas. De quebra, recebe sugestões espertas da Fer e da Cris de como usar cada calçado e fazer deles grandes aliados na hora de compor o look. Corre pra lá, menina!

Serviço
Oficina de Estilo na Paula Ferber
Dia 15 de abril (terça-feira), das 11h às 19h.
Rua Chilón, 276, Vila Olímpia.
(11)3044-0321 / 3045-2015

11 set

Reparem: o mundo anda passando por um verdadeiro momento antifumo (tem lido os jornais? visto as campanhas e ações anti-tabagistas por todo o planeta?). Por isso, não achei nada mais oportuno do que a criação da “The Smoking Jacket”. Trata-se de uma jaqueta branca com jeitão esportivo que vem com dois “pulmões” transparentes costurados na frente como se fossem bolsos. O fumante, educado, pode soprar a fumaça do cigarro na gola da jaqueta, evitando assim que as pessoas ao redor sejam obrigadas a agüentar aquela fumaceira toda na cara delas… Até aí, ok.

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Mas, o mais legal é que, com o passar do tempo, os tais pulmões escurecem por conta de receber permanentemente a fumaça, numa reprodução da vida real. A criadora da jaqueta, Fiona Carswell, conta que a intenção dela não é mudar ninguém com a peça, mas mostrar “como a moda, com sua abordagem muitas vezes leve e cômica pode influenciar muito mais a conscientização das pessoas do que simples anúncios literais e quadrados”. Esperta, hein?

20 mar

Essa semana as lojas Colette (Paris), Corner Store (Sydney) e Loveless (Tóquio) receberam a primeira e limitadíssima tiragem (foram só 500 cópias!) da Petit Mal, revista em quadrinhos cômica sobre os mundinho da moda. Criada pelo diretor de estilo da Harper’s Bazaar australiana, Mark Vassallo, e os diretores de arte Shane Sakkeus e Jonathan Zawda, a Petit Mal tem como personagens modelos e estilistas consagrados. Na historinha “The Pride of Pradastan x Galactic Gallianos in Turban Warfare”, por exemplo, os protagonistas são os vampiros Viktor & Rolf e as virgens de Louis Vuitton… No mínimo, engraçado. Super colorida e cheia de onomatopéias, a Petit tem uma estética meio pop-trash (me lembrou um pouco o trabalho de Roy Lichtenstein, só que sem a parte trash…rs).

Ficou com vontade? Então corre no myspace da revista! Eles estão vendendo na internet por módicos 8 dólares. Só não demora muito porque, pelo que eu andei lendo por aí, elas já estão se esgotando.