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	<title>Descolex &#187; Mercedes Tristão</title>
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	<description>moda, cultura e comportamento</description>
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		<title>Descolex entrevista: Mercedes Tristão</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 21:51:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glauco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercedes Tristão]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de uma breve pausa, o Descolex volta com a série de entrevistas com o pessoal que faz a moda acontecer. Dessa vez, a entrevistada é a assessora de imprensa e dona da namídia, Mercedes Tristão. Conheci a Mercedes quando meu blog estava começando, em abril de 2007. Ela e a sócia Márcia Fonseca organizavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma breve pausa, o Descolex volta com a <a target="_blank" href="http://www.descolex.com/?cat=491">série de entrevistas</a> com o pessoal que faz a moda acontecer. Dessa vez, a entrevistada é a assessora de imprensa e dona da <a target="_blank" href="http://www.namidiacom.com.br/">namídia</a>, Mercedes Tristão. Conheci a Mercedes quando meu blog estava começando, em abril de 2007. Ela e a sócia Márcia Fonseca organizavam o “Tendências Contemporâneas”, um encontro de gente bacana para falar de moda e tudo que a cerca e alimenta. Além de uma experiência muito enriquecedora, o “Tendências” me possibilitou conhecer pessoas e pensamentos incríveis. Foi ali que senti, pela primeira vez, que uma assessoria encarava os blogs como veículos de informação. Nessa conversa, Mercedes fala mais desses encontros, conta um pouco da sua trajetória e do trabalho de um assessor, dá sua opinião sobre a famigerada Fila A dos desfiles – “Tem revista que passa seis meses sem colocar uma peça da marca no editorial, sem dar atenção, mas chega lá na hora quer sentar na primeira fila” – e ainda comenta sua relação com os blogs.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.descolex.com/wp-content/uploads/2008/07/eu-e-mi.jpg" alt="eu-e-mi.jpg" /><br />
Mercedes (à esq) e sua dupla inseparável, a sócia Márcia (foto: Maurício Humberto)</p>
<p align="left" style="text-align: left">Confira a entrevista:<strong> </strong></p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>Descolex: De onde surgiu a idéia do “Tendências Contemporâneas”?</strong><br />
<strong>Mercedes Tristão:</strong> Tinha muita vontade de reunir pessoas para discutir não só a moda, mas a música, o design&#8230; Compartilhar conhecimento. Num almoço com a <a target="_blank" href="http://www.modasemfrescura.com/">Biti Averbach</a> e a Claudia Berkhout [ambas, jornalistas de moda], comentei sobre esta vontade e elas ficaram superanimadas. Na mesma hora marcamos uma data e a Biti disse que convidaria alguns amigos blogueiros. Confesso que até então não conhecia muito esta “nova mídia”. Foi aí que conhecemos toda a turma! No primeiro encontro do “Tendências Contemporâneas” foram Biti, a Fê do <a target="_blank" href="http://www.oficinadeestilo.com.br/blog/">Oficina de Estilo</a>, você, o <a target="_blank" href="http://www.aboutfashion.com.br/">Luigi</a>, o <a target="_blank" href="http://forademoda.wordpress.com/">Ricardo Oliveros </a>(que não tinha blog ainda. Acho que só depois do segundo encontro vocês fizeram a cabeça dele), a <a target="_blank" href="http://modapraler.blogspot.com/">Laura</a>, a Claudia Berkhout, a Andréa Naccache&#8230; Puxa, que noite deliciosa! Não vou esquecer nunca! Mas foi a partir daí que passei a entender a importância, o alcance, a liberdade editorial dos blogs. Fiquei fã. </p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: E porque o “Tendências” não continuou?</strong><br />
<strong>M.T:</strong> Ele não acabou não! Como disse antes, tinha uma imensa vontade de juntar pessoas para debater, trocar figurinhas sobre o nosso meio.  Por que não passar pra frente experiências boas e ruins? Comentando com algumas pessoas próximas, descobri que não era uma vontade só minha. No primeiro encontro eu e Márcia ficamos aflitas, achando que ninguém apareceria. Que nada!  Você lembra bem! Não vejo a hora de reunir a “velha turma” novamente. Precisamos definir melhor o formato do projeto, mas o “Tendências Contemporâneas” é algo ambicioso e vai continuar. O último encontro foi na casa da Andréa Naccache, onde nos reunimos para assistir a uma entrevista do Yohji Yamamoto sobre seu processo criativo. Depois, além dos compromissos profissionais da namídia fiquei doente e não consegui organizar outro.</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Desde quando você trabalha com moda?</strong><br />
<strong>M.T:</strong> Trabalho com moda desde os 17 anos. Meu irmão mais velho trabalhava numa marca que era cliente da <a target="_blank" href="http://www.suzanaschreiner.com.br/">Suzana Schreiner</a>. Ela comentou que estava à procura de uma estagiária e, como na época eu fazia uma oficina de jornalismo, ele me indicou. Conversamos por telefone e lá fui eu&#8230; O primeiro encontro ia ser coisa séria: um evento de final de ano da Valisère para a imprensa no Panino Giusto, ali na Augusta. Quase deu tudo errado porque cheguei mega atrasada. A pessoa que me esperava já estava fechando o escritório. Quando me viu ficou irritada, porque ia ter que abrir tudo de novo para pegar um look que a Suzana havia separado pra eu vestir. Essa pessoa era a Márcia, minha sócia hoje (risos). Foi lá que aprendi a trabalhar, com Suzana e Márcia. Era uma das mais importantes assessorias. Durante muito tempo fomos responsáveis pela divulgação de marcas como Zoomp, Lino Villaventura, Blue Man, Iódice e Nike. Também fazíamos a divulgação de desfiles internacionais do Louis Féraud e da Anna Molinari lá na Phabrica (antigo espaço do Paulo Borges e Cristiana Arcangeli). Bons tempos&#8230; Estava tudo no comecinho!</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.descolex.com/wp-content/uploads/2008/07/quem-matou-zuzu-angel.jpg" alt="quem-matou-zuzu-angel.jpg" /><br />
“Momento pra sempre na memória. Este foi o primeiro desfile que assisti do Ronaldo. Nem trabalhávamos juntos ainda. Chorei horrores com aquela moda intelectual” (Foto: Nino Andrés)</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Quando a namídia entra nessa história?</strong><br />
<strong>M.T:</strong> Trabalhei com a Suzana durante quatro anos. Depois, fui para a Iódice, onde fiquei dois anos e meio. A Márcia tinha saído para ter bebê, depois ficou um tempo fazendo freelas e passou a me “apurrinhar” para abrirmos uma assessoria. Depois de muitas noites sem dormir, resolvi topar o desafio. A namídia completa agora em agosto sete anos.</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Onde você se formou? Porque optou pela assessoria de imprensa?<br />
</strong>M.T: Fiz jornalismo na FIAM. Assessoria não foi uma opção. Topei o estágio na Suzana porque estava para entrar na faculdade, queria experimentar. Nunca imaginei que fosse ficar. Eu mesma tinha um certo preconceito em relação à moda. Queria mesmo era ser jornalista especializada em música. Um André Forastieri de saias (risos)&#8230; Mas, quando me dei conta já não dava mais. Até fiz algumas entrevistas em TV (MTV, TV Cultura), mas minha experiência era zero. Foi aí que pintou o convite para ir para a Iódice, para trabalhar com a Ana Darce. Fui pra cuidar exclusivamente da imprensa Brasil. Depois de um tempo ela saiu e fiquei responsável por tudo.</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: O que faz um assessor de imprensa?</strong><br />
<strong>M.T:</strong> Cabe ao assessor de imprensa transformar o produto, a mensagem do cliente em notícia. Ser a ponte entre cliente e imprensa. Um facilitador, digamos assim. Um assessor de imprensa deve ter várias qualidades: ter um bom texto, ser um pouco repórter para enxergar possibilidades, ter boas idéias, ser um bom RP, ser um pouco terapeuta (risos). Mas, confesso que encontrar um profissional assim é bem difícil. Por isso, a união faz a força. O que acontece é que o papel da assessoria hoje é diferente de quando comecei. Atualmente o trabalho é muito mais pró-ativo, o cliente espera que você seja também marqueteiro, captador de patrocínios, por exemplo. Somos avaliadas pelo que sai na mídia. E quando não acontece da forma esperada não significa que não houve trabalho, que a marca não foi batalhada. O nosso papel é fazer com que a notícia, o produto, chegue ao jornalista da forma correta, no tempo certo. A partir daí cabe a ele decidir se entra ou não.</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Há quem afirme que trabalhar em assessoria é mais tranqüilo do que em uma redação. Você concorda?<br />
M.T:</strong> Nunca trabalhei em redação, mas pelo que escuto de amigos sei que é bem puxado. Mas em assessoria não é diferente. Os problemas são outros, é claro! O assessor fica entre o cliente e a imprensa. É preciso muito jogo de cintura e paciência para lidar com esses dois lados.</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Qual sua dica para quem quer ser um bom assessor de imprensa?</strong><br />
<strong>M.T:</strong> Eu diria que é preciso acreditar, antes de qualquer coisa, na mensagem, no produto que está vendendo. Caso contrário, você não encontrará argumentos suficientes para transmitir para a imprensa. Outra dica: relacione-se bem com todo mundo. Um produtor hoje pode ser um editor amanhã.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.descolex.com/wp-content/uploads/2008/07/fadas1blog.jpg" alt="fadas1blog.jpg" /><br />
“Foi um presente participar de momento tão importante para a história da moda nacional. Participei desde o comecinho e tinha que ficar com o bico calado, pra não vazar nenhuma informação. Além de agüentar as broncas de jornalistas que não podiam entrar no backstage. Este trabalho, pra mim, é moda e arte. E pura poesia.” (Foto: Sandra Bordin/ Coleção “A Costura do Invisível”, de Jum Nakao)</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Como você vê os blogs de moda hoje? Como tem sido a relação da assessoria com esses &#8220;veículos&#8221;?</strong><br />
<strong>M.T:</strong> Um caminho sem volta! É maravilhoso o alcance, a forma democrática de as pessoas poderem deixar seus comentários, críticas&#8230; Acho que as marcas, as assessorias ainda não se deram conta da importância deste espaço. É algo tão dirigido, certeiro. Afinal, só entra ali quem tem realmente interesse. Incrível a iniciativa da Lilian Pacce de lançar um <a target="_blank" href="http://www.lilianpacce.com.br">blog-site</a>. Mais atual impossível. A namídia, até por conta do Tendências, já não vive sem os blogs. Toda a estratégia que fazemos para os nossos clientes inclui vocês. </p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: E como você vê a imprensa de moda no Brasil de hoje em relação ao que era nos idos tempos de Morumbi Fashion?<br />
M.T:</strong> Como toda a cadeia, a imprensa de moda no Brasil está mais profissional. Os principais veículos do país têm as suas colunas e jornalistas especializados na área. Mas ainda dá um aperto no coração quando abrimos um importante jornal, de tradição, reproduzindo um release enviado pela assessoria. Se por um lado, o cliente fica satisfeitíssimo, eu como jornalista fico bem frustrada. Ou quando você abre um editorial de moda e vê que é uma cópia da Vogue América de dois meses atrás. Triste ver que as revistas de moda quase não têm espaço para novos designers. Claro, elas precisam vender, temos que levar em conta o lado comercial. Mas se não são elas que vão divulgar, alimentar o leitor com o novo, quem vai ser? E, às vezes, fico com a impressão de que certas informações não são devidamente checadas. Talvez a nossa imprensa seja um pouco ingênua ou crédula demais.</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Vocês fazem toda a assessoria da Casa de Criadores e também têm clientes desfilando no SPFW. Quais as diferenças, do ponto de vista da assessoria, de trabalhar nesses dois eventos?<br />
M.T:</strong> A primeira é que fazemos assessoria para todo a Casa de Criadores. Como muitas marcas não têm assessoria, cuidamos praticamente de toda a divulgação (institucional + marcas). Os desfiles são seqüenciais, não recebemos muitos jornalistas de outros estados e de fora do país (ainda). O mapeamento acaba sendo mais tranqüilo. Além do mais, somos responsáveis somente pela imprensa. O André Hidalgo (idealizador do evento), geralmente, contrata um RP para convidar formadores de opinião. Já no SPFW cuidamos exclusivamente do cliente. No desfile do Ronaldo Fraga, por exemplo, somos responsáveis por todo o mapeamento: imprensa, clientes multimarcas, patrocinadores, possíveis patrocinadores, celebridades, clientes do varejo, amigos.  É uma grande responsabilidade.</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: É a assessoria de imprensa a responsável, junto com a marca, por determinar os lugares de cada convidado dentro da sala de desfiles, certo? Como é esse trabalho?<br />
M.T:</strong> Acho que a fórmula é a mesma pra todo mundo. Uma combinação de imprensa, compradores, formadores de opinião e patrocinadores.  Mas nem sempre é possível convidar todas as pessoas, porque muitas delas não podem receber um convite lá atrás.</p>
<p><strong>D: E a Fila A? Como fazer caber imprensa, celebridades e convidados do estilista em tão poucas cadeiras?</strong><br />
<strong>M.T:</strong> Definitivamente é a dança das cadeiras. Mas temos que tentar priorizar imprensa, formadores, compradores e patrocinadores. É sempre um Deus nos acuda! Tem revista que passa seis meses sem colocar uma peça da marca no editorial, sem dar atenção, mas chega lá na hora quer sentar na primeira fila.</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Se tudo é numerado, com mapeamento e envio de convites, porque é inevitável aquela confusão básica de cadeiras antes do desfile? O que fazer quando tem um chato sentado no lugar que não é dele?</strong><br />
<strong>M.T:</strong> Primeiro porque muita gente que está ali não tem a real noção do que representa. Vai pelo evento, para ver as pessoas. Um pouco tupiniquim, mas fazer o quê?! São essas pessoas que desrespeitam o nosso trabalho e também os profissionais que precisam trabalhar. E na confusão, nem sempre conseguimos enxergar quem está sobrando, ou melhor, quem está na primeira fila e que não deveria estar. É jornalista que leva a filha, editor que passa o convite para o cabeleireiro tal e que quer que ele sente ao seu lado, estudantes que sentam e depois dão o maior trabalho pra sair. Mas, quando percebemos que tem gente no lugar errado vamos lá e tiramos. </p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Você tem alguma história engraçada de Fila A que possa contar?<br />
M.T:</strong> Você quer dizer, trágicas, né (risos)? Ah, temos muitas. Mas sempre envolve pessoas conhecidas. Bom, nos meus tempos de Suzana tinha sempre um cara (para gente ele era o Gordinho) que ia a todos os eventos que fazíamos. A Suzana na porta e lá estava ele querendo entrar, enchendo o saco. E ele não era de imprensa, não era comprador. Era simplesmente uma pessoa que gostava do ‘circo’. E não era que ele sempre conseguia driblar os seguranças?! Era impressionante. Quando percebíamos, lá estava ele, com uma taça de champagne na mão, dando tchauzinho. Até que um dia ele me “salvou”. O desfile estava para começar, toda a fila A ocupada e chega a <a target="_blank" href="http://www.erikapalomino.com.br">Erika Palomino</a>. Saí correndo pra ver se avistava alguém, uma alma boa, e o Gordinho na primeira fila&#8230; Claro que de bico! Mas, fui com todo o jeitinho e ele saiu. Problema resolvido, acabamos coleguinhas.</p>
<p align="left" style="text-align: left"><strong>D: Alguns estilistas optaram por subverter a exibição tradicional de suas coleções, fazendo performances (caso de Rita Wainer e Lorenzo Merlino, por exemplo) e tirando as cadeiras. Como você vê isso? Acha que o desfile é um modelo desgastado?<br />
M.T:</strong> Não acho desgastado. Mas que é um alívio quando não precisamos numerar e mapear as cadeiras, isso é. De vez em quando é bom optar por uma fórmula diferente. Desde que dê para a imprensa e convidados entender, ver direito a coleção.</p>
<p align="left"><strong>D: Você está de licença maternidade, certo? Mas, você conseguiu acompanhar um pouco do que rolou nessa temporada que acabou?<br />
M.T:</strong> Sim, estou voltando ao trabalho nas próximas semanas. Mas fui ao desfile do Ronaldo e acompanhei alguns poucos desfiles pelo GNT Fashion, sites e blogs. Do que vi, gostei muito da Maria Bonita Extra (O Amante, livro de Marguerite Duras que serviu de inspiração, é um dos meus preferidos), Maria Bonita, Ronaldo Fraga, Maria Garcia e Priscilla Darolt.</p>
<p align="left"><strong>D: Quais blogs você gosta de ler, recomenda?<br />
M.T:</strong> A lista é bem grande&#8230; <a target="_blank" href="http://www.aboutfashion.com.br/">About Fashion</a>, <a target="_blank" href="http://cestsissibon.blogspot.com/">C’est Sissi Bon</a>, <a target="_blank" href="http://hypercool.blig.ig.com.br/">Hypercool</a>, <a target="_blank" href="http://dusinfernus.wordpress.com/">Dus Infernus</a>, Descolex, <a target="_blank" href="http://forademoda.wordpress.com/">Fora de Moda</a>, <a target="_blank" href="http://www.oficinadeestilo.com.br/blog/">Oficina de Estilo</a>, <a target="_blank" href="http://camilayahn.wordpress.com/">Blog da Cami</a>, <a target="_blank" href="http://graomogol.zip.net/">Mario Mendes</a>, <a target="_blank" href="http://www.modasemfrescura.com/">Moda Sem Frescura</a>, <a target="_blank" href="http://modasobmedida.blogspot.com/">Moda sob Medida</a>, <a target="_blank" href="http://prataporter.blig.ig.com.br/">Prataporter</a>, <a target="_blank" href="http://lelistrattorie.blogspot.com/">Tangerine</a>, <a target="_blank" href="http://djoh.wordpress.com/">Caminho Dourado</a>, <a target="_blank" href="http://vodcabarata.blogspot.com/">Vodca Barata</a>, <a target="_blank" href="http://modapraler.blogspot.com/">Moda pra Ler</a>, <a target="_blank" href="http://www.estiloquem.com.br/">Estilo Quem</a>, <a target="_blank" href="http://runway.blogs.nytimes.com/">On the Runway</a>, <a target="_blank" href="http://www.iht.com/pages/style/index.php">Suzi Menkes</a>; <a target="_blank" href="http://pedroalexandresanches.blogspot.com/">Pedro Alexandre Sanches</a>, <a target="_blank" href="http://djzepedro.blogspot.com/">Zé Pedro</a>, <a target="_blank" href="http://colunas.g1.com.br/zecacamargo/">Zeca Camargo</a>, <a target="_blank" href="http://pphp.uol.com.br/tropico/html/index.shl">Trópico</a>. Espero não ter esquecido nenhum.<strong> </strong></p>
<p align="left"><strong>D: Quais são suas outras fontes de informação?<br />
M.T:</strong> Revistas de moda, de decoração, de cultura, Piauí, caros amigos, sites, rádio, livros, marido e amigos jornalistas (risos). Ah, e recebo muitas newsletters. Como vem por e-mail, guardo pra ler quando sobra um tempinho.</p>
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