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30 nov

Gente, fiz um resumo do que rolou na Casa de Criadores, mas quase ninguém comentou (porque deve ser irrelevante!)…Hahaha.
A nova Malana é um… homem!

Divulgaçãobumbum-casa-criadores
Cada estilista tem o bumbum que merece na passarela

Bunda de fora é tendência…rs. Depois da Malana ter surpreendido todo mundo no desfile da Neon, na temporada de verão do SPFW, foi a vez de um homem causar comoção geral na platéia. No final do desfile de Arnaldo Ventura, ele entrou só de fio dental! Tem que ter coragem pra fazer isso, né?
Saia e vestido, coisa de homem
Não é de hoje que o João Pimenta vem realiza esse estudo dos shapes femininos para roupas masculinas, mas a cada temporada que passa, eu fico mais encantado com o trabalho que ele faz. Apesar de estarem usando saias ou vestidos, a imagem dos rapazes é bem masculina:

DivulgaçãoJoão-Pimenta-inverno-2010
Looks de João Pimenta inverno 2010

E João parece fazer escola dentro da Casa de Criadores. Olha outras coleções com elementos femininos nas roupas dos garotos:

DivulgaçãoAndré-Phergom-inverno-2010
Legging, blusa com saiote e cintura alta na passarela de André Phergom. Gosto de muita coisa da coleção e acho ótimo que ele focou a apresentação só na moda masculina

DivulgaçãoDanilo-Costa-Marcelu-Ferraz-Jadson-Ranieri
Danilo Costa (adoro o trabalho dele também) fez legging de tricô, tipo ceroula; Marcelu Ferraz (oi?) também fez saia; e Jadson Ranieri (numa coleção de caubóis nada óbvia) fez até um terno rosa metalizado!

E aí, rapazes, você gostam? Dá pra usar ou funciona mais como imagem de passarela?

Reciclar também está na pauta

DivulgaçãoWeider-Silverio-inverno-2010
Looks de Weider Silverio inverno 2009

Weider Silverio foi uma grata surpresa no último dia de evento trazendo uma coleção inspirada em Michael Jackson. Ele desconstruiu elementos do guarda-roupa do rei do pop para criar vestidos curtíssimos e brilhosos. E pelo que andei lendo por aí, a crítica foi favorável a ele. Agora, ninguém mais catou que o 1º vestido era feito com aquela fita marrom de fechar caixa? Demais!

A musa de LaChapelle

DivulgaçãoAmanda-Lepore-Casa-Criadores
Amanda Lepore, no backstage da Casa de Criadores

Eu comecei a achar a Amanda Lepore um máximo quando conheci o trabalho do fotógrafo David LaChapelle, de quem eu sou beeem fã. Modelo, cantora, stripper, performer e transexual mais famosa da noite nova-iorquina, ela é a musa máxima dele, com fotos absurdas:

DivulgaçãoAmanda-Lepore-Lachapelle
As fotos de David LaChapelle com a Amanda Lepore não são incríveis?

Depois, fui descobrir que Amanda (que nasceu Armand Lepore em Nova Jersey, nos Estados Unidos e, aos 18 anos, já tinha cortado o pipi fora) foi da trupe dos Club Kids, famoso grupo de jovens festeiros dos anos 80 que deu origem ao livro “Disco Bloobath” e ao filme “Party Monster”. Demais, né? Ela é tão hypada que Jason Wu fez uma boneca à sua imagem e semelhança. A Kidrobot, empresa que é uma das maiores fabricantes do mundo de toy art, também lançou em 2006 uma série de toys da grife Heatherette (pertencente a outro “club kid” lendário, o Richie Rich), sendo que um dos toys é Amanda Lepore:

DivulgaçãoAmanda-Lepore-Kidrobot-Jason-Wu
Amanda Lepore na visão de Jason Wu (esq.) e da Kidrobot (dir.)

Bom, tudo isso pra contar que eu conheci ela pessoalmente, no backstage do último dia da Casa. Ela é baixa e bem magra, com seios enoormes e lábios gigantes – uma mistura de Jessica Rabbit e Marilyn Monroe, sabe? Foi mó legal. Ela é super fina, tem uma pele (ou uma make) perfeita… Adorei. Diz que a apresentação dela no Glória encerrando o evento foi absurda. Ela ficou até sem roupa. Queria ter ido, mas tinha que trampar às 10h no dia seguinte.

Mais um pouquinho do Fashion Mob

A Dra. Vodca fez um videozinho dos Guerreiros de Regina… Tão sweet, que deu vontade de postar:

28 mai

Gente, como muitos sabem, eu escrevo pro Blog LP, então boa parte da minha cobertura da 25ª Casa de Criadores, que começou ontem, vai tá lá. Eu também estou escrevendo pro blog da Nivea junto com outros 6 amigos incríveis… Cada um tá trazendo sua visão e análise de um estilista e de um look específico. Tá sendo bem legal traduzir looks da passarela pra vida real. Mas, pra não deixar o evento passar em branco aqui pelo blog, vou postar os itens que eu mais gosto da passarela, ok?

Glauco Sabino
24 caixas de clipes de escritório para os acessórios!

Pra começar, tem os acessórios da Karin Feller. No backstage, ela contou que usou umas 24 caixas de clipes prateados e dourados pra fazer colares e coletes. Cara, achei muito criativo! Um treco tão barato e banal virou uma coisa diferente na passarela. Fiquei super com vontade de fazer em casa. Será que dá certo? Será que dá pra usar na buati?

Silvia Boriello/ Erika Palomino
A calça preta tem uma faixa rosa-choque atrás incrível! Pena que não achei uma foto…

Também amei os rosas-choque da Der Metropol. O tênis é lindo lindo lindo e a calça de moletom preto com a faixa rosa atrás é super muderno. Quem disse que essa não é uma cor de menino, né? Nunca vi um rosa com atitude tão punk-rock…rs.

Silvia Boriello/ Erika Palomino
João, te amo!

Amei do começo ao fim o João Pimenta. Não porque tem um look especifico que eu curta, mas porque ele continua na história de pensar na roupa de menino olhando pras formas femininas. Só que dessa vez de uma forma fluida. Na estação passada era tudo mais rígido e agora é levinho, solto, numa cartela clara… Delícia!

Silvia Boriello/ Erika Palomino
Estampa incrível e roupa de vidro no Gustavo Silvestre

Gustavo Silvestre fez umas roupas e acessórios de cabeça com vidros… Dá uma imagem bem legal na passarela! Sem contar a colaboração do Ad Ferrera, que criou a estampa, fez a direção de arte, mixou a trilha ao vivo e ainda tá cuidando da festa de encerramento do evento e da estreia da marca dele, a Onono, na sexta.

E hoje à noite tem mais… Vamo que vamo!

17 fev

Mariana Maltoni
João Pimenta, o homem das silhuetas femininas

Aos 41 anos, João Pimenta sente que sua moda ainda precisa de amadurecimento. Integrante desde 2004 do line-up da Casa de Criadores, sendo um dos nomes mais fortes do evento, esse estilista nascido em São Sebastião do Paraíso, Minas Gerais, procura consistência antes de sair de uma semana de moda que revela novos talentos, para um evento “mais comercial”, como ele mesmo define o São Paulo Fashion Week. Sem pressa e sem querer “atropelar as coisas”, ele quer experimentar. Busca uma nova linguagem para a moda masculina, utilizando referências femininas. Essa, inclusive, é a verdadeira essência da sua marca que propõe para o homem uma maior liberdade para se vestir. “A moda masculina é muito chata”, declara o estilista com a autoridade de quem no começo da carreira dedicava-se a criar vestidos de noivas no centro de São Paulo. Nessa entrevista concedida ao Descolex no ateliê dele, em Pinheiros, João conta sua trajetória, fala de sua entrada na Casa de Criadores, de seu sítio em Sorocaba e, é claro, de muita moda masculina. Confira!

Descolex: Quando você decidiu que queria trabalhar com moda?
João Pimenta:
Sempre quis, desde criança sempre fui apaixonado pelos tecidos desde os lençóis às cortinas. Minha família também trabalhava com costura, mas não acho que seja daí meu interesse por moda. Lá em Ribeirão Preto existe a Policia Mirim e, por meio dela, eu fui trabalhar bem jovem no parte de pacotes da Casas Pernambucanas. Eu adorava! E depois comecei a trabalhar com a vitrine, até que vim pra São Paulo.

D: O que você fazia antes de ser estilista? Poderia contar um pouquinho da sua trajetória?
J.P:
Já fiz de tudo; mecânico, office boy, vendedor de loja… Mas sempre quis ser estilista. Em 1985, aos 18 anos, vim morar em São Paulo. Quando cheguei na rua São Caetano, ali na Luz, achei que aquilo era o reino encantado. Fui trabalhando de loja em loja, fazendo vestido de noiva, madrinha, roupa de festa… Até que eu não agüentava mais e resolvi mudar. Em 95, descobri o Mercado Mundo Mix e comecei a fazer só mini-saia pra vender lá. Criava um 300 modelos diferentes e tinham uns mais conceituais, feito de carne, de gilete, de prego, de recortes de revistas pornográficas…

D: E as pessoas compravam essas saias?
J.P:
Olha, muito mais do que vender essas peças, aquilo era um exercício pessoal. A moda é um veículo de expressão muito forte e tentar fazer essa comunicação com as pessoas faz com que você comece a entrar em sintonia com elas. Eu não vendia, mas conseguia encaixar varias delas em editoriais… (risos).

D: E você abandou os vestidos de festa? Não faz mais feminino?
J.P:
Faço vestido muito raramente e são mais para as amigas, que acabo nem cobrando. Exatamente pra deixar claro que eu não vivo mais disso. Mas o feminino ainda é presente na minha coleção. É só dar uma olhada na loja aqui em baixo. Eu acho que criar para o feminino é até mais bacana.

D: Mas porque, então, você só desfila moda masculina?
J.P:
Eu sinto uma carência na área. Vejo aqui na loja os meninos provando as roupas femininas, procurando uma coisa diferente… Para as mulheres já se experimentou de tudo, enquanto que para o homem uma apequena alteração já se transforma no diferente. Acho que o que evouli agora é a moda masculina. Ela vai ficar cada vez mais próxima do feminino até que tudo vire uma coisa só, unisex.

Mariana Maltoni
O estilista em sua loja em Pinheiros

D: Mas você não acha que há uma barreira cultural, pelo menos aqui no Brasil, que impede essa evolução?
J.P:
Essa história de que somente a roupa fala por você, de que ela determina quem você é o que trava os homens brasileiros. Essa associação tá longe de ser real, mas realmente atrapalha os meninos.

D: Aliás, essa discusão dos elementos femininos no guarda-roupa masculino é o tema da sua última coleção, né?
J.P:
Sim. Eu criei uma silhueta onde os homens ganhavam culote, tinham a região dos quadris super destacadas. Era pra chutar o pau da barraca mesmo. A moda masculina é muito chata e eu quis causar esse desconforto. O homem tem silhueta, mas tudo que se faz pra ele é muito quadrado, sabe? Mostrei um homem seguro, que se apropia do feminino e se sente lire pra experimentar. E isso deu uma coisa sexy à coleção.

D: E porque a trilha de picadeiro? Porque os modelos entravam com os braços afastados dos quadris?
J.P:
No sub-texto de desfile, eu quis trazer essa coisa do palhaço, que nada mais é do que uma defesa. De certa forma, os meninos estavam travestidos, mas pro palhaço tudo pode, porque ele tem essa máscara. Já os braços arqueados era pra mostrar que esse homem duro tinha uma sensação de certo estranhamento com seus quadris enormes, era pra brincar com esse novo. Mas eu sei que os modelos bem que gostaram da proposta. Na fila pra entrar na passarela, eles ficavam ajeitando os quadris pra deixar com mais volume… Foi bem engraçado.

D: Você fez faculdade de moda?
J.P:
Não. Eu não tenho formação acadêmica. Quando cheguei a São Paulo eu menti no meu primeiro emprego dizendo que sabia desenhar. Lembro até hoje que minha primeira cliente era uma senhora do interior e eu tinha que fazer um vestido de festa, desenhando na frente dela. Fiquei em pânico! A sorte é que ela sabia muito bem o que queria e gostou muito do meu atendimento, mesmo sem desenho (risos). Gostou tanto que foi me elogiar pro gerente. Isso me fez ganhar uns pontos com ele e me sentir confortável pra dizer que não sabia desenhar. E ele foi muito bacana e começou a me ensinar tudo. É uma história engraçada, mas eu não recomendo.

D: Por quê?
J.P:
Porque eu demorei muito pra dar credibilidade ao meu trabalho. Acho que só fui acreditar que sabia fazer há pouquíssimo tempo. Isso sem contar que você perde muito tempo quando você não sabe a técnica.

D: E como pintou o convite de desfilar na Casa de Criadores? Como foi seu primeiro desfile?
J.P:
É aquela história conhecida. Há cinco anos comecei a fazer roupas para os amigos e a coisa foi fazendo sucesso. Até que um dia eu e o Rodrigo Marques juntamos uns modelos, pegamos umas peças e fizemos umas fotos. Eu mandei o material pro André Hidalgo, a gente ficou um tempo se falando até que um dia surgiu a oportunidade e ele me convidou. Achei que ia detonar no primeiro desfile, só que quem detonou comigo foi a crítica. Daí, eu comecei a ver que eu não era o máximo e fui trabalhando em cima dessas críticas para melhorar.

D: Então você aceita criticas numa boa…
J.P:
Eu acho a crítica fundamental. Ela me serve de termômetro para perceber o que está acontecendo, pra evoluir. Sinto que alguns estilistas mais conceituados atingiram um patamar onde eles não têm mais crítica e, por isso, não evoluem.

Mariana Maltoni
Para ele, SPFW só daqui um tempo

D: Pensa em ir para um SPFW, por exemplo?
J.P:
Sim, claro. É um sonho. Há um ano, eu queria isso muito rápido, mas comecei a perceber que meu trabalho é mais experimental. Meu processo tem outro timing. Não adianta ir para um evento mais comercial sem estar pronto. Sinto que a moda no Brasil vai ser muito grande e eu tenho vontade de fazer parte dessa história que ainda vai acontecer. Por isso, não tem porque ficar atropelando as coisas. Eu preciso de consistência, entrar em sintonia, sacar as linguagens. Além do mais, estou muito desanimado com patrocínio e apoio. A relação é sempre um horror, você sempre está preso…

D: Como as pessoas comuns influenciam seu trabalho? Qual é sua fonte de inspiração?
J.P:
Eu tento buscar inspirações nas coisas simples. E acho muito bacana quando as pessoas comuns, fora do universo de moda, absorvem minhas idéias. No começo achava difícil uma pessoa de um universo como o meu, da roça, da simplicidade, pudesse dizer o que vestir ou o que usar. Mas descobri que são exatamente os contrapontos – pobre e rico, bonito e feio, homem e mulher, chique e cafona – o meu forte. Aprendi a pegar todo essa pauperismo do meu passado e transformar. Moda tem que vir de dentro.

D: Você segue tendências em suas coleções?
J.P:
Tento. Mas acredito muito no inconsciente coletivo. É só prestar atenção nas ruas, nas necessidades das pessoas que vêm aqui na loja… Não adianta você querer ir contra certas tendências. É óbvio que o estilista tem a obrigação de desenvolver uma linguagem prórpria, mas isso não impede de ele seguir certos desejos que estão no ar.

D: O que te faz sentir mais vaidoso?
J.P:
Ver o resultado de um trabalho.

D: O diário de quem você gostaria de ler?
J.P:
De pessoas que estão por ai pela rua, os mendigos.

D: Quando e onde você fica mais feliz?
J.P:
Em meu sítio, em Sorocaba, cuidando dos animais. Sou super da roça, adoro mexer com terra. Tanto que vou pra lá quase todo fim de semana.

D: Então você não é um cara de balada…
J.P:
Nos últimos tempos, tenho ficado um tanto enclausurado, tipo, concentração. Pra mim é muito importante poder aproveitar o dia todo… Tenho muita coisa pra fazer e não dá pra perder o dia me recuperando de uma noitada. Prefiro me preservar. Além do mais, sinto que a noite é repetitiva. São sempre as mesmas coisas, as mesmas caras…

D: O que é chique hoje? Você concorda com os estilistas que falam que é possível usar tudo hoje em dia?
J.P:
Acho que hoje e sempre chique é ser autêntico. Ou seja, dá pra usar tudo, desde que isso não mude sua personalidade.

D: Que tipo de música você gosta? O que anda ouvindo no momento?
J.P:
Gosto de todo o tipo de musica, mas devido a trilha do meu último desfile, tenho procurado muito pelas músicas de picadeiro.

29 nov

João Pimenta fez o desfile mais legal da 2ª noite de Casa de Criadores. Um show de texturas, tecidos artesanais, sobreposições, bordados, brocados, aplicações de taxas e exercícios de alfaiataria… Lindo lindo lindo! O styling, assinado por ele também foi de primeira. Fiquei super empolgado no final do show (assim como muitos com quem eu conversei). Só fiquei pensando se um estilista como João tem saída comercial aqui no Brasil. Penso que poucas pessoas saberiam usar criações tão bacanas e diferentes na vida real. Enfim, como comentou a Laura no final da apresentação, um cara desses tinha que estar em Londres!

No backstage, conversei com ele sobre as inspirações, formas e cores que ele pensou para a coleção:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0yTBL10HAyI]

Outro detalhe legal foram as “tatoos” no rosto de alguns modelos no bloco final do show:

rosto.jpg

Quem assina o trabalho é o pessoal da Gelly’s Tatoo, um estúdio de tatuagem e bodypiercing ali da Vila Madalena. Miro Dantas, Bob Queiroz, Rafael Firmino, Geléia e Cris se revezaram em desenhos inspirados na simbologia das tribos Navarro e Maori (a inspiração de João para a coleção). Pacientemente, faziam cada desenho freehand (sem decalque). Bem legal:

fazendo-a-tatoo.jpg

Nesse vídeo, a entrada final dos modelos, gentilmente filmada da primeira fila pela Biti Averbach:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=RO6snl_PKEk]

7 mai
Super conhecido por quem freqüenta o circuito mais alternativo da noite paulistana, JJ Davis fez uma participação especial no desfile de João Pimenta, no último dia de Casa de Criadores. Todo ornamentado, vestindo uma espécie de macacão preto e um manto, “Jota” foi aplaudido quando entrou na passarela. No sábado, dia 5, o host recebeu o povo no clube D.Edge, na festa de lançamento da coleção de João. Abaixo, JJ no backstage e durante o desfile:

Vídeo

Para não perder o gancho, confira o vídeo gravado no backstage, onde João Pimenta comenta sua coleção. A imagem está um pouco escura, mas, mesmo assim, dá para ouvir direitinho o que ele fala: