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11 nov

Pra matar todas as novidades que eu queria falar e não tava conseguindo arranjar tempo para escrever, vai mais um (último) post com notinhas, tá?

Nike gladiadora

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A sandália da Nike chegou ao Brasil em três cores: prata, preto e branco

Sandália gladiadora no verão virou quase uma Havaiana… Todo mundo usa. Não deve ser à toa que até a Nike resolveu aderir: acaba de chegar a São Paulo a “Gladiator Mid”, sandália (ou seria tendália? Ou santênis?) desenhada pela estudante de arte Nancy Wu durante um estágio na gigante dos esportes. A peça faz parte da linha “Remixed & Recut” e está disponível em três cores: na Doc Dog tem a prata, na Surface to Air tem a preta e na Maze Skateshop tem a branca. Apenas uma grade do produto – ou seja, 12 pares – estará disponível em cada loja. Fora do país, ele foi vendido em pontos exclusivos como a Colette, em Paris, em números reduzidos também. O preço? R$ 269,90. Você paga?

As parcerias da Levi’s

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Camiseta do designer Danny Sangra para a Levi’s

Depois do sucesso de parcerias com artistas como Klaus Haapaniemi, Lennard Schuurmans, Luke Insect, Robert Geller, Jean Paul Gaultier e Damien Hirst, a Levi’s acaba de apresentar o novo participante do projeto “Collaboration Tees”, o designer gráfico e ilustrador Danny Sangra. Ele é conhecido por seus grafites, capas de CD’s e os desenhos que desenvolveu para Marc Jacobs. Para a marca de jeans, Danny criou dois modelos masculinos e dois femininos de t-shirts que estarão disponíveis nas lojas de todo o mundo. Além da camiseta, o designer criou um kit contendo a camiseta com sua caixa correspondente e seis postais… cute!

O Rolo da MCD

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O que será que vai sair desse tecido pintado? Uma camiseta gigante?

Em parceria com a revista Vice, a MCD desenvolveu um projeto de customização batizado de “O Rolo”. A proposta foi fazer diferente do que algumas marcas geralmente fazem: ao contrario de dar ao artista uma peça pronta para que ele customize, a MCD deu um rolo de tecido! Duas duplas participam da história: Rafael Sliks e Rafael Hayashi (grafiteiros); Marco Ubaldo (ilustrador) e Bob Queiroz (tatuador). Será a partir do que eles fizerem nesse tecido, que a equipe de estilo criará as peças. Pensando ainda na reciclagem e no meio-ambiente, o rolo foi feito com sobras de tecidos das coleções passadas, reaproveitando um material não utilizado. Todas as fases do “O Rolo” estão sendo registradas em vídeo e postadas no blog do projeto. Os tecidos estarão expostos entre os dias 18 e 21 de novembro no Espaço Matilha Cultural, aqui em São Paulo.

10 nov

Gente, muita coisa rolando e eu não estou dando conta de postar tudo aqui no blog. Ainda bem, né? Sinal que o povo anda produzindo e criando muito. Bom, portanto, vou dar umas notinhas curtinhas. Depois, comentem aí qual vocês gostaram mais, vai ;-)

Experiência Cavalera

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Estampas criadas para o “Experiência Cavalera”

A marca de Alberto Hiar acaba de lançar o “Experiência Cavalera”, projeto que pretende divulgar novos artistas e grupos de criação. Para essa primeira edição, foram escalados cinco nomes, cada um com seu estilo: Speto, Pato e Samelo, além dos coletivos SHN e Base V. Esse time criativo desenvolveu uma série de estampas exclusivas, inspiradas em temas urbanos e bem streetwear. Cada camiseta vai receber um tag especial com informações sobre o trabalho do artista e as peças vêm ainda acompanhadas de um impresso da ilustração. O projeto é uma edição limitada. Por isso, serão produzidas apenas 300 unidades de cada modelo, que já estão disponíveis nas lojas da Cavalera.

Spirito Santo e o Grafite

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À dir., jaqueta jeans grafitada por Pablo Etchepare

A marca Spirito Santo inspirou-se no universo dos grafites e outras expressões urbanas para desenvolver o verão 2010 deles. Algumas peças da coleção receberam intervenções de artistas de rua como a jaqueta aí de cima, grafitada por Pablo Etchepare. A marca, aliás, foi uma das escolhidas para vestir a dupla Os Gêmeos – que estão com a exposição “Vertigem”, na FAAP, aqui em São Paulo – para capa da Revista Serafina, encarte da Folha, que saiu no dia 24 de outubro. Diz que eles gostaram tanto do colete xadrez que queriam comprá-lo na hora das fotos para a matéria da revista. Então, tá.

New Era de Gala

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O boné da New Era tem uma pala inspirada no black tie

É no mínimo curioso: para a nova coleção, a New Era resolveu brincar com o universo do black tie e criou um boné chamado “New Era Gala”, que é feito em cetim, camurça e tem – preste atenção – pala de fraque na parte de trás! É tão, digamos, estranho, que acho que vai ter gente bem querendo esse modelo. Uma outra leitura possível dessa peça seria a de que o detalhe evoca o mundo do hip hop, onde meninos usam lenços de seda embaixo dos bonés, os chamados doo-rags (lenços ou bandanas usados para proteger a cabeça em outros tempos e hoje artifício de estilo). Você curte? Eu ainda não tenho uma opinião, sabia? Bom, esse modelo é da linha Special Edition, com poucas peças produzidas. Portanto, se quiser comprar, é bom se apressar. Para saber onde encontrar, ligue: (11) 3315 0910.

21 out

Ontem eu falei que tava cheio de coisas pra falar e que por isso, ia dar dois posts em hoje. Hoje é o segundo:

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Adorei. Será que é caro?

Fiquei sabendo que a Evoke tem um projeto bem interessante na Itália para produzir óculos sustentáveis, o “Conscious Design”. Eles são desenhados e desenvolvidos com uma matéria-prima biodegradável, vinda de fonte 100% natural e renovável: o BioPlastic. São dois modelos, o EVK nº 4 e o Super Seed. O material utilizado na fabricação deles não usa tinturas, tem textura fosca e é extremamente leve. Já as embalagens trazem o selo FSC (Forest Stewardship Council), que, segundo uma amiga jornalista ambiental me explicou, é uma das certificações mais bacanas e respeitadas nessa área. Quer mais? Os estojos vêm em tecido de pet reciclado forrados de algodão natural. Gostei da iniciativa, que já é vendida aqui no Brasil.

Livro sobre grafite

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“Estética Marginal” mostra o grafite como expressão de arte

Rolou na última Pixel Show 2009 o lançamento do livro “Estética Marginal”, 2º título publicado pela Editora Zupi e o 1º de uma série de 5 volumes de autoria de Victor Moriyama e Felipe Lopez. Com intenção de mostrar o grafite como expressão de arte, a obra reúne textos críticos sobre o movimento dos grafiteiros e conta a trajetória de dez artistas do gênero: Akeni, Boleta, Chivitz, Highraff, Prozak, Nove, Nunca, Paulo Ito, Titi Freak e Zézão. O projeto é resultado de dois anos de documentação, pesquisas, entrevistas e exploração do espaço urbano da cidade de São Paulo realizadas pelos autores. Já o prefácio foi escrito pelo fundador da marca Ecko Unltd., o artista Marc Ecko, que começou sua carreira como grafiteiro na década de 80. O livro tem 160 paginas, com capa dura. Na loja virtual da Zupi, ele custa R$ 50, sem o frete. Fica a dica pra quem curte o assunto.

22 set

O queridíssimo Lula Rodrigues lança em novembro um aguardado livro sobre moda masculina. Na obra, haverá um capítulo inteirinho dedicado à cultura street. E para escrever essa parte, Lula não economizou nas referências e na bibliografia, não. Lembra que uma vez eu postei um vídeo dele apresentando sua biblioteca? Pois, então, desse mooonte de livros incríveis sobre moda, ele gentilmente listou quais são os dedicados ao streetwear. É uma relação preciosa pra quem gosta do assunto, daquelas da gente guardar pra ir comprando aos pouquinhos… Ou pedindo pros amigos de presente (meu aniversário é em março, tá?). Dá só uma olhada que lista boa.

Cultura Street

Reprodução
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REI KAWAKUBO AND COMME DES GARÇONS – por Deyan Sudjic – Rozzli International Publications – Nova Yrok – 1990

BORED – SURF, SKATE, SNOW GRAPHICS – por Patrick Burgoyne e Jeremy Leslie – Laurence King Publishing – Londres – 1997

STREET STYLE – BRITISH DESIGN IN THE 80S – por Catherine McDermott – The Design Council – Londres – 1987

SMILE ID – FASHION & STYLE – THE BEST FROM 20 YEARS OF ID – editado por Terry Jones – Taschen – 2001

THE ENCYCLOPAEDIA OF THE ‘80S – 1980 – 1990 – A DECADE OF IDEAS – Compilado e produzido pela ID Magazine – Penguin Books – Londres – 1990

ROOTS OF STREET STYLE – por Zeshu Takamura – 1997

VIVIENNE WESTWOOD – AN UNFASHIONABLE LIFE – por Jane Mulvagh – Harper Collins Publishers – Londres – 2003

VIVIENNE WESTWOOD – por Claire Wilcox – V&A Publications – Londres – 2004

VIVIENNE WESTWOD SHOES – Editado por Luca Beatrice e Matteo Guarnaccia – Damiani Editore – Bolonha – Itália – 2006

REVISTA ART ACTUEL – MAIO/JUNHO DE 2004 – MATÉRIA DE CAPA – VIVIENNE WESTWOOD – EX-PUNK, REINE DE LA MODE BRITISH –

VIVIENNE WESTWOOD TALKS ABOUT HER EXTRAORDINARY LIFE IN FASHION V&A MAGAZINE – SPRING 2004

GALLIANO – por Colin McDowell – Rizzoli International Publications – New York – 1998

JEAN PAUL GAULTIER – por Colin McDowell – Cassell Paperbacks – 2001

IDENTITY – DRESS CODES IN EUROPEAN SCHOOLS – LONDON / PARIS / BERLIN / BARCELONA / MILAN JANUARY 2004 – APRIL 2006 – por Catherine Balet – Steidl Publishers – 2006

FRUITS – Phaidon Press Limited – londres – 2001

NYLON STREET – THE NYLON BOOK OF GLOBAL STYLE – Universe Publishing – 2006

STREET STYLE – FROM SIDEWALK TO CATWALK – por Ted Polhemus – Thames and Hudson – Londres – 1994

STYLE SURFING – WHAT TO WEAR IN THE 3RD MILLENNIUM – por Ted Polhemus – Thames and Hudson – Londres – 1996

BACK IN THE DAYS –FOTOS BY JAMEL SHABAZZ – Introdução por Fab 5 Freddy / ensaio por Ernie Paniccioli – powerhouse Entertainment – 2001

A TIME BEFORE CRACK – JAMEL SHABAZZ – powerhouse Cultural Entertainment – 2005

PUNK – THE WHOLE STORY – Prefácio por Deborah Harry – MOJO Magazine – 2006

THE ENCYCLOPEDIA OF JAPANESE POP CULTURE – por Mark Schilling – Weatherhill, Inc. – 1997

STREET WEAR – THE INSIDER’S GUIDE – por Steven Vogel – Thames and Hudson – Londres – 2007

SEARCH & DESTROY # 7 – 11 – THE AUTORITATIVE GUIDE TO PUNK CULTURE

PUNK ! – AN A-Z – Por Barry Lazel – Prefácio por John Cale – Hamlyn – londres – 1995

GETTING IT ON – THE CLOTHES OF ROCK’N ‘ROLL – Por Mablen Jones – Abreville Press Publishers – Nova York – 1987
THE LONDON LOOK FASHION FROM STREET TO CATWALK – Por Christopher Breward, Edwina Ehrman e Caroline Evans – Museum of London – Londres – 2004

PORTRAIT OF A GENERATION THE LOVE PARADE FAMILY BOOK – Por Alfred Steffen – Taschen 1997

SURFERS, SOULIES, SKINHEADS & SKATERS – SUBCULTURAL STYLE FROM THE FORTIES TO THE NINETIES – Por Amy de La Haye e Cathie Dingwall the Overlook Press Woodstock New York – 1996

JAM – STYLE / MUSIC / MEDIA – Prefácio por Jane Alison – Barbican Art Gallery – Londres – 1996

I D – AN EXHIBITION CELEBRATING 25 YEARS OF ID – Curadoria de Terry Jones – Fashion and textile Museum – 2005

ID – SAFE + SOUND – Publicado por ID Levelprint – 2007

Grafite, Street Art e Arte Contemporânea

Reprodução
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FREIGHT TRAIN GRAFFITI – por Roger Gastman, Darin Rowland e Ian Sattler – Thames and Hudson – London – 2006

GRAFFITI PARIS – Fotos de Fabienne Grévy – Abrams, Nova York – Éditions La Martinière Group – Paris – 2008-10-12

TTSSS… – A GRANDE ARTE DA PIXAÇÃO EM SÃO PAULO, BRASIL – organizado por boleta (Daniel Medeiros) – Editora do Bispo

O GRAFFITI NA CIDADE DE SÃO PAULO E SUA VERTENTE NO BRASIL – ESTÉTICAS E ESTILOS – por Binho Ribeiro / Celso Gitahy / Chaberlly Estrela / Guilherme Scandiucci / Iracema Jandira Oliveira da Silva / Rolf Schumann / Tinho – Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo – 2006

GUIA ILUSTRADO DE GRAFFITI E QUADRINHOS – de Piero Bagnariol, Fabiano Barroso, Maria Luiza Viana e Pedro Portela – Prefeitura de Belo Horizonte.

GRAFFITI BRASIL – por Tristan Manco / Lost Art / caleb Neelon – Thames and Hudson – 2005.

PIXAÇÃO: SÃO PAULO SIGNATURE – por François Chastanet – Xgpress – sem mais dados bibliográficos.

GRAFFITI WOMEN – por Nicolas Ganz – Thames and Hudson – 2006

GRAFFITI NYC – por Hugo Martinez – Prestel – Munich, Berlin, London, New York – 2006

STREET LOGOS – por Tristan Manco – Thames and Hudson – 2004

BCN NYC : STREET ART REVOLUTION – POR Louis Bou Romero – Instituto Monza de Ediciones – Barcelona – 2006

BEAUTIFUL LOSERS – CONTEMPORARY ART AND STREET CULTURE – Contemporary Arts Center, Cincinnati – 2005

ARTE POP – MOVIMENTOS DA ARTE MODERNA – POR David McCarthy – Cosac Naify / Tate Gallery Publishing – 2002

BASQUIAT – Jean –Michel Basquiat – 1960 – 1988 – por Leonhard Emmerling – Paisagem Distribuidora de Livros Ltda / Taschen – 2005

ART NOW – ARTE Y ARTISTAS APRINCIPIOS DEL NUEVO MILENIO – Taschen 2005

YOUNG, SLEEK, AND FULL OF HELL – TEM YEARS OF NEW YORK’S ALLEGED GALLERY – Drago Arts and Communication S.R.L. – 2005 – Italy

BANKSY WALL AND PIECE – The Randon House Group Limited – 2005

JEAN-MICHEL BASQUIAT – OEUVRES SUR PAPIER – WORKS ON PAPER – Foundation Dina Vierny Musée Maillol – 1997

FLY FLYER FLY – por Louis Bou – Instituto Monsa de ediciones – 2006

FLY – THE ART OF CLUB FLYER – por Nicola Ackland-Snow, Nathan Brett, Steven Williams – Thames and Hudson – 1996

DESIGN AFTER DARK – THE STORY OF DANCEFLOOR STYLE – por Cynthia Rose – Thames and Hudson – 1991.

Toy art

Reprodução
toy-art

TOYS: NEW DESIGN FROM THE ART TOY REVOLUTION por Jacob Hoye. New York: Universe, 2005.

FULL VINYL por Ivan Vartanian. New York: Vartanian, 2006.

FRIENDS WITH YOU por Robert Klanten, Hendrik Hellige. Berlin: Die Gestalten Verlag, 2006.

I AM PLASTIC: THE DESIGNER TOY EXPLOSION por Paul Budnitz. New York: Abrams, 2006.

VINYL WILL KILL – por Systems Design Ltda – 2004

Bling Bling – Jóias do Hip Hop

Reprodução
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BLING: THE HIP HOP JEWELLERY BOOK – por Gabriel A. Tolliver e Reggie Ossé – Bloomsbury Publishing Plc Londres – 2006

BLING BLING – HIP HOP’S CROWN JEWELS – por Minya OH – prefácio Ludacris – Wenner Books – Nova York – 2005

THE LIFE AND DEATH OF BLING BLING – Apresentado por Matthew Vescovo – Instructoart Book Associates – Nova York – 2004

16 set

Reprodução
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“Halo”, o spary que não tem tinta

Olha que bacana essa dica que a Brissa me mandou: “Halo” é uma espécie de lata de spray pra grafite que não tem tinta, mas luz. Isso mesmo! Ela tem um LED na ponta que permite aos artistas grafiteiros pintar com a mesma técnica e gestos que usariam num trabalho convencional. É possível mudar a cor e o brilho da luz criando diferentes estilos de grafite. Se a luz não tem bateria suficiente, basta agitar a lata para que adquira energia outra vez. A invenção é do designer francês Aissa Logerot.

Reprodução
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A lata tem um LED na ponta

Eu nunca fui um expert em Física, mas penso que o desenho feito com o “Halo” não fica numa parede que nem tinta comum. Tampouco é possível escrever algo que fique “vagando” no ar… Afinal, luz não é matéria, certo? O efeito que a gente vê aí na imagem não passa de um truque de fotografia, quando a gente deixa que a luz entre por mais tempo na câmera. Se eu estiver errado, alguém me corrija, please! De qualquer forma, a brincadeira é bem legal, hein?

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