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7 jun
Andando pela Marina da Glória, encontrei o fofo do Johnny Luxo circulando. Pedi para ele comentar a trilha sonora do desfile da TNG, que rolou essa quarta. Confira o vídeo:

6 jun
Vestidos em algodão, maxi camisetas, saias, muitas cores e bom humor… É essa a cara da marca Madame Surtô, de Pernambuco. Presente pela terceira vez no Fashion Business, a grife surgiu em 2005, quando Tais Asfora resolveu trocar a carreira de Cientista Contábil pelo universo da moda. Quem desenha os modelos é sua sogra, Thais Asfora. A comercialização e administração ficam nas mãos do marido. “Mas a gente também dá as idéias para as estampas”, conta a simpática Tati.

É o caso do coleção Divas, que traz enormes silks de estrelas como Brigitte Bardod, Janis Joplin, Audrey Hepburn e Twwigy. “A idéia veio do nada. É que a gente é fã mesmo”, explica. Para ela o Fashion Business foi a verdadeira porta de entrada no mercado. “Há três anos atrás a gente só vendia em Pernambuco. Hoje, a grife está em multimarcas no Rio, São Paulo, Salvador, Aracaju, João Pessoa, Belo Horizonte e Porto Alegre”, conta. Abrir a própria loja? “É um sonho, mas a gente quer ir aos pouquinhos, com pequenos passos”, conclui.

As meninas da Madame Surtô (reparem no vestido de Tais, à esquerda. As anteninhas da borboleta são a alça da roupa. Fofo, né?)

6 jun
Quem passa na loja da Doc Dog no Fashion Business, bolsa de negócios que rola paralelamente ao Fashion Rio, está levando para casa uma maxi bolsa laranja (a cor da temporada, segundo Alexandra Farah). “Só hoje [terça] distribuímos mais de mil delas”, contou o assessor da marca. Uma graça não é?

Silvia Pfiffer fazendo a linha modela pro descolex.

P.S: Dando uma geral na cobertura do Fashion Rio, descobri que o Uol deu uma matéria com o mesmo assunto, só que dois dias depois. É o descolex saindo na frente… hehehe.

6 jun

Vejam a última entrada de Gisele no desfile da Colcci. Ela usou um macaquinho de paetes, num look Bebel de “Paraíso Tropical”…rs.

Abaixo, a entrada final das modelos:

6 jun

E por falar em chocho… Tenho mais um (sorry): o “efeito Madonna” que Gisele Bundchen causou ontem no desfile da Colcci. Na entrada da imprensa para a sala foi um empurra-empurra, uma aglomeração que eu nuca vi. E tinha gente que ainda achava graça. Uma gritava “pará de amassar o meu look Prada”. Os fotógrafos, sempre os mais engraçados e desbocados, xingavam muito e até o assessor que estava fazendo a entrada dos profissionais falou lá de cima “quem tem credencial grita ae”, numa empolgaçãozinha sem sentido… Enfim, um verdadeiro caos, uma bagunça. E pra que? Para ver Gisele e só. Não era pra ver o desfile da Colcci. Fico me perguntando: tudo bem que, para a marca, ter Gisele na passarela significa muita, mas muita publicidade gratuita no mundo todo (o que representa dinheiro). Mas, será que isso é publicidade mesmo? Ninguém, nos corredores do Fashion Rio, dizia “vou ao desfile da Colcci”, era só “vou ver a Gisele”. Ou seja, a marca, a razão disso tudo, ficou totalmente em segundo plano. Hoje, passando por uma banca de jornal, vi que na imprensa só dava Gisele. A Colcci foi mera coadjuvante nisso tudo. Vale a pena?

Aglomeração na entrada da imprensa para o desfile da Colcci

Tem mais sobre isso no BlogView.

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