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15 jan

Tá sendo uma loucura e uma delícia cobrir pela primeira vez o Fashion Rio na TV. Queria fazer mais posts, twittar mais… Só que dona “Lady Murphy” existe, né? Meu computador pifou e meu celular travou. Mas, beleza, não vou me chatear e não vai ser a tecnologia que vai me derrubar. Entre uma gravação e outra, cliquei algumas pessoas cheias de estilo pelos corredores do Píer Mauá. O cenário escolhido foram as enormes fotos da exposição dedicada aos criadores que contribuíram para a criação do lifestyle carioca. Olha como esse povo sabe ser bacana. Pra quem ta pensando nos looks pra arrasar na SPFW que vem por aí ou mesmo pra quem quer arrasar no dia a dia, eles nos ensinam coisas bem legais:

O Jeff Ares super saca que a peça mais básica e essencial do guarda-roupa masculino, a camisa, pode ficar bem bacana com o charme de um lenço pendurado como quem não quer nada. Sem contar na mistura de clássicos de uma forma bem inteligente: óculos Ray-Ban, cinto de couro trançado, meia xadrez nerdizinha… Chique, elegante e despojado.

Tudo bem que o Brian Boy tava pagando bem de gringo e passando um calor danado com uma lã enrolada no pescoço. Mas a gente aprende que um paletó sob os ombros e uma cordenação de cores simples – como azuis e branco – pode render uma produção incrível. Pra quebrar tudo isso, uma bolsa amarela, um tênis dourado e um óculos super futurista.

Além do amarelo ser uma cor que eu ando amando ver, a Lucia Koranyi deu todo um charme colocando um lação na cabeça da mesma cor e um mocassim fofo camelo. Super fresquinho e até sexy, com ar de inocência… Vai saber como.

O mais legal da produção do Rogério S. é o colar feito de gravatas amarradas e torcidas. O acessório ridículo de ser reproduzido dá toda uma cara diferente pra dupla calça preta e camiseta cinza. Sem falar que a idéia nos ensina que, dentro de um styling inteligente, nem sempre as peças são para ser usadas da forma “tradicional”. Além das amarrações, olha como o moletom de capuz é vestido! Brincar de usar a mesma coisa de maneiras inusitadas, cria mil opções de looks.

A Nathalia Gastim mistura calça molinha de cintura alta com estampa de oncinha com uma camisetinha super navy de listras. Quem ia imaginar que a combinação iria dar certo? Mas, super deu! Ousar, experimentar e não ter medo de errar é a chave de um estilo único.

Ok, se você sair de legging e todo dourado, é capaz de acharem que no mínimo você enlouqueceu. Mas, se não dá pra pegar busão montado desse jeito, pelo menos tem as Fashion Weeks pra se jogar mesmo. E que delicia se divertir como o Léo Muqui se diverte com a moda…

A Antonia Petta tá sempre linda com as produções mais básicas. Sapato redondinho, macacão e cinto… Tudo preto. O que dá o charme, então? A escolha do shape certo pra roupa (nada justo demais, nada solto demais), o marcante batom vermelho e a deliciosa personalidade dela, que parece transbordar pras roupas. E a foto da Gloria Kalil jovem, linda, leve e solta, deixa a foto mais incrível ainda, não acham?

Mesmo ralando o dia todo no Fashion Rio, o Victor Fresi tá sempre na estica, com peças de shape sequinho e bem clássicas. Sorte a dele, que tem o corpo (e a magreza!) ideais pra isso. Destaque pros acessórios, como a bolsa carteiro da Louis Vuitton, o aviador de aro dourado e o sapato sem meia.

A Brisa é gordinha, mas isso não a impede de arrasar nas produções (hello pras garotas que pagam mico com roupas justérrimas que marcam até a alma!). Pra mim, ela é uma pin-up dos tempos modernos. Linda com suas saias curtinhas, regatinhas podrinhas, sapatilha, óculos gatinho e até um topete. Tudo em cores bem neutras pra destacar a beleza das tattoos mais incríveis da temporada.

A Marie Fava tem um talento invejável pra misturar coisas que à primeira vista não tem nada a ver. Quem disse que uma saia estampada meio hiponga não pode ficar super moderna com um Oxford bicolor e uma camiseta de listras? O segredo está no uso da mesma cartela de cores – branco e preto – combinada com um colarzão vermelho de correntes comprado em brechó. Sai da monotonia, sem estragar o visual.

Outro exemplo de look fácil, mas que super funciona: jeans com jeans. O pulo do gato está na combinação de lavagens diferentes e na mistura de um comprimento super curto e feminino, com uma camisa bem masculina, grandona… Aliás camisa jeans é uma das coisas mais bacanas da moda atualmente na minha humilde opinão. Ponto pra Marcela Jacobina!

11 jan

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Julia Valle

Quando eu peguei o release da coleção de inverno 2010 da estilista Julia Valle, achei que eu tava lendo grego. “Ou ela, ou a assessoria dela viajaram grandão”, pensei. “Uma máquina de escrever, produzida nos anos 50, define as formas, cores e modelagens da coleção TNWMLC. Seu layout de teclas inicial, o amplamente reconhecido QWERTY, se permite reconfigurar, a partir de um acidente cirúrgico, para outras propostas de praticidade e desconforto”, diz o começo do texto. O que significa isso? Grego. Mas, depois que eu assisti ao desfile de sua 4ª coleção dentro do Prêmio Rio Moda Hype, que abriu o Fashion Rio nesta noite de terça, tudo fez sentido. “Foi eu quem escreveu o release. Parece que não escrevo pro povo da moda, mas pra velho”, disse ela pra mim numa rápida entrevista num banquinho ali do Pier Mauá. Digo rápida, pois, sinceramente, minha vontade era de ter passado umas boas horas papeando com essa mineira de Belo Horizonte, que diz adorar plantar o que come. Suas ideias e opiniões são claras e inteligentes. Desenvolvendo uma moda bastante autoral, fruto de um processo criativo muito particular, Julia, na minha humilde opinião, é uma grande promessa das passarelas. Afinal, uma pessoa com esse talento, há de fazer sucesso. Eis os melhores trechos de nossa conversa:

Descolex: Como você se interessou por moda?
Julia Valle:
Eu sempre achei que odiava moda. Com esse meu tamanho (ela veste 32!), nunca conseguia comprar roupas. Então, eu fazia as minhas próprias… Ou mudava as que eu comprava. Meu pai costurava já, apesar da profissão dele ser arquiteto. Então, eu aprendi um pouco com ele. E eu nunca entendi essa lógica da moda, do “que está na moda”. Na escola, todo mundo tinha uma bolsa da Company, mas eu nunca quis ter uma, sempre procurei uma moda minha. Acho que essa necessidade de ser igual é muito do brasileiro.

Descolex: Como assim?
J.V:
Eu tenho umas viagens, umas teorias minhas pra explicar a maneira de vestir do brasileiro. Provavelmente não seja a certa. Acho que essa nossa herança escravocrata fez com que a gente queira sempre se vestir para o outro. Com tantas diferenças num país como nosso, a moda acabou funcionando como um espaço que a gente encontrou para ser igual.

Descolex: Você estudou moda?
J.V:
Estudei. Primeiro, me formei em comunicação social pela UFMG. Em 2005, fui trabalhar como designer gráfica na Alphorria. Já com um pé no mercado, vi que precisava buscar mais conhecimentos e, como eu já tinha uma relação com os países escandinavos (a irmã dela mora na Suécia), resolvi ir pra Dinamarca. Fiz uma espécie de mestrado de moda na Designskolen. Próximo ao final do curso fui convidada a estagiar no atelier do estilista dinamarquês Henrik Vibskov. Daí, não parei mais. Voltei ao Brasil e trabalhei três anos na Printing, onde realmente descobri o que é ser minuciosa e preciosista, na Faven aprendi muito sobre tricô e na Redley conheci o lado mais leve da moda. Desde 2008 crio pequenas coleções autorais, e a parte boa é que dá vontade de continuar na moda.

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Looks da coleção de inverno 2011

Descolex: E o que te interessou na moda dinamarquesa?
J.V:
Eles têm uma concepção de corpo e moda diferente. A roupa respeita o físico das pessoas, não é imposta por um padrão. Acho que a minha moda é assim por causa dessa influência: minha roupa tem que se comunicar com que a veste, funcionar e fazer sentido para ela.

Descolex: Quem são seus estilistas preferidos?
J.V:
Rei Kawakubo, Junya Watanabe, Martin Margiela… Percebo que há muito tempo a cobertura do corpo com tecidos não mudou muito, as coisas evoluíram, mas continuam muito iguais. Me interessa quem busca algo diferente, as pessoas que propõem novos caminhos para a moda.

Descolex: No release da coleção, você fala que partiu de uma máquina de escrever. Como é seu processo criativo?
J.V:
Acho que eu começo pelo lado errado. Costumo trabalhar com objetos de estudo que não me fornecem imagens em primeira instância e daí as formas vão surgindo com os estudos, as manipulações. A máquina de escrever, por exemplo, surgiu porque eu estava procurando um teclado que fosse mais confortável para digitar. E, por uma questão de satisfação pessoal mesmo, de querer entender como funciona a disposição das letras, que eu acabei chegando nessa máquina. Enfim, não parto de croquis, mas de formas que serão transformadas em modelagens. E existe uma curiosidade muito grande para saber o que aquela forma vai virar quando ocupar o tridimensional. E a estética final das peças fica quase em segundo plano.

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Clica pra ver grandão!

Descolex: Tá, mas como uma máquina de escrever vira molde? Ainda não captei.
J.V:
Vamos supor que você digite uma palavra, “amor”. Se você ligar os pontos de uma letra a outra – A ao M ao O ao R – você desenha uma forma geométrica. É a partir dessa pequena forma geométrica que eu começo a desenvolver a modelagem. Tanto que em cada peça da minha coleção o verso do tecido é todo carimbado com a palavra que eu usei como ponto de partida.

Descolex: Como jovem criadora, o que você acha que falta para os novos talentos se inserem de fato no mercado brasileiro?
J.V:
Hoje, existem muitos espaços onde um jovem talento pode apresentar seu trabalho. Temos o Rio Moda Hype (Rio de Janeiro), a Casa de Criadores (São Paulo), o Dragão Fashion (Fortaleza)… Mas, seja na moda, seja em qualquer outra área, falta aos jovens criadores o reconhecimento por parte do mercado e a profissionalização do trabalho. Não posso entender que um estilista consiga de fato realizar um bom projeto se ele não tem uma equipe que o ajude a desenvolver esse trabalho. Também faltam nas academias ou escolas brasileiras um maior aprofundamento no conteúdo teórico, mais prática e uma maior interdisciplinaridade na grade curricular. Penso também que a moda brasileira como um todo terá maior espaço quando forem melhorados os níveis de salários, treinamentos, capacitação e especialização. Dessa forma as pessoas poderão ter mais acesso à cultura e evoluir na profissão.

12 jan

No domingo os termômetros bateram 40,4º C aqui no Rio… Só que, com essa umidade que faz, dizem que a sensação térmica é de 50º C. O povo ta derretendo aqui no Píer Mauá. E o nosso querido repórter seminu continua arrasando nos modelitos pra driblar as altas temperaturas. Veja a look dos últimos dois dias dele:

Janaína Rosa/ Angel/ ReproduçãoBruno-Fashion-Rio-Inverno-2010
Aqui no Pier Mauá, o apelido dele já é Brüno, o repórter de moda mais sem noção of the world

E olha quem encontrei nos corredores do Píer Mauá: a roqueira Costanza Pascolato! Pois é, ontem ela deu uma entrevista ao Blog LP com dicas do que ela anda ouvindo. Na playlist, White Stripes, The Horrors e The Kills. Já hoje, ela apareceu com um anelzão de caveira. Fala a verdade: ela não é a avó que todo fashionista queria ter?

Aurea Calcavecchiacostanza-caveira
Costanza, quero ser seu neto!

A cada novo dia de evento, um novo navio de cruzeiro faz o cenário por aqui. Eu nunca tinha visto um transatlântico tão de perto e fiquei impressionado com o tamanho do bicho. E como é verão, tem fila de navio aqui no porto. Esse da foto é o maior que eu vi nos últimos dias… Bizarro quando eles estão partindo e tocam aquela buzina absurda. Não tem um canto que não se possa ouvir. Nem dentro das salas de desfiles.

Glauco Sabinonavio-fashion-rio-pier-mauá
Olha o tamanho da criança!

Achei bem legal a intervenção artística que a Blue Man fez ontem, na programação paralela do Fashion Rio. Produtores, fotógrafos, stylists, grafiteiros e cenógrafos se reuniram debaixo do Viaduto Perimetral, logo na entrada do evento no Píer Mauá, para fotografar e produzir todo o material de divulgação dos próximos seis meses da grife. A marca reuniu Antonio Bokel (da Soul Seventy), Toz e Bruno BR (do Fleshbeckcrew) e Peu Mello (do estúdio de design Garagem).

Glauco SabinoBruno-br-Fleshbeckcrew-grafite
Bruno Br mandando ver nos grafites

Juntos, eles realizaram uma grande pintura com materiais inutilizados da fábrica da grife, como cavaletes, carrinhos de mão, retalhos de tecidos, cubos de isopor, escadas, treliças, galões de água vazios, lâmpadas frias, caixas de papelão usadas… Tudo ao som ao vivo do DJ Jonas Rocha. Lao Andrade (responsável pelo “Nomes da Moda“, da Fashion TV), filmou e registrou a ação, não como um making of, mas como um documentário. Bem descolado, bem alternativo… Uma boa volta pra grife que desde a morte de seu fundador, David Azulay, não desfilava.

Glauco SabinoBlue-man-inverno-2010-catálogo
Pose para o lookbook da Blue Man… Olha que cenário bacana!

O trabalho do Bokel na pintura dos cenários era um dos mais legais. Depois, entrei no site dele pra ver outras coisas e adorei os painéis que ele faz, como esse aí de baixo. Entra lá pra conhecer mais o trabalho desse super artista!

Antonio Bokel/ ReproduçãoAntonio-Bokel

Um dos quadros de Antônio Bokel… Achei incrível!

Ah, no canal no Youtube do Descolex, eu postei um videozito mostrando o clima de toda a intervenção. É curtinho, mas dá pra sacar qual é a pegada!

9 jan

E aí, galera? Tudo bem? Como todo mundo passou o Réveillon? Bom, depois de um merecido descanso, o Descolex volta com o primeiro post do ano. E eu escrevo direto do Rio de Janeiro, onde estou acompanhando os desfiles de inverno 2010 do Fashion Rio. Pra variar, tá meio corrido, mas eu prometo que vou tentar postar alguma coisa ao longo dos dias, ok?

DivulgaçãoStrindbergman
Cena da peça Strindbergman. Sou muito cult, benhê

Como eu cheguei na quinta, um dia antes do evento começar, deu pra fazer um programinha off-moda, que eu super recomendo para quem está por aqui: assistir à peça Strindbergman, que une cinema, tecnologia e teatro no Espaço Cultural Sérgio Porto, no bairro Humaitá. Inspirado em obras de August Strindberg e Ingmar Bergman, a peça interpretada pelas atrizes brasileiras Nicole Cordery, Janaína Sauaudeau e Clara Carvalho conta a história da atriz Elisabeth Vogler que se torna silenciosa e imóvel deliberadamente. É muito louco porque ela passa a peça toda muda, enquanto que uma enfermeira tentar preencher esse vazio contando tudo sobre sua vida. Se eu fosse explicar toda a história, o post seria só sobre isso… Aqui tem mais detalhes, mas só indo lá pra sacar o quão bacana é essa montagem.

Glauco SabinoTiago-Lucas
Tiago Lucas, o seminu do Fashion Rio

Bom, mas vamos falar do que anda rolando aqui no Píer Mauá? O assunto de hoje por aqui é o repórter Tiago Lucas, que veio trabalhar usando uma viseira, um shortinho preto e um colete de alfaiataria. Detalhe: sem camiseta! Não há quem não repare no look do rapaz e faça um comentário. Tá todo mundo sofrendo com o calor que faz no Rio… Imagina, então, quem está trabalhando no evento, andando de um lado pro outro? É difícil e, como gosta-se de dizer por aqui, não há elegância que sobreviva a essa temperatura. Mas isso chega a ser exagero, não acham?

Glauco SabinoAntonia-Petta
Antonia Petta não é terrorista… Só tem olhos delicados

E pra quem pensa que cobrir o Fashion Rio é glamour, precisa ver o local que estou trabalhando nessa temporada: um container, nos fundos do evento. É luxo zero. Mas isso tem suas vantagens, já que o lugar é super silencioso e com um ar-condicionado no talo. Amo! A única desvantagem é que pintaram a sala com alguma coisa bizarra que faz o olho da gente lacrimejar… A Antonia até adotou um look novo pra não respirar essa coisa cancerígena que deve ter nas paredes. Dá uma olhada aí em cima que linda ela ficou!

Glauco SabinoCamiseta-Sylvain-Playboy
A camiseta do Sylvain

Pra terminar, deixo a foto da estampa da camiseta que o sylvain Justum tava usando ontem. Não é ótema? Se todo homem tivesse um décimo de noção de estilo que ele tem, seria tudo tão mais bonito…

29 jun

Haja bloquinho e ecobag nas semanas de moda. Os dois são hit dos brindes nos desfiles! Mas, muitas vezes, tem uns cacarecos fofos que a gente ganha. Tanto que, ao longo do Fashion Rio e SPFW, eu fui separando tudo que era mais legalzinho pra fazer uma promoção aqui no blog. Se você é um caça-brindes nato, mas passou longe dos desfiles e acabou sem nada no fim da temporada, essa é sua chance! Rá! Eu montei três kits em sacolas ilustradas pelo talentoso Glauco Diógenes (o cara consegue a façanha de ter o mesmo nome que eu!). Saca o que tem nos kits:

Glauco Sabino
os brindes do SPFW e Fashion Rio

Kit 1 – travesserinho bordado Colcci, prancheta La Estampa, livro “Guia de Moda Rio 2009” (com muitos endereços e telefones das lojas cariocas), colônia Natura SPFW, bloquinho World Fashion Daily, Bolsinha Awesomebags, acessório Patricia Navaes para Ronaldo Fraga e colar de madeira vazada em formato de asa de borboleta (não lembro de quem é).
Kit 2 – travesserinho bordado Colcci, par de Havaianas para Água de Coco, catálogo da exposição Passion Paris (com fotos e textos dos 6 criadores expostos no SPFW), bloquinho World Fashion Daily, marcador de páginas magnetizado, par de brincos de dourado com continhas, bolsa de mão feita de saco de cimento Cavalera, sacolinha de cetim Natura.
Kit 3 – travesserinho bordado Colcci, batom Natura Aquarela cor 16, sombra Natura Aquarela cor 07, catálogo da exposição Passion Paris (com fotos e textos dos 6 criadores expostos no SPFW), lenço Ronaldo Fraga, Bloco + lápis pra anotar recados da Francana, latinha fofa do Club Social, colar Juliana Jabour.

Pra mostrar tudo melhor, fiz um vídeo:

Bom, gostou? Ficou com vontade? O esquema pra ganhar é o de sempre. Mas, vale lembrar que a promo dessa vez só é válida pra quem tá em SP. É que fica muito caro botar isso num Sedex e despachar pra outro estado, galera. Sorry! Quem ganhar, vai ter que retirar o prêmio comigo, ok? Vamos às regras!

1- A promoção começa agora e vai até às 17h de sexta, dia 3.
2- Deixe um comentário dizendo “eu quero”. O último comentário, da hora que acaba a promo, será o ganhador.
3- Ou seja, se você comenta “eu quero”, pega o prêmio pra você. Mas, cada vez que outro faz um comment mais recente, ele rouba o prêmio. O objetivo é ficar pegando o prêmio um do outro, sendo que o último é sempre quem vai estar ganhando.
4- Faltando cinco minutos pro fim da promo, eu entro no blog para checar a entrada de comments. Quando der o horário, comunicarei o vencedor no Twitter e no próprio comentário aqui do post.
5- O último a comentar tem o direito de escolher qual kit quer entre os 3, o penúltimo escolhe entre os dois que sobrarem e o último fica com o único kit restante.

Participem!

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