bicicleta
13 de Julho | 2012
Pedalar cansa? Vá de bike elétrica!


Já fiz vários posts pra tentar convencer vocês que bike é o futuro. Já dei dicas pra pedalar sem detonar o visual, já falei de um encontro de bicicletas super legal e fashionista que rola na gringa, já mostrei a magrela mais hypada do mundo… Não te convenci? Mais uma tentativa, então.
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Pausa para o descanso
Muitos amigos meus apontam a suadeira, o cansaço e as longas distâncias como motivos pra não adotarem esse estilo de vida. Que tal, então, uma bicicleta elétrica? Eu pessoalmente acho que você acaba perdendo uma das maiores vantagens de pedalar: exercitar o corpo, ganhar condicionamento físico e, de uma forma geral, melhorar a saúde. Mas, mesmo assim, acho que pode ser uma alternativa melhor que o carro e os congestionamentos. Um dos câmeras do GNT Fashion tem uma dessas. Ele faz tudo, vai pra todos os lugares com a bike elétrica. Ele diz que é incrível. Eu testei durante o SPFW lá no Ibirapuera e realmente senti que a bike elétrica torna o pedalar literalmente um passeio no parque. Nesse post do “Eu Vou de Bike” tem mais prós e contras pra ela.
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O motor elétrico é essa caixa no meio do quadro da bicicleta
Mas eu também tenho um argumento a favor, bem fashionista: a grife carioca Farm fez parceria com a empresa brasileira LEV, que faz bicicletas elétricas, e desenvolveu 4 estampas para colorir os quadros das bikes. O modelo, fabricado em aço-carbono e alumínio, chama-se e-bike e custa R$ 2.990. Com peso de 40kg, ela tem piloto automático (sem necessidade de troca de marchas) e sistema de partida elétrico, além de não emitir ruídos e odores, nem utilizar nenhum tipo de combustível fóssil. A autonomia média da bateria varia entre 35 e 40km, variando conforme o tipo de terreno, velocidade empregada, peso do motorista e carona, por exemplo. Para recarregar a bike, basta conectá-la a uma tomada comum (110V ou 220V) pelo período de 6 a 8h.
Aproveitando o gancho, tenho uma dica de leitura: acaba de ser lançado o livro “Como viver em São Paulo sem carro” (ed. Santa Clara Idéias, R$ 32), que traz histórias de 12 personagens da cena paulistana que agora andam pela cidade a pé, de bicicleta ou transporte público. O livro é idealizado pelo empresário Alexandre Lafer Frankel e escrito pelo jornalista Leão Serva. Se meus posts não fazem você mudar de ideia, quem sabe o livro te convença.
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Capa e contra-capa do livro com boas dicas pra você que quer mudar seu estilo de vida
29 de Junho | 2012
A bicicleta mais hypada do mundo


40% da população pedala diariamente pro trabalho. Parece um sonho, mas é a pura realidade de Copenhagen, capital da Dinamarca. E é lá que é fabricada uma das bikes mais hypadas do mundo. Fundada há pouco mais de quatro anos, a Velorbis conquistou esse título por oferecer modelos funcionais e versáteis que podem ser usados para passeio e trabalho, uma linha de acessórios que inclui bolsas de couro especiais (verdadeiros objetos de desejo!), e cestos super resistentes, que suportam até 15 quilos.
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O segredo pra cesta da Velorbis aguentar até 15 quilos
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As bolsas de couro pra bicicleta são lindas!
Porém, uma das coisas mais legais mesmo é o estudo que eles fizeram sobre as necessidades das mulheres e o design da moda feminina para desenvolver bicicletas capazes de transportar o peso da bolsa e das sacolas de compras com estabilidade e um jeitinho mais feminino.
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O design da bike foi pensado pra facilitar a vida das mulheres
Os modelos são lindos, com cara vintage, meio cinquentinha, sabe? É tão especial que numa reunião do parlamento dinamarquês todos os ministros do partido Liberal chegaram à residência da Rainha Margaret II não em carros oficiais, mas em dois modelos da marca: Victoria Classic Ladies e Churchill Classic (juro que morreria duro e seco se visse um ministro brasileiro chegando pra uma reunião de bike nesse nosso lindo país).
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Os ministros dinamarqueses chegando pra uma reunião com a rainha de bike… Falo nada, né?
Enfim, aqui no Brasil dá pra encontrar essas belezinhas de duas rodas na loja Tag & Juice, em São Paulo. O valor não é dos mais convidativos: entre R$ 3 mil e R$ 6 mil reais. Mas não me venha com desculpas! Se não der pra comprar essa, tem outros modelos por aí beeem mais baratos (ok, um pouco menos glamorosos). E pra não ter chororo, dou mais uma dica: um site bem legal que te ajuda a traçar uma rota bacana e um pouco menos perigosa entre sua casa e seu trabalho, o Eu Vou de Bike. Por que você não experimenta?
09 de Abril | 2012
Dicas pra ir pro trabalho
de bike sem detonar o visual


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Dá pra estar no escritório inteiro, sim!
Eu já havia prometido que voltaria a falar mais vezes sobre moda e bikes. Depois que comecei a pedalar pro trabalho, muita gente veio me falar que adoraria fazer o mesmo, mas que seria impossível chegar inteiro no escritório. Entendo. São Paulo realmente não é uma cidade plana e cheia de ciclovias como Nova York, Paris, Londres ou Berlim. As distâncias aqui também são enormes. Mas penso que tudo é questão de querer realmente adotar este estilo de vida e achar um jeito que funcione pra você. Não prometo resolver todos seus problemas, mas conversando com amigos ciclistas e com base na minha recente experiência, posso dar umas dicas:
- Antes de ir pela primeira vez de bike pro trabalho, experimente fazer o caminho no fim de semana, quando o trânsito está mais tranquilo. Estude uma rota que pareça mais segura, que evite ruas muito movimentadas, que tenha menos ladeiras e que até possivelmente tenha mais sombra, pra evitar o desconforto. Conhecer bem o caminho faz toda diferença. Hoje, por exemplo, eu já sei até em que ponto da Avenida Rebouças a calçada é detonada e eu preciso desviar.
- Suar, o maior dos dramas, é inevitável. Mas percebi que, com o tempo e com o ganho de condicionamento físico, chego cada vez mais inteiro no trabalho. Se o dia tá um pouco mais fresco, juro que entro intacto no escritório. É questão do corpo acostumar.
- Aliás, inverno taí. Época de tempo seco, sem chuvas, e beeeem mais fresco. Isso ajuda bastante.
- Minha amiga Eloá tem chuveiro no trabalho. Ela vai com uma roupa, chega lá, toma uma ducha e tá nova. Investigue se na sua empresa não tem isso. Depois de quase dois meses pedalando, descobri que lá na produtora onde eu trabalho tem chuveiro!
- Outra amiga minha, a Iara, fez dos lenços umedecidos seus aliados. Quando eu morei na Europa, inclusive, tinha gente que tomava banho com eles na época de inverno mais rigoroso. Não acho isso muito higiênico. Mas pra dar um truque no trabalho, super rola.
- Eu vou com uma camiseta, desodorante e uma toalhinha na mochila. Chego, vou no banheiro, tomo aquele conhecido banhinho de gato, passo um desodorante, coloco a camiseta limpinha e seca e o ar condicionado faz o resto. E nem venha torcer o nariz. 20 minutos depois não há quem diga que eu vim de bike.
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E tem até linhas de roupas que ajudam nessa tarefa…
Outra ideia bacana é investir em roupas que facilitem a sua vida. Recentemente, descobri na Tag and Juice, aqui em São Paulo, a linha Commuter da Levi’s. Muuuuito bacana! Ela foi toda pensada exatamente pra quem pedala pra trabalhar. Os tecidos usados, como o jeans e a sarja, são tratados com tecnologias que tornam a roupa impermeável, repelindo água e poeira, reduzindo traços de transpiração e protegendo contra odores. Os tecidos são elásticos pra dar mais mobilidade e conforto. Algumas peças têm ainda apliques de película refletiva para aumentar a visibilidade. Essas películas ficam no punho das jaquetas ou na barra das calças. Assim, quando você chega ao seu destino, pode esconder esses sinais.
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Como a “Commuter”, da Levi’s. O refletivo da barra é só um dos muitos detalhes…
Tem mais: os jeans e calças são mais altas atrás, o que reduz as chances de você pagar cofrinho no trânsito (já aconteceu comigo!), possuem um gancho reforçado com nesga de tecido que protege contra rasgos, bolsos traseiros duplos reforçados, um sistema para guardar a trava da bicicleta e reforços de tecido em todas as partes. As jaquetas e camisas ainda possuem bolsos utilitários extras, aberturas e modificações nas mangas, punhos e parte traseira que permitem movimentos mais confortáveis. Olha esse vídeo que interessante:
E aí? Será que te convenci que dá pra andar de bike sem perder o estilo? Se você também tiver uma dica, divide aí com a gente nos comentários!
02 de Maro | 2012
De bicicleta, mantendo o estilo


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“Rugby Tweed Run”, um passeio de bike muito fashionista
Quem me acompanha no Twitter ou no Instagram sabe que faz uns 20 dias que troquei o suplicio do trânsito paulistano pela bike. Modéstia à parte, uma decisão inteligente, visto que, em SP, a velocidade média de uma bicicleta é maior do que a dos ônibus. É toda uma mudança de estilo de vida e eu estou muito empolgado com isso! Em breve, vou publicar um post com várias dicas pra quem também quer adotar esse meio de transporte ecológico, saudável e delicioso. Mas antes disso, eu queria mostrar pra vocês uma coisa muito legal que o Márcio, leitor assíduo do blog, me mandou: é a “Rugby Tweed Run“, promovida pela Ralph Lauren e o site Tweed Run em Nova York, Londres e Tóquio.
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Cata o estilo dos rapazes que foram ao evento
Trata–se de um encontro de apaixonados por bicicletas vintage e todo um estilo “tweed” de ser. No evento, eles fazem concurso do melhor bigode, do mais bem vestido, da magrela mais estilosa e ainda promovem um chá das 5:
Viu que até o fotógrafo de streetstyle mais vintage de todos os tempos, Bill Cunningham, aparece no vídeo registrando tudo? Deve ter sido bem divertido! O site deles também vale o clique: tem dicas pra manter um bigode de respeito, um manual para as “senhoras e senhoritas” andarem de bike sem perder a beleza e elegância, vídeos sobre bikes antigas… Achei muito fofo.
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Olha o manualzinho pras mulheres se vestirem. Clica que fica maior!
Me deu até de promover um evento nesse gênero aqui em SP, sabia? Será que rola?










