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15 ago

Que adolescente não passou pelo inferno das espinhas no rosto? Eu tive um monte! E para quem está hoje nessa fase, uma dica: a Clean & Clear me convidou para fazer este post patrocinado contanto do novo site da marca. Trata-se de uma página que traz matérias educativas ensinando como manter uma pele bonita e saudável. A dinâmica gira em torno de dicas, dúvidas, cuidados diários e troca de experiências. Cada usuária tem uma área reservada, onde podem fazer upload de fotos e montar um perfil, para depois comparar com o perfil de quatro personagens – Cris, Susy, Cléo e Mari – que tem tipos de peles diferentes. A tecnologia por trás do site irá cruzar o perfil da usuária cadastrada com o perfil das personagens que, posteriormente, irão apresentar os produtos usados por elas, ensinando às meninas a usá-los corretamente. A garota aprende também os cuidados básicos e diários com a pele através de três etapas: lavar, tonifica e tratar (demorei tempos pra saber dessa regra básica, que faz um diferença gigante!).

E para comemorar a estréia do site, a Clean & Clear lançou a promoção “Como é estar na pele de alguém”. Funciona assim: você escolhe uma entre quatro perguntas que tem mais a ver com o seu perfil e responde. Se ela for bem criativa, você ganha o prêmio relacionado ao perfil escolhido. São quatro perguntas e quatro prêmios diferentes:

1- Se você pudesse passar o dia na pele de um cantor ou cantora, quem você seria?
Concorra a um iPod
2- Você vai passar duas semanas em uma praia deserta. Fora o biquíni, o que você lavaria?
Concorra a uma câmera digital
3- Que bilhete você escreveria para a pessoa por quem você está apaixonada?
Concorra a um microsystem
4- Uma frase na camiseta diz muito sobre a gente. O que a sua diz sobre você?
Concorra a um celular Motorola W230

[Este é um post patrocinado. Todas as ações de publicidade aqui realizadas serão sempre informadas e escolhidas criteriosamente, para que estejam de acordo com o principal objetivo deste blog: oferecer ao leitor informações que sejam interessantes e relevantes.]

4 abr

O que você esperaria de um concurso de miss? Mulheres magras, jovens, com cabelos macios e corpos malhados, aposto eu. É exatamente por isso que o “Miss Mina Terrestre 2008” me chamou tanta atenção. O concurso de beleza realizado em Angola tem como candidatas mulheres que foram mutiladas em explosões de minas naquele país. Mórbido? Nem um pouco. Como ressalta o idealizador do projeto – o artista norueguês Morten Traavik – no site do evento, o objetivo do concurso é resgatar o orgulho dessas mulheres, além, é claro, questionar os padrões de perfeição física.

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E é aí que reside a beleza dessa ação. Por que uma mulher negra, mutilada, na faixa dos 30 anos e vinda de um país pobre que acaba de sair de quatro décadas de guerra civil, não poderia ser considerada bonita?  Para o concurso, financiado pelo governo angolano e pela União Européia, as candidatas participaram de uma sessão de fotos dirigida pelo norueguês em parceria com ONGs que trabalham com o auxílio para vítimas de minas terrestres. A vencedora do “Miss Mina Terrestre” será conhecida durante uma cerimônia de gala no dia 4 de abril, em Luanda, data escolhida pela ONU para celebrar o Dia Internacional da Conscientização e Ação contra as Minas.

Segundo o site da BBC Brasil, mais de 70 mil angolanos já foram mutilados pelas explosões e mais de 2 milhões correm risco de sofrer acidentes em minas terrestres no país. Ao lado do Afeganistão e do Camboja, Angola é o país com mais minas terrestres espalhadas por seu território. Triste. O concurso já está aberto e será realizado pela internet: os internautas poderão votar na candidata favorita pelo site do evento.

13 abr

Vi no blog dos focas (no jargão jornalístico, repórter iniciante) da Folha uma matéria que saiu no Washington Post de ontem, que vale a pena ser comentada… “Pearls Before Breakfast” (Pérolas antes do café da manhã) conta a loucura do jornalista Gene Weingarten, de levar para um metrô da cidade, na hora do rush, uns dos músicos mais geniais da atualidade, o violista Joshua Bell. Com o seu Stradivarius de US$ 3,5 milhões, Joshua passa 45 minutos tocando algumas das composições mais fodas da história da humanidade. O objetivo era descobrir quantas pessoas paravam para observar a apresentação. Imagina? Um cara que ganha mil dólares por minuto, com a marca de violino mais desejada entre 10 de cada 10 músicos se passando por um performer qualquer de metrô. A pergunta que fica é: “a beleza pode transcender”? As pessoas conseguem, no meio da correria do cotidiano, reconhecer a grandeza dessa experiência? Podem reconhecer a arte e o belo fora de um contexto próprio? Para chegar à sua conclusão, vale a pena saber o final dessa matéria. Fica a dica.

- A foto foi retirada do Blog dos Focas

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