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“Troquei uma calcinha por esse casaco. To loka de felicidade!”
Em tempos de crise, nem bazar salva. Afinal, quem não saiu de uma liquidação essa temporada com a certeza de que gastou mais do que o bom senso nos permitiria? É por isso que acho essa história de “clothing swap” tão interessante. Além de você não gastar um centavo sequer, renova seu guarda-roupa e contribui pra salvar o planeta. Não entendeu? Eu explico. Não se sabe se a história surgiu primeiro nos EUA ou na Inglaterra, mas o que se sabe é que, há uns dois anos, jovens – duros por definição – começaram a juntar os amigos pra simplesmente trocar de roupa: pegavam tudo que estava encalhado na gaveta, levavam pra casa de alguém e trocavam essas peças por outras roupas que os amigos não queriam mais. Simples assim, fácil assim. Uma vantagem desses bazares de troca é que se sabe de quem era a roupa e exatamente por quanto tempo ela foi usada.
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Flyer do Swap-o-Rama
Ótimo pra aquelas pessoas que não gostam de usar peças de segunda mão, de um brechó. Afinal, com amigo a história é diferente, né? Outra vantagem: trocar roupas faz com que você consuma menos, preservando assim o meio ambiente. E a coisa já tá fazendo tanto sucesso, que já existem empresas especializadas em organizar festas e bazares de clothing swap. Entre os eventos mais conhecidos, está o Swap-o-Rama, que já percorreu cidades dos EUA, Canadá e Israel, e promove também oficinas de customização e workshops de costura. Que tal fazer um desses aí com sua galera?

