Arquivo de março 2012

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Zoológico das modas

Dizem que a moda é um zoológico… Tem dias que eu acho que é mesmo, mas Tumblr “Fashimals” levou essa história bem adiante e transformou figuras conhecidas da moda em animais. O mais engraçado é que ficou muito parecido mesmo! Eu me divirto.

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André Leon Talley, braço direito de Anna Wintour na Vogue América

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Daphne Guinnes, uber-fashionista e rycha

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Anna Dello Russo, editora Vogue Japão

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Terry Richardson, fotógrafo

E aí? Tem alguém na moda brasileira que podia virar um bichinho? Conta ae!

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Johnny, u gotta a call

ReproduçãoJohnny, u gotta a call
Sai desse telefone, menino!

O Johnny Luxo é um dos DJs mais incríveis da noite de São Paulo. Talentosíssimo, divertido, gentil, descolado e com um estilo sensacional… Sempre tá arrasando na montação. Quando fui tocar no Clube Glória, reparei que ele não usava um fone de ouvido normal como qualquer outro DJ. O fone dele era tipo um telefone. Muito fofo (e prático!). Daí, fiquei com aquilo na cabeça e fui atrás. Descobri o Pop Phone, um gadget criado pelo designer francês David Turpin que, ao ser encaixado no celular, funciona como um telefone, em estilo retrô.

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Pop-phone, acessório vintage pro seu celular

Ele vem com plug de 3.5mm, compatível com todos os produtos da Apple, a maioria dos celulares e computadores… Pro CD-J, basta um adaptador e voilá! Óbvio que tocar com este brinquedo está fora de cogitação, já que essa é uma ideia do Johnny e de ninguém mais. Mas, tô bem pensando em comprar pra deixar de decoração em casa. Sabe quanto custa? 30 dólares! Nem é tão caro… O que acham?

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Olha quem tá usando o gadget! Diz que diminui os efeitos das ondas no cérebro!

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Trocando os papéis

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Série Swichtheroo, da fotógrafa Hana Pesut

Muito legal a série Switcheroo, da fotografa canadense Hana Pesut: primeiro, ela clica um casal vestido normalmente e depois com as roupas trocadas. O barato da história não está somente na graça que é ver meninos com roupa de menina e meninas com roupa de menino, mas nas diferentes leituras que o trabalho suscita.

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A canadense fotografafa casais com as roupas trocadas

Aqui, está em pauta as diferenças entre os gêneros masculino e feminino, com foco no tabu que são os códigos de vestir de cada grupo. Antes de tudo, achei engraçado notar que que à primeira vista as mulheres, obrigadas ao longo da história a seguirem determinado padrão estético ao se vestirem, ficam bem com qualquer uma das roupas, enquanto os homens parecem ridículos quando estão com as roupas femininas.

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Um cara pode vestir roupa de mulher?

Mas depois, comecei a me questionar se eu não estaria sendo preconceituoso em simplesmente achar os homens com roupas de mulher ridículos. Eu realmente acho isso feio ou estou tão impregnado das convenções sociais que elas me fazem pensar assim? Daí vi que o buraco é mais embaixo… Porque, sei lá, a Maria Gadú, que vira e mexe parece um menininho, causa menos espécie do que o Laerte de mulher?

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As fotos colocam em pauta as diferenças entre os gêneros masculino e feminino

Ninguém nunca fez uma reportagem sobre o jeito que a Maria Gadú se veste, mas o Laerte foi assunto em todos os veículos! É aquela velha pergunta: menino não pode com coisa de menina e ponto? Será que eu tô querendo ser moderninho demais tentando questionar o que não tem que ser questionado ou minha viagem com essas fotos tem algum fundamento? Adoraria saber o que você pensa!

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No site de Hana há dezenas de fotos dessa série

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Cotton Project: espírito de praia, com pegada urbana

DivulgaçãoCotton Project: espírito de praia, com pegada urbana
To amando a Cotton Project

Às vezes tem coisas que ficam quicando na sua cara e você nem repara… Isso aconteceu com a Cotton Project, uma marca incrível que eu conheci faz um bom tempo, mas que só há poucos meses me dei conta. Primeiro foi na Surface to Air: vi uma arara com as camisetas deles, com estampas bacanas, aquela malhinha gostosa, modelagem confortável… Depois foi na casa de uns amigos. O Celo (a.k.a Pata, a.k.a Marcelo Altenfelder) me mostrou uma camiseta que o Holger, grupo sen-sa-ci-o-nal onde ele é vocalista e guitarrista, fez na época do lançamento do CD “Sunga” – uma tee com estampa fotográfica meio vintage, bem bonita.

DivulgaçãoCotton Project: espírito de praia, com pegada urbana
Camiseta da Cotton Project em parceria com o Holger

A última foi numa gravação do GNT Fashion. O programa foi visitar a Comuna, um misto de de loja, galeria e balada em Botafogo, no Rio, que vende a Cotton Project. Liguei os pontos e tudo fez sentido. Agora, tô louco pra sobrar uma grana e um tempo pra poder ir lá no ateliê-showroom-loja deles pra arrasar de comprar. Por trás dessa marca estão Rafael Varandas e Guilherme Neves. Os dois, jovens, na faixa dos 25 anos. Rafael trabalhava na Box 1824 e Guilherme ficava na administração da empresa do pai. O que os uniu foi a paixão pelo surf. “Começamos de forma despretensiosa, a gente não sabia nada de tecido”, conta Rafael numa matéria do site FFW.

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Essa é a coleção de verão deles

No seu mundo de referências, a dupla mistura a praia com a cultura urbana, fotografia, música e design. A marca trabalha com um algodão que já foi encolhido e não deforma ou encolhe a camiseta após as lavagens. “Estava cansado de pagar uma grana por uma camiseta que perdia o shape logo na primeira lavagem”, diz ainda Rafael ao FFW, que ainda conta que eles fazem tudo sozinhos, do desenho da roupa às fotos de divulgação. Não é demais? As peças da marca têm um preço que varia de R$ 89 (camiseta) a R$ 270 (calça) e podem ser encontradas em São Paulo, Rio e Porto Alegre. Se joga!

DivulgaçãoCotton Project: espírito de praia, com pegada urbana
As camisetas têm preço médio de R$ 89

DivulgaçãoCotton Project: espírito de praia, com pegada urbana
Adoro as estampas fotográficas