Promessa é divida. Por isso, o post de hoje é pra contar tudo sobre minha viagem a Nova York e dar todas as dicas que eu consegui reunir nesses 20 dias que passei por lá. Pra ilustrar, uso fotos e uns vídeos que eu fiz basicamente com a câmera do iPhone. A edição dos vídeos não é uma obra prima, mas foi o que eu consegui com o iMovie. Como são muitas coisas, vou dividir por assunto, tá?
Manhattan, vista do Brooklyn
Dinheiro
Com essas taxas enormes sobre transações com cartão de crédito no exterior (o IOF subiu de 2,38% pra 6,38%!), recomendo levar sua grana de duas formas. Uma parte você leva em espécie, pra gastar com coisas menores, como transporte, comidinhas, drinks… Outra parte, maior, você leva em um travel card. É tipo um cartão de débito que você carrega aqui no Brasil. Eu fiz tudo no Banco Rendimento. Você liga lá, fala que quer comprar X dólares em espécie e X dólares no Visa Travel Money. Eles vão pedir uns dados, fazer os cálculos da cotação do dia e vão te passar o número de uma conta. Você faz o depósito, manda o comprovante por e-mail pro cara que te atendeu e, depois de dois dias, eles entregam na sua casa o dinheiro e o cartão. Super tranquilo. Como eu fiquei crazy, gastei todo meu dinheiro e queria comprar mais coisas, recarreguei o cartão de lá de NY mesmo. Liguei do Skype pro Banco, dei o número do cartão que eu já tinha, fiz o depósito e no dia seguinte o dinheiro tava lá. Na segunda carga eles cobram uma taxa, mas nada absurdo. Daí, pra usar o cartão é como em qualquer lugar… Aceitando Visa, é só passar, assinar, o negócio debita do seu saldo e beijos.
Pra circular
Taxis são baratos. Mesmo com a conversão do Real pro Dólar, ainda vale pegar um taxi pra ir pra balada, por exemplo. Principalmente se sua base de comparação for São Paulo.
Mas é óbvio que o transporte público lá é amplo e funciona. Eu nem faço ideia de como se circula de ônibus por lá, pois o lance mesmo é andar de metrô. As linhas são identificadas por letras ou números, por exemplo o “7 train” ou o “N train”. Mas, importante: se você estiver circulando por Manhattan, além de ver o trem que você vai tomar, veja também a direção (uptown ou downtown). Uptown é mais ou menos do Central Park pra cima e downtown é pra baixo dessa linha. Enfim, preste muita atenção nas placas pra não ficar que nem eu perdido dentro do metrô.
Metrocard – É igual ao nosso Bilhete Único. Estão à venda nas estações (em máquinas ou nos guichês) e em alguns pontos de venda, como bancas de jornais e delis que tenham um anúncio indicando. Comprando nos pontos de venda, verifique que o metrocard venha embalado num saquinho plástico lacrado. É mais barato comprar por período (um dia, uma semana, um mês), mas você não pode dividir com outra pessoa, pois há um intervalo de tempo mínimo entre cada uso.
Pra ver
World Trade Center – Por mais mórbido que possa parecer, o local virou ponto de visitação de turistas. Não achei nada demais. Afinal, tá tudo cercado por tapumes, já que eles estão construindo novas torres ali. Só tem um memorial pros mortos no 11 de Setembro… Emocionante, mas dispensável. Legal mesmo é circular pela área, conhecida como Financial District, ver a Bolsa de Valores (toda fechada quando eu fui por conta do movimento Occupy Wall Street) e ver o famoso touro de Wall Street. É nessa área também que tem uma loja baphooo chamada Century 21, que eu explico mais na parte de compras.
As torres do World Trade Center sendo reconstruídas
Empire State Building – Depois da destruição do World Trade Center, o prédio voltou a ser o ponto mais alto de Nova York. A vista a partir de dois observatórios (um no 86º andar e outro no 102º) – com áreas parcialmente ao ar livre – é bem legal. Mas meus amigos locais deram a dica que o barato mesmo é subir no Rockfeller Center pra, lá de cima, ver o Empire. Não fiz esse passeio, por isso, não posso dizer se é legal mesmo. Quem fizer, me conta!
New York Public Library – As escadarias e as estátuas de leão na entrada são o máximo. Você passa pela frente da biblioteca e acaba se lembrando de um monte de filmes que a utilizaram como locação – inclusive “Sex and the City”, já que foi lá que o Mr. Big deixou a Carrie plantada no dia do casamento. Pra se sentir um verdadeiro nova-iorquino, compre um lanche e sente-se nas escadarias ou num banco do parque para comer. Um monte de gente faz isso. Pelo lado sério, o passeio vale pela arquitetura neoclássica e pela possibilidade de pesquisar a gigantesca coleção de livros. Tem até a Bíblia de Gutenberg, o primeiro livro impresso da história!
St. Patrick’s Cathedral – É a maior catedral católica dos Estados Unidos. Linda e gratuita. Diz que a missa é bem legal, com um coral gregoriano de arrepiar. Mas eu não assisti.
Grand Central Terminal – Construída entre 1903 e 1913, a estação tem um teto desenhado com os símbolos do zodíaco. As escadarias de mármore lembram o período áureo das viagens de trem. Vários filmes também rolaram por ali e o mais legal são os restaurantes e cafés que existem lá dentro.
Eu de turista na Grand Central
Brooklyn Bridge – O passeio vale pela vista maravilhosa e pelo lado histórico: a Brooklyn Bridge, construída em 1883, era a maior ponte suspensa do mundo e a primeira de aço. Outra opção é ir do Brooklyn a Manhattan (ou vice-versa) de barco. Você passa por baixo da ponte e tira várias fotos lindas. Lembrando que Manhattan é uma ilha e o Brooklyn fica na parte continental, do lado direito do mapa.
Estátua da Liberdade – Não fui e só vi de longe, do barco. Fica na pontinha de baixo de Manhattan, perto do Financial District. “Mas como você vai a NY e não vê a Estátua?”, você pode perguntar. Simples: ela é beeem menor do que a gente pensa que é e fica numa ilha que não tem nada pra fazer. Vendo de longe, fiquei feliz. Sou muito mais o Cristo Redentor, com aquele puta visual de lá de cima.
A famosa árvore de Natal do Rockfeller Center
Rockefeller Center - O complexo de 20 edifícios é qualificado como o coração de Manhattan. No inverno, rola um ringue de patinação no gelo e uma árvore de Natal sensacional, que é montada há mais de 75 anos. Famosa no mundo inteiro, a inauguração de sua iluminação é uma festa! Foi lá que o Macaulay Culkin reencontra a mãe dele em “Esqueceram de Mim”.
Broadway – Não preciso nem falar muito, né? Sobrando um dinheiro (e não é pouco, viu?), você tem de assistir a uma das peças encenadas por lá. As mais tradicionais são “Les Misérables”, “A Bela e a Fera”, “Wicked”, “O Fantasma da Ópera” e “O Rei Leão”. Se você quer ver algo específico, recomendo comprar pela internet antes, pois os melhores ingressos esgotam rapidinho. Agora, se o lance é ir a qualquer peça da Broadway, as melhores opções são os guichês dos teatros ou a central de venda de ingressos na Times Square. Perto do horário dos espetáculos, eles vendem os ingressos encalhados pela metade do preço!
Times Square esquina com a Broadway: as luzes são impressionantes
Times Square – É a esquina mais famosa de Nova York. São tantas, mas taaantas luzes que você mal precisa de flash pra tirar uma foto à noite. Dá pra ver de longe aquela área gigante iluminada. Cheio de gente, de turistas, de megastores, de teatros, de cinemas, de luminosos mirabolantes… Uma festa 24 horas por dia. Por ali tem uma barriquinha chamada Snack Box que, segundo uma amiga, vende o melhor chocolate quente de NY. Há controvérsias.
The High Line Park – O High Line foi construído inicialmente nos anos 30 com o objetivo de tirar os trens das ruas de Manhattan para evitar acidentes com pedestres… Era uma coisa horrível, com os trilhos suspensos cortando a cidade. Em Junho de 2009, foi reinaugurado, revitalizado em forma de parque. Eu já até falei dele aqui no blog antes. É pra lá que que as pessoas vão para tomar sol, ou no final de tarde curtir o pôr-do-sol, jogar conversa fora. Queria muito que fizessem igual com o Minhocão, aqui em SP. Fica aberto das 7 às 22hs
Galera dando um relax no fim de tarde no Highline Park
Museus
Metropolitan Museum of Art – Tem aproximadamente 250 salas, mais de 4500 quadros, 2 milhões de obras de arte, 35.000 peças do Período Neolítico e por aí vai… É impossível ver tudo num dia só. Não perca a seção permanente do Egito, que é muito rica e interessante, você até se esquece aonde está. Há ainda a ala dos impressionistas, arte islâmica, grega, instrumentos musicais, arte medieval, pinturas européias, móveis de Mackintosh, obras de Andy Warhol e até afrescos de um quarto romano de 30 a.C… Aliás, imperdíveis são as galerias de arte Grega e Romana no térreo, com mais de 5.300 objetos. Vá com tempo e aproveite muito! Horários: 6ª e sáb. das 9:30 às 21 hs e 3ª.4ª.5ª das 9:30 às 17:30 hs. (2ª não abre). (1000 5ª Ave. com 82 St.)
The Museum of Modern Art – O MOMA reformado cresceu e reabriu suas portas em Novembro de 2004 num lindo prédio, com arquitetura de Yoshio Taniguchi. Seu fabuloso acervo de mais de 100.000 pinturas, esculturas, desenhos, fotografias e objetos, também possui 14.000 filmes, e 140.000 livros em sua biblioteca. Aqui, você pode ver a maior coleção do mundo de arte moderna e se emocionar com grandes artistas como Chagall, Cézanne, Van Gogh, Gustave Klint, Magritte, até os dias de hoje. Não perca a loja com objetos insólitos… É demais! (11 West 53rd Street)
FIT- O museu do FIT é uma daquelas raridades que só existem em Nova York. Totalmente dedicado à moda, abriga a maior coleção de roupas, têxteis e vestuário do século 18 no mundo. No primeiro andar, o visitante poderá apreciar 250 anos de história da moda, com peças e objetos cuidadosamente preservados refletindo suas respectivas épocas. O material exposto é renovado a cada 6 meses devido ao enorme acervo disponível. O subsolo é reservado as fantásticas exposições itinerantes que vão desde design de jóias até fotografia de moda. (7th Avenue entre 27th e 28th st.)
Comer
NY é a terra da gordura trans, dos carboidratos, das frituras e das fast foods, mas também de restaurantes incríveis e muitas opções saudáveis, orgânicas e lights. Fica a seu critério. O importante é: esqueça o regime! Coma de tudo. Na viagem, provei desde as melhores onion rings da minha vida, passando pelo tradicional american breaksfast com ovos, bacon e panquecas com Maple Syrup, até o clássico Mac & Cheese (macarrão com molho de queijo), só que com pedaços de lagosta. No meio disso tudo rolaram dunuts (uma caixa enooorme, com vários sabores, é ridículo de barata), comida vietnamita, pizza, comida italiana, muitos cafés no Starbucks, muitas saladinhas, folhados e iogurtes naturais no Pret-à-Manger e por aí vai. No restaurante, a gorjeta é paga separadamente. Você calcula mais ou menos os 10% e deixa no final, tá?
Muitos donuts! Acho que gastei US$ 15 na caixa toda
Vamos às dicas:
P.J. Clarke’s- Turista que se preza nunca deixa de comer um ou vários hambúrgueres de madrugada no P.J. Clarke’s, devidamente acompanhados por home fries (batatas grelhadas com cebola) e milho verde na espiga. O sanduíche acompanhado de molho berrantes é inesquecível. Um pudim de pão com chocolate completa uma refeição. (915, 3ª Avenue, esquina com a 55th Street)
Lobster Mac & Cheese e as melhores onion rings do mundo… Tudo delivery!
Café Gitane- É tão bom, que rola uma fila pra entrar. A galera vai atrás da deliciosa mistura entre as culinárias francesa e marroquina. Pra começar, peça o queijo feta assado com azeitonas, rodelas de laranja e pão. Pra devorar, vá de almondêgas picantes com arroz. Tudo acompanhado de uma bela taça de vinho e um café pra fechar, enquanto você observa o movimento de hipsters e fashionistas da região. (242 Mott St.)
Rice- Preto, branco, marrom, vermelho, verde, duro, mole, grudento… Aqui você vai ver mais versões de arroz que possa imaginar. O restaurante abriu em 1995 e fez tanto sucesso que já tem quatro unidades, que oferecem um cardápio inspirado nas cozinhas da Ásia, África, América do Sul, Índia e Caribe. Tudo leva arroz, da entrada à sobremesa, sempre muito leve, light e saudável. (292 Elizabeth St).
American Breakfast: bacon e panquecas com Maple Syrup
Five Leaves- Localizado em Williamsburg, um dos bairros mais charmosos do Brooklyn, o restaurante atrai uma galera meio underground e do meio e artístico. Foi o ator Heath Ledger quem encontrou o local enquanto andava de skate e teve a idéia de montar esse restaurante. Qualquer prato que você pedir, seja de café da manhã ou almoço vai ser maravilhoso. Tem opções de saladas deliciosas, ostras frescas, uma limonada caseira geladinha… Mas lembre-se: jamais se esqueça de pedir a batata frita trufada. É incrível! (18 Bedford Avenue, Brooklyn)
La Nonna- Outra preciosidade de Williamsburg. O chef prepara pelo menos seis ou sete especiais diferentes a cada dia, todos com cara de comida italiana caseira. Há sempre um prato de massa, frutos do mar, carnes e aves. Os paninis e as pizzas também são ótimas. E o que é melhor: não é caro! (237 Bedford Avenue, Brooklyn)
Uma das entradas do La Nonna: coração de alcachofra com queijo feta e espinafre
Compras
O clichê é totalmente verdadeiro: NY é o paraíso das compras. Tem desde as lojas mais luxuosas do mundo até as redes de desconto e fast fashion mais incríveis. Sem falar nos cosméticos e eletrônicos bem mais baratos que no Brasil. Meus amigos falaram que na cidade vizinha de New Jersey a coisa fica mais interessante ainda. Lá, como os impostos são mais baratos, você compra mais. Apesar de ter trem saindo de NY a todo instante, não tava nesse pique todo. Fiquei por Manhattan e Brooklyn mesmo:
H&M- Pra mim, a melhor custo benefício. Tem uma loja em cada esquina da cidade, com peças bacanas e um preço bem ok. Em Londres, a minha favorita era a rede concorrente Topshop, que em NY é tão legal quanto lá, só que muito mais cara. Dá pra arrasar nas jaquetas, casacos e calças que aqui no Brasil são mais caras. Os acessórios também valem à pena. De sábado é muito lotada, melhor e mais arrumada é a da 5ª avenida (640 Fifth Ave. com 51st St.)
Uniqlo- Loja japonesa tipo H&M, super bacana e grandona, chegou há pouco tempo em em NY. Aqui é o destino pra estocar o guarda–roupa com os básicos: camisetas, camisas, cardigãs e cashemers de todas as cores… O design é de qualidade, simples, porém muito bacana. Eles têm inclusive uma linha assinada pela Jill Sander, a +J… Muito legal! Ah, e se você for na época de frio, corre pra lá pra comprar as peças Heattech, pra usar debaixo da roupa e te manter bem quente. (5th Ave com 53rd St , também na Broadway, no Soho e na 34th St)
Milhares de cores de cardigãs e tricôs na Uniqlo. Pra passar mal!
Urban Outfitters- Tem uma pegada bem jovem, peças bem descoladas e acessórios incríveis. Recomendo dar uma olhada no jeans, de diversas marcas, da moderninha Cheap Monday à clássica Levi’s (que anda com uns cortes e umas lavagens bem bons, viu?). Lá você ainda encontra presentes inusitados para casa (no subsolo), livros, gadgets… Entre pra dar uma volta. Dúvido que você vai sair sem uma sacola. (521, 5th Ave com 43rd St)
Century 21- Pechincha Lojão do Bráz style? É aqui! Claro que tá longe de ser parecida com a rede popular que a gente tem no Brasil. Só que lá, com muita paciência, um bom olho e tempo, você garimpa descontos inacreditáveis. E tem de tudo, de acessórios, passando por roupas e calçados, até roupa de cama. Comprei um estoque de meias, além de uma bolsa bem linda da Puma, um relógio e uma carteira com US$ 120! É interessante passar por lá no começo da semana, quando chegam as mercadorias. (22 Cortlandt Street)
Olha a doideira: o mezanino é só de ternos, casacos e trench coats… Vá com paciência à Century 21
Chinatown – Tradicional bairro chinês próximo da Little Italy e do Soho, lembra a região da 25 de março aqui em SP. É o local ideal para comprar suvenires de Nova York, como miniaturas das torres gêmeas, cartões postais, camisetas “I love NY” e uma infinidade de quinquilharias. É aqui também que você encontra muitos eletrônicos por um ótimo preço, além de produtos falsificados, claro, como relógios e bolsas. Em qualquer ocasião, e apesar da grosseira do povo, vale pechinchar para conseguir um bom desconto.
Macy’s x Conway – Chamada de “a maior loja do mundo”, vende de tudo um pouco, nas mais variadas faixas de preço. Aproveite para ver a escada rolante de madeira, de 1902, e não deixe de conhecer o Cellar, uma seção de coisas para cozinha de enlouquecer! Não esqueça dos 11% com seu Welcome International Savings Card, especial para brasileiros. (151 W 34th St entre a 6th e a 7th Ave)
Brechó Beacons closet – Eu que não sou um mega fã de brechó, fiquei horas lá dentro garimpando. Tem bastante coisa, o preço é otimo, se encontra de tudo e é bem baratinho! Mas vá com muita paciência, pra você conseguir olhar arara por arara, cabide por cabide. É tão cheio de coisa que você pode perder um Chanel ali no meio, ou um Missoni, ou um casaco de neve matelassado da Calvin Klein que o meu amigo Danilo encontrou por US$ 50! (88 11th street, Brooklyn)
Tá vendo que cada arara do Beacon’s Closet é de uma cor? Agora pensa em muitas cores… E multiplica por dois, feminino e masculino!
O Beacons foi o único que eu fui. Mas, se você adora um brechó, vou dar outros endereços aqui:
INA – 208 73 street (entre a 2nd e a 3rd) .
Poppet East Village – 350 9th St (entre a 1st e a 2nd)
What Goes Around Comes Around - 351 West Broadway (entre a Broome e a Grand St)
Second Time Around – 220 23rd St.
Pippin Vintage Jewelry – 112 & 112½ West 17th Street
Amarcord – 223 Bedford Avenue, Brooklyn
Guvnor’s – 178 Fifth Avenue Park Slope, Brooklyn
E pra terminar, duas dicas pros cosméticos, perfumes e maquiages
Sephora – Bom pra comprar aqueles esfoliantes, máscaras e hidratantes que aqui no Brasil são impraticáveis. Os perfumes têm o mesmo preço do freeshop, então deixe-os pra volta. Já o make, que as meninas adoram comprar lá, eu deixei pra M.A.C… Pra mim, que não preciso de quase nada, é mais fácil e prático.
Comprinha básica de cosméticos na Sephora e Duane… hahaha
Duane – É uma rede de farmácias igual a qualquer outra. Quer dizer, quase igual… Sabe aqueles shampoos, máscaras e condicionadores bapho que seu cabeleireiro usa em você e que são super caros no Brasil? Lá também dá pra fazer estoque. E daí tem um monte de outras coisas de farmácia que a gente adora comprar, às vezes, sem nem saber se vai usar mesmo.
Bom, acho que é isso! No Flickr do blog tem mais fotos da viagem… E se você tiver alguma dúvida, coloca aí no comment, que eu tento ajudar.