Separei alguns lançamentos recentes de tênis pra gente dar aquela desejada básica. Presentes a este humilde blogueiro que vos fala são sempre bem vindos… Hahahaha.
Divulgação
A Lacoste fez uma parceria com 12 nomes do design – entre eles, Jazzie B, Sebastien Tellier, Stones Throw, Christophe Lemaire, Tim Hamilton, Sneaker Freaker, i-D, Shoes Master, Bodega, D-Mop e a hypada loja parisiense Colette – para o lançamento da coleção “Lacoste Legends”. Este, que é o meu favorito, é assinado pela “ato”. Deve chegar aqui no Brasil com a coleção de inverno.
Divulgação
Bunitinho esse dockside de plástico da Native, que é vendido em diversas cores. Os modelos da marca têm nomes de meninos como Jericho, Miller, Jefferson… O aí de cima é o Howard! Tem até um vídeo fofo que eles produziram pra divulgar o lançamento. Dá pra ver que é bem confortável.
Divulgação
A C1rca fez uma parceria com o Afrika Bambaataa, um dos nomes mais importantes e representativos da história e cultura hip hop, para o lançamento deste único modelo de tênis. As cores não podiam ser melhores: preto, verde e vermelho. Já a sola traz estampado o slogan “Zulu Nation”. Sem previsão de chegar no Brasil, dá pra procurar onde comprar no site da grife.
Divulgação
Sem comentários esse tênis da Vans em parceria com a Supreme, todo de zebra, da coleção de verão 2011. O calcanhar tem um quadriculado meio ska. Quero já! Será que já tem no Brasil?
Divulgação
Esse é um dos cinco modelos da nova coleção da Nike, lançada em parceria com a marca britânica Liberty, sinônimo de estampas florais no mundo todo. A Liberty conta com mais de 43 mil estampas exclusivas, o que possibilitou aos designers da Nike uma quantidade quase ilimitada de inspiração. Chega ao ao Brasil no próximo trimestre e deve custar até R$ 299.
Programação das boas e, o melhor, gratuita: a partir de amanhã, 31 de março, a Matilha Cultural, em São Paulo, inicia uma série de eventos relacionados à arte urbana e o graffiti. Estão programados bate-papos com curadores, artistas e galeristas, além da exibição do documentário “Exit Through the Gift Shop” dirigido pelo polêmico artista britânico, Bansky, indicado ao Oscar 2011 de Melhor Documentário, que terá três exibições. O primeiro bate-papo acontece na quinta-feira, 31 de março, a partir das 19h30 e conta com a presença do fotógrafo francês Éric Marechal, criador do “Street Art Sem Fronteiras“, projeto que reúne diversos lambe-lambes de artistas de rua de todo mundo, um sobreposto ao outro.
Reprodução Obra de Djalouz, da França, na mostra “Street Art Sem Fronteiras, em São Paulo
Nesse dia também participam do debate, Lucas Ribeiro, o “Pexão”, curador da “Transfer”, representativa mostra de arte urbana e contemporânea, que reuniu mais de 300 obras nacionais e internacionais no ano passado em São Paulo, além dos artistas da “Elemento Vazado – Estencil Arte na Matilha”, exposição que fica em cartaz na galeria até 16 de abril. No dia 07 de abril, é a vez de Baixo Ribeiro, curador e sócio da Galeria Choque Cultural, participar do bate-papo.
O filme “Exit Through the Gift Shop” é o primeiro trabalho cinematográfico do britânico Banksy, conhecido pelas suas intervenções polêmicas, principalmente na Inglaterra. Conta a trajetória do francês Thierry Guetta em Los Angeles, enquanto ele tenta fazer um filme sobre artistas urbanos pelo mundo e depois acaba virando artista principal da história. Além de ter sido indicado ao Oscar de 2011, o documentário participou da seleção oficial de Sundence e Berlinare em 2010. Serão três únicas exibições na sala de cinema da Matilha Cultural: dia 8/04 às 21h e nos dias 9 e 10 de abril, às19h.
Cinema na Matilha Exibições “Exit Through the Gift Shop”
Dias: 08/04 às 21h, 09/04 e 10/04 às 19h
Ingressos disponíveis 30 minutos antes de cada sessão
Entrada colaborativa
r. Rego Freitas, 542, Centro, São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636
Entrada livre para cães
Bate-papo na Matilha Dia 31/03 às 19h30
Participantes: Eric Marechal e Lucas Ribeiro “Pexão” artistas da Elemento Vazado a confirmar
Dia 07/04 às 22h
Participantes: Baixo Ribeiro e convidados a confirmar
Grátis
Reprodução O jeans skinny da Levi’s, com muito stretch
Demorou, hein? A Levi’s lançou recentemente a Ex-Girlfriend Skinny, uma calça super justa, com bastante tecido stretch, para os rapazes que não agüentavam mais roubar a calça da namorada (lembro dos caras do Fresno numa entrevista na MTV dizendo que faziam isso). O nome vem de uma brincadeira com um sucesso de algumas estações atrás: o boyfriend jeans, aquela calça bem masculina e larguinha que as meninas se acabaram de tanto usar. Apesar de achar que o lançamento podia ter vindo beeeem antes, já que a silhueta ultra-skinny pros meninos tá na área desde quando o Hedi Slimane láaa em 2000 mudou o shape dos ternos da Dior Homme, a nova calça da Levi’s não deixa de ser bem vinda. Cansei de ir em loja e ter que agüentar a cara torta da vendedora desinformada quando eu pedia pra provar um modelo feminino. Pelo menos, agora os rapazes podem se sentir mais confortáveis na hora de querer tentar uma dessas. Apesar da supremacia da skinny ter passado, ela ainda divide espaço numa boa com os modelos mais retos ou largos nas passarelas… Aliás, acho que vai ser bem difícil elas sumirem. Eu gosto de acreditar que os homens já sacaram que ela cria um visual super rocker, meio punk descolado e que em nada tem a ver com a masculinidade de ninguém, falou? Aproveitem!
O cara manda bem: pela terceira vez consecutiva, Michael Bastian foi indicado como melhor estilista de moda masculina pelo CFDA (Council of Fashion Designers of America), o prêmio mais importante da moda nos Estados Unidos. O americano enfrenta concorrentes como Tom Ford e os novos talentos Marcus Wainwright e David Neville, da Rag & Bone. A lista dos indicados foi anunciada no dia 17 de março. Recentemente, conheci a linha que ele acaba de lançar para a grife Gant, apresentada em fevereiro em esquema off-passarela durante a Semana de Moda de Nova York.
Divulgação Coleção de Michael Bastian para a Gant
A coleção especial vem inspirada no lacrosse e mostra que elegância não tem nada a ver com caretice – um conceito bem parecido com o de outro mestre da atual moda masculina, o inglês Paul Smith. O que me chama atenção é que a marca não tem um apelo fashion, vai pela linha dos clássicos, mas faz isso com bossa e boas pitadas de cor. Incrível o tricozão cinza de pontos grossos, a calça de sarja verde com cinto laranja, o paletó cinza ajustado (meu favorito!!!) e as camisas xadrezes. Sem contar que o styling feito pro lançamento que vocês vêem nas fotos é daqueles pra inspirar no dia a dia.
Divulgação A coleção é inspirada no Lacrosse
No total, são 78 peças que, segundo Bastian, formam um guarda-roupa essencial para o homem. “Minha versão do homem Gant é como o irmão mais novo do homem Michael Bastian. Ele é alegre, esportivo e gosta de um toque de modernidade nas roupas, que devem ser masculinas, despretensiosas e sofisticadas”, diz Bastian. As peças já estão disponíveis nas lojas da Gant em São Paulo e Curitiba.
Divulgação Bem legal a mistura do esportivo com o clássico
Quem é o cara?
Michael Bastian nasceu em 1965 nos EUA. Pouco antes de completar 20 anos mudou-se para Nova York e conseguiu seu primeiro emprego como assistente de compras na tradicional loja de departamentos americana Abraham & Strauss. No decorrer de sua carreira, Michael trabalhou no departamento de marketing de empresas como a Sotheby’s, Tiffany & Co. e Polo Ralph Lauren. Mas foi quando aceitou o convite para ser diretor de moda masculina da loja de departamentos Bergdorf Goodman, onde trabalhou por cinco anos, que seu caminho na moda começou a ser trilhado.
Divulgação Michael Bastian
“Ficou muito claro pra mim que havia a necessidade de algo novo na moda masculina americana – algo moderno e sofisticado, mas real e despretensioso”, diz Bastian. Surgia daí a vontade de lançar uma linha própria de roupas para homens. Michael então desistiu do emprego e passou a se dedicar exclusivamente à criação de sua linha. E em 2006 foi lançada a Michael Bastian, sua marca própria de roupas masculinas, hoje presente em mais de 50 pontos de venda na América, Canadá, Europa, Japão e Oriente Médio.
Reprodução Coleção de Michael Bastian verão 2011
Michael não desenha para homens de jeans skinny, camisetas justas e cachecol, mas para um homem oldschool, que não passeia por referências do guarda-roupa feminino para se vestir. Sua receita é simples e certeira: dar um ar mais contemporâneo às peças que os homens amam usar. Seu trabalho funcionou tão bem que não demorou para ser reconhecido. Em 2007 Bastian foi indicado ao prêmio de estilista revelação pelo CFDA – Council of Fashion Designers of America, a principal entidade de moda dos EUA. Em 2008 e 2009 seu nome voltou a aparecer entre os indicados pelo CFDA, desta vez como Melhor Estilista de Moda Masculina.
Hoje é sexta e você pode já ir baixando filmes bacanas da nossa tradicional lista de filmes fashion, que chega aos anos 70. É a época do movimento hippie, das calças boca de sino e do movimento punk, que ganha força no final da década. Aproveita que você taí contando os minutos pra ir embora, enrolando pra trabalhar, e se prepara pro fim de semana.
O que “Alien”, clássico de 79 do diretor Ridley Scott, tem a ver com a moda? Além de uma estética sci-fi bem diferente dos anos 60 (digamos, mais apocalíptica e menos “prateada”), os tênis, camisetas e jumpsuits usados no figurino da tripulação são super influenciados pelo movimento punk, que ganha força no fim da década e chacoalha pra sempre o mundinho fashion.
A Bigger Splash, 1974
A Clockwork Orange, 1971
Apocalypse Now, 1979
A Star is Born, 1976
Alien, 1979
All the President’s Men, 1976
American Graffitti, 1973
Annie Hall, 1977
Badlads, 1973
Barry Lyndon, 1975
Behind the Green Door, 1972
Beyond the Valley of the Dolls, 1970
Blake’s 7BBC, 1978
Bonnie and Clyde, 1967
Bugsy Malone, 1976
Cabaret, 1972
Chinatown, 1974
Death in Venice, 1971
Death on the Nile, 1978
Deep Throat, 1972
Devil in Miss Jones, 1973
Um dos meus filmes favoritos ever, “Cabaret”, de 1972, colocu Liza Minelli pra sempre no pantheon das divas do cinema. Sua atuação primorosa, o figurino, a composição visual e coreografia da obra renderam vários prêmios, entre eles 8 Oscars. Sem dúvida, influenciou todos os outros filmes que se sucederam com a mesma temática e inspirou muitos estilistas e coleções. Uma obra-prima.
Dog Day Afternoon, 1975
Elevator Girls in Bondage, 1971
Elizabeth R., 1971
Goerge & Mildred, 1976
Grease, 1978
Grey Gardens, 1975
Harold and Maude, 1971
Jean Claude Vannier Music for YSL, 1972
Jubilee, 1978
Julia, 1977
Klute, 1971
Lady Sings the Blues, 1972
Les Innocents aux Mains Sales, 1975
Lipstick, 1976
Liza With a Z, 1972
Lizard in a Woman’s Skin, 1971
Mad Max, 1979
Manhattan, 1979
Martha, 1974
McCabe and Mrs Miller, 1971
Murder on the Orient Express, 1974
“The Man Who Fell to Earth”, de 1976, não é um filme muito coerente, meio viajandão e cheio de erros de continuidade. Mas, tem David Bowie no papel principal! Precisa de mais? O longa se encaixa quatro anos após a fase glam rock dele. Mas, ao falar de um ET que cai na Terra, fica impossível não pensar em Ziggy Stardust, né não? Cult cult cult.
Myra Breckinridge, 1970
New York, New York, 1977
One Flew Over the Cuckoo’s Nest, 1975
Paper Moon, 1973
Pat Garrett and Billy the Kid, 1973
Performance, 1970
Picnic at Hanging Rock, 1975
Pink Flamingos, 1972
Pink Narcissus, 1971
Pretty Baby, 1978
Providence, 1977
Quadrophenia, 1979
Salon Kitty, 1976
Star Wars, 1977
Stravinsky, 1974
Sunday Bloody Sunday, 1971
Taxi Driver, 1976
Tess, 1979
Tha’ll Be the Day, 1973
The Bitter Tears of Petra von Kant, 1972
The Boy Friend, 1971
“Lipstick”, de 1976, traz a supermodelo Margaux Hemingway no papel principal. A americana foi uma das primeiras estrelas a fechar contrato milionário com marcas de cosméticos. Nessa época John Casablancas estava consolidando a lendária agência Elite e superstars na moda ainda eram raras. Mesmo assim Margaux se tornou famosíssima rapidamente.
The Cantenbury Tales, 1972
The Day of the Locust, 1975
The Eyes of Laura Mars, 1978
The Godfather, 1972
The Great Gatsby, 1974
The Hindenburg, 1975
The Last Picture Show, 1971
The Man Who Fell to Earth, 1976
The Muppet Show, 1976
The Night Porter, 1974
The Rocky Horror Picture Show, 1975
The Romantic English Woman, 1975
The Song Remains the Same, Led Zeppelin biopic, 1976
The Sting, 1973
The Turning Point, 1977
The Warriors, 1979
The Wicker Man, 1973
Tommy, 1975
Warhol’s L’Amour, 1971
Wonderwoman, 1975
Zabriskie Point, 1970