Muito antes da sustentabilidade virar moda, Martin Margiela já reciclava roupas de segunda mão, o couro dos assentos de carros e muitos outros materiais – luvas, cintos, gravatas, sacos de lixo, porcelana quebrada… – na criação das peças da versão dele de alta costura. Membro do trio belga de vanguarda formado por Dries Van Noten e Ann Demeulemeester, Margiela é o mais talentoso herdeiro do movimento japonista, inaugurado por Rei Kawakubo e Yohji Yamamoto.
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É um pacote de bala? Nãaaao!
A desconstrução é a essência do seu trabalho, com roupas de proporções enormes, além de forros, costuras e bainhas aparentes do lado de fora. Faz parte ainda do seu léxico o trompe l’oeil… Aquela brincadeira do parece, mas não é, sabe? E a mais recente criação da Maison nessa seara – já que o estilista em si se aposentou recentemente – são essas incríveis “Candy Clutch”. Elas imitam o formato de uma bala embrulhada e são encontradas na versão clutch e maxi clutch.
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É uma carteira? Siiiim!
Para ficar mais divertido ainda, o acessório tem o código de barras e o peso de cada uma, impressos como um detalhe nas peças. Feitas com alumínio, poliéster e algodão, as delícias são encontradas nas cores dourado, prata ou fúcsia. Pena que ainda não chegaram ao Brasil, mas se você quiser, dá pra comprar pelo site lagarconne.com. Por lá, ainda rola um descontinho de 30% pra quem se animar com a idéia de ter uma: de R$ 850, a carteira sai por R$ 590. Ok, não são nada baratinhas. Mas, tem conceito e design incríveis!
Ana Olyveira e Izadora Gauche, colaboradoras do Descolex, de São Paulo


eu achei bem parecido com embalagem de camisinha… mas como é Margiela né, tenho obrigação de dizer que arrasou HAHAHAH
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Margiela sempre surpreende…
Morri, isso é genial! Sou da equipe da Zoé, marca mineira de moda novíssima, queria muito te convidar a acompanhar nosso blog! Beijos!
Que luxo!!!
amei as carteiras! super diferente!
SUPER diferentes, nunca vi nada parecido!