27 jan

… E eu nem consegui escrever todos os posts que eu queria escrever! Essa vida dupla de blogueiro e jornalista não dá muito certo, não. De qualquer forma, eu vou postar aqui pelo menos algumas coisas que eu vi e achei legal, tá?

Dreads e moletom na Osklen

Rasta: a beleza da Osklen, assinada por Marcos Costa, foi uma das melhores. Que trabalhão deu pra colocar e tirar esses dreads da cabeça das modelos! Mas o resultado na passarela ficou incrível. E já que o assunto é Osklen, aproveito pra dizer que fiquei encantado com a nova coleção. Oskar Metsavaht, estilista da marca, pegou a coisa mais simples do nosso guarda-roupa, a blusa de moletom mescla, e fez miséria. Pra vocês verem que um bom estilista não se faz só de tecidos caros e luxuosos. Com criatividade, minha gente, neguinho vai longe! Por outro lado, preparem-se: vocês nunca vão ver um moletom tão caro nessa vida quanto na loja da Osklen. Eu vou me contentar com meu moletonzinho da FidoDido mesmo. Pelo menos, digo que é vintage!

 

Dona Lili e dona Maria, as bordadeiras da TAM

Arte: a TAM investiu legal nessa edição do evento. Além de ter um dos lounges mais bacanas – decoração incrível, comida melhor ainda – eles montaram um outro espaço no primeiro andar da Bienal. Lá, chamava atenção duas senhorinhas, que passaram os sete dias de evento bordando um vestido branco do Lino Villaventura. Tomado pela emoção provocado pelo desfile do Ronaldo Fraga, fiquei com vontade de abraçar até esmagar dona Lili de Castro e dona Maria Helena. As pobrezinhas deram um show em Frivolités, Rendas Valencianas, Vagonites e Pontos Cruz… Tudo debaixo daquele luz infernal de quente que colocaram na cabeça delas. Mereciam um ar-condicionado, viu TAM?

Henrique, o herdeiro

Esmagar: e na onda “vontade de esmagar” da foto anterior, outro forte candidato é o Henrique, filho de Paulo Borges. Essa graça de menino tava dando sopa pela Bienal só no xadrez Burberry… Fino! Ele ainda não tem idade, mas logo vai passear por lá, dizendo pro amiguinhos “isso aqui vai ser tudo meu”! Tá?

Pra terminar, quero dar uma indicação e fazer um comentário sobre duas coisas que não tem nada a ver com SPFW, mas, que devido à preguiça que me toma, vão aqui mesmo.

A estréia da linha masculina de Gareth Pugh em Paris

Estréia: amo de paixão o debut da coleção masculina de Gareth Pugh em Paris! Para a sua estréia, neste dia 25, o estilista inglês criou 25 looks gótico-futuristas incríveis. Bem a cara que ele vem dando pra suas coleções femininas, sabe? Algumas peças surgem inteiramente cobertas com spikes, como se ele quisesse criar um homem intocável, bastante fashion, porém macho. Enfim, to divagando… Mas o que importa é que as calças justas, as jaquetas e os trenchs são objetos de desejo que morarão (e acho que nunca sairão) no meu coraçãozinho fashionista. Agora, vendo as fotos com calma, vocês não têm a sensação de que a coleção dele tem uma forte pegada Alexandre Herchcovitch no começo? Ai ai, to divagando de novo…

Macho: e já que o assunto é masculinidade, vou indicar a divertida leitura do post “Estudo de Caso: a Pochete”, no blog Homem.org. Nele, o inspirado Salomão Valadão desvenda a verdadeira história por trás do banimento da pochete. Triste história, viu?


4 comentários »

Obrigada pela visita!
bjus!

janeiro 27th, 2009 às 7:39 am | Comentário #3991

Oi Glauco, vi você naquele evento de blogueiros no Planetário. Muito legal seu trabalho. Tenho um amigo, o Jackson Araujo, que me disse que vc tb edita o conteúdo do Blog da Lilian. Wow! Muito trabalho né? Adoro seu blog. Coordeno o conteúdo do Blog 284 (http://www.284brasil.com.br/blog/) sobre cultura jovem. Quando der, visite a gente, tá? Bj,
Ana

janeiro 28th, 2009 às 10:42 am | Comentário #3995

amei, amei e amei…

e morri com o editorial, usaria tudo aquilo realment no gloria hahahaha
beijos, sucesso ;)

janeiro 28th, 2009 às 12:50 pm | Comentário #3996

adorooooooo pugh

janeiro 31st, 2009 às 11:46 am | Comentário #4005
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