Arquivo de junho 2007

Gravatão

Gravatão

Enquanto todo mundo propõe a gravata fininha, Karl Lagerfeld aparece com esse gravatão na coletiva de imprensa da Mobile Art, pavilhão de arte itinerante da Chanel, apresentado durante a 52º Bienal de Veneza. Tomara que essa moda não pegue!

A festinha da Eggo

A tal minilavadora que falei no post do Jum é criação da Brastemp. Super fofa, tem menos de 50 cm de altura e capacidade para 1kg de roupas. Foi criada especialmente para cuidar de peças delicadas como lingeries, biquínis, roupas de ginástica e de bebê e utiliza uma tecnologia baseada no ozônio, cujo poder de higienização é superior ao do cloro. Muderna, né?

A festinha da Eggo
O local escolhido para a festinha foi a Galeria Boutique Branding, onde funciona o escritório da Imageneer, uma empresa super bacana de branding (a definição disso está logo abaixo, no final do post). Por volta das 21h não dava para andar lá dentro de tanta gente. Foi bacana e o povo se produziu:

A festinha da Eggo

A festinha da Eggo

A festinha da Eggo

A festinha da Eggo
Tentei achar uma definição certinha na internet para branding, mas ao encontrei. Basicamente, são empresas especializadas em posicionar determinada marca em um nicho específico ou reforçar uma imagem junto ao consumidor. A Imageneer, por exemplo, está trabalhando a marca Brastemp dentro do universo da moda.

Jum e o papel

Junho de 2004: Jum Nakao deixa todos os fashionistas passados com a coleção “A Costura do Invisível”. Modelos entram na passarela do SPFW vestindo incríveis roupas feitas de papel, fruto de mais de 700 horas de trabalho, que são rasgadas no final.

Jum e o papel

Fevereiro de 2005: O desfile faz tanto sucesso, que Jum é convidado a expor as peças na Galeria Lafayette, como parte das comemorações do ano do Brasil na França.

Outubro de 2005: Estréia na TV Globo o seriado “Hoje é Dia de Maria”. Para a elaboração do figurino de 21 personagens, sendo 3 atores e 18 bonecos, Jum utiliza mil folhas de papel kraft 200g, num trabalho que consumiu 5 mil horas.

Jum e o papel

Jum e o papel
Março de 2006: A expo “A Costura do Invisível” vai ao Museu da Moda de Paris para uma mostra que procurou compilar a história dos desfiles de moda em seus aspectos mais abrangentes – tempo, espaço, imagem e som – do século 19 até a atualidade.

Maio de 2007: O Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, realiza uma exposição onde ratos comem pequenas roupas feitas de… papel, réplicas das peças do desfile de 2004.

Já repararam como muitas das criações de Jum Nakao envolvem papel? Cheguei a essa conclusão ontem, depois que sai do lançamento da minilavadora Eggo na Galeria Boutique Branding, nos Jardins. O estilista-artista plástico criou uma cegonha com mil folhas de papel vegetal, que trazia no bico o aparelho em formato de ovo. “Pensei em algo que remetesse ao carinho, a um mimo pessoal, a algo muito íntimo. Uma significação com ares de pureza, de imaculado. Me veio a idéia de nascimento, óvulo, manjedoura”, explicou.

Jum e o papel

Jum e o papel
E essa não era a única criação. Jum também fez um ninho com o mesmo material para abrigar três minilavadoras:

Jum e o papel

Porque será que ele gosta tanto de papel? Como só fui pensar nisso depois do evento, não tive como perguntar. Mas o que me vem à cabeça é o origami, arte milenar japonesa de dobrar papel. Será que tá no sangue?

Aliás, fiz um videozinho com ele (tá meio ruim, viu gente? Sorry, a câmera era emprestada). Nele, o estilista fala da cegonha de papel, o que anda fazendo da vida e também responde: Fashion Week nunca mais? Confira:

Kangol no Brasil

Em janeiro desse ano o descolex já apontava pra moda dos chapéus que estava chegando. Cinco meses depois, está aí: o chapéu (desculpem o trocadilho) está na cabeça de todo mundo! E pra alegria dos que adoram esse hype, tenho uma novidade bacana. Está chegando ao Brasil a Kangol, marca tradicional inglesa que veste personalidades como Samuel L. Jackson, Jude Law, Madonna, Jamiroquai, entre outros. Como contou Marcelo Braga, responsável por trazer a grife ao país, a Kangol nasceu em 1938 com o propósito de fornecer boinas para as tropas militares durante a guerra. Com o passar das décadas, a marca expandiu seus negócios e passou a produzir outros modelos de chapéus, boinas, bonés, gorros, viseiras e testeiras. Hoje, a Kangol é umas das lideres mundiais no segmento headwear (pois é, tem esse segmento na moda).

Kangol no Brasil

Entre os principais materiais utilizados estão a lã, um tipo de pelúcia exclusiva da Kangol, batizada ‘Furgora’, a lona impermeabilizada, o nylon liso à prova d’água, o matelassê e a pele fake. Agora, pensando nos inúmeros chapéus que você tem visto por aí, adivinhe qual é o modelo de maior sucesso da Kangol? O Trilby, o bom e velho “chapéu de gangstêr”, como revela Marcelo. Detalhe bacana: cada coleção da grife abrange mais de 100 modelos por temporada. A de outono-inverno 2007 tem uma cartela de cores composta por preto, vinho, cinza, azul marinho, verde militar e variações de marrom. Ou seja, você tem centenas de opções para escolher. É de ficar doido!

Kangol no Brasil

Você encontra os chapéus da Kangol na Doc Dog ou nas lojas Dufry (aeroportos de Congonhas e Guarulhos). Para comprar pela internet, é só clicar aqui.

Serviço
Doc Dog: Alameda Lorena, 1998, Jardins.
Tel.: (11) 3063-3343