Arquivo de junho 2007
28 de Junho | 2007
Gravatão


28 de Junho | 2007
A festinha da Eggo



O local escolhido para a festinha foi a Galeria Boutique Branding, onde funciona o escritório da Imageneer, uma empresa super bacana de branding (a definição disso está logo abaixo, no final do post). Por volta das 21h não dava para andar lá dentro de tanta gente. Foi bacana e o povo se produziu:

Tentei achar uma definição certinha na internet para branding, mas ao encontrei. Basicamente, são empresas especializadas em posicionar determinada marca em um nicho específico ou reforçar uma imagem junto ao consumidor. A Imageneer, por exemplo, está trabalhando a marca Brastemp dentro do universo da moda.
28 de Junho | 2007
Jum e o papel


Outubro de 2005: Estréia na TV Globo o seriado “Hoje é Dia de Maria”. Para a elaboração do figurino de 21 personagens, sendo 3 atores e 18 bonecos, Jum utiliza mil folhas de papel kraft 200g, num trabalho que consumiu 5 mil horas.

Março de 2006: A expo “A Costura do Invisível” vai ao Museu da Moda de Paris para uma mostra que procurou compilar a história dos desfiles de moda em seus aspectos mais abrangentes – tempo, espaço, imagem e som – do século 19 até a atualidade.
Maio de 2007: O Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, realiza uma exposição onde ratos comem pequenas roupas feitas de… papel, réplicas das peças do desfile de 2004.
Já repararam como muitas das criações de Jum Nakao envolvem papel? Cheguei a essa conclusão ontem, depois que sai do lançamento da minilavadora Eggo na Galeria Boutique Branding, nos Jardins. O estilista-artista plástico criou uma cegonha com mil folhas de papel vegetal, que trazia no bico o aparelho em formato de ovo. “Pensei em algo que remetesse ao carinho, a um mimo pessoal, a algo muito íntimo. Uma significação com ares de pureza, de imaculado. Me veio a idéia de nascimento, óvulo, manjedoura”, explicou.

E essa não era a única criação. Jum também fez um ninho com o mesmo material para abrigar três minilavadoras:
Porque será que ele gosta tanto de papel? Como só fui pensar nisso depois do evento, não tive como perguntar. Mas o que me vem à cabeça é o origami, arte milenar japonesa de dobrar papel. Será que tá no sangue?
Aliás, fiz um videozinho com ele (tá meio ruim, viu gente? Sorry, a câmera era emprestada). Nele, o estilista fala da cegonha de papel, o que anda fazendo da vida e também responde: Fashion Week nunca mais? Confira:
26 de Junho | 2007
Kangol no Brasil


Entre os principais materiais utilizados estão a lã, um tipo de pelúcia exclusiva da Kangol, batizada ‘Furgora’, a lona impermeabilizada, o nylon liso à prova d’água, o matelassê e a pele fake. Agora, pensando nos inúmeros chapéus que você tem visto por aí, adivinhe qual é o modelo de maior sucesso da Kangol? O Trilby, o bom e velho “chapéu de gangstêr”, como revela Marcelo. Detalhe bacana: cada coleção da grife abrange mais de 100 modelos por temporada. A de outono-inverno 2007 tem uma cartela de cores composta por preto, vinho, cinza, azul marinho, verde militar e variações de marrom. Ou seja, você tem centenas de opções para escolher. É de ficar doido!














