Vi no blog dos focas (no jargão jornalístico, repórter iniciante) da Folha uma matéria que saiu no Washington Post de ontem, que vale a pena ser comentada… “Pearls Before Breakfast” (Pérolas antes do café da manhã) conta a loucura do jornalista Gene Weingarten, de levar para um metrô da cidade, na hora do rush, uns dos músicos mais geniais da atualidade, o violista Joshua Bell. Com o seu Stradivarius de US$ 3,5 milhões, Joshua passa 45 minutos tocando algumas das composições mais fodas da história da humanidade. O objetivo era descobrir quantas pessoas paravam para observar a apresentação. Imagina? Um cara que ganha mil dólares por minuto, com a marca de violino mais desejada entre 10 de cada 10 músicos se passando por um performer qualquer de metrô. A pergunta que fica é: “a beleza pode transcender”? As pessoas conseguem, no meio da correria do cotidiano, reconhecer a grandeza dessa experiência? Podem reconhecer a arte e o belo fora de um contexto próprio? Para chegar à sua conclusão, vale a pena saber o final dessa matéria. Fica a dica.
- A foto foi retirada do Blog dos Focas



Ai!!!
Agora vou ter que ler a matéria.
Fiquei curiosa!!!
Beijos.
Acredito que a beleza transcende sim! E muitas vezes não tem explicação, ela é sentida!
Artigo maravilhoso!
Extenso e com muitas digressões, mas que são importantes para entender o que se conta.
O texto foi muito bem construído e me pareceu de uma beleza comovente.
Depois que o li, passei à noite no conjunto nacional e tinha um músico tocando flauta lá. Fiquei assistindo, me sentindo culpada por ter negligenciado músicos como ele tantas vezes.
Li essa matéria ontem de noite, por dica de uma amiga. Excelente! Tanto o texto, como a idéia… e a questão que se levanta.
Pra mim, a beleza pode transcender sim. E até mesmo a “feiura”. Algo que não tem nada demais, nada de novo, nada de nada, se posto num contexto cool e endossado por alguém influente, acaba caindo no hype dos desavisados nobrains
[...] agora, só porque ele está num importante site de moda, começo até a achar interessante. É uma questão que eu já tinha levantado há muito tempo atrás: a beleza pode ser reconhecida fora de um contexto, uma moldura? Arquivado em: 775 Dukie Brown [...]