Sensacional! Rs…
/ Arquivo / março, 2007

Por isso, tem japonês imprimindo os códigos do currículo profissional nos cartões de visita. Através do scan é possível ler as informações da pessoa e adicionar o contato no celular sem ter que digitar nada:

E as aplicações não param por aí. Tem restaurante fornecendo informações nutricionais…

Têm empresas colocando QRs nos rótulos, nos cartazes, nas camisetas, nos comerciais de tv…


E tem até gente tatuando seus QRs na própria pele!
Comercialmente falando, isso é uma puta sacada. Imagine: você está passeando tranquilamente pela rua quando vê um anúncio de bolsas incríveis com um preço super bacana. Você scaneia o QR do produto com o celular, acessa as informações principais e efetua a compra ali na hora. Esse vídeo explica melhor:
E como esse japoneses não dormem no ponto, já foi anunciado a criação de QR multimídia em 3D, que pode armazenar até 1,8 MB de informação em vídeo/áudio, sem a necessidade de conexão com um servidor! Ou seja, escaneou, apareceu na tela do seu celular. Curtiu? Então, crie seu QR aqui.
Via Cafeína
Por falar em Oficina Oswald de Andrade, terça-feira estive lá para assistir uma palestra com o Alcino Leite Neto, editor de moda da Folha de S.Paulo. Foi bem bacana. Primeiro porque o quórum foi baixíssimo, o que permitiu uma palestra que parecia mais um bate-papo. Depois, porque o jornalista é uma simpatia de pessoa (fui pra lá achando que iria encontrar mais um desses jornalistas uó-carão). Pelo visto, a curta carreira dele – um ano e meio, mais ou menos – no jornalismo de moda não o contaminou com certos costumes e maneiras ruins. Foi bacana saber que, apesar de gostar muito, ele manjava pouco do tema. “Quando fui convidado a assumir o lugar da Érika [Palomino], entrei no site da Amazon e comprei uns 15 livros de moda. Fiquei um mês estudando o assunto”, revelou. Ou melhor: “quando vou aos desfiles, a Constanza Pascolato me ajuda muito com alguns toques… Ela, sim, sabe fazer crítica de moda de verdade”.
Alcino abriu o bate-papo falando da sua recente viagem ao Japão, a convite do estilista Alexandre Herchovitch, que inaugurou essa semana uma loja em Tóquio. Revelou-se impressionado com a moda e os costumes no país. “Os jovens criam looks baseados nas sobreposições. Um dia o Alexandre chegou a contar 15 peças de roupa numa só produção… Eles trabalham isso muito bem… Parece uma tradição que vem do origami: o jogo com as camadas, com as proporções… É tudo muito bonito”, explicou. Ele conta que por lá há vários estilos com seus grupos representantes nas ruas: punks, gotic lolitas, grunges… E o mais interessante: apesar de muito parecidos, ninguém se veste igual. “Na festa de abertura da loja, havia cinco pessoas com a mesma camiseta de caverinhas do Alexandre, mas ninguém estava igual! Eles procuram se diferenciar sempre”.
Depois de muita conversa sobre o Japão, perguntei a ele sobre os blogs de moda. O que ele achava do meio, se ele havia acompanhado algum durante o SPFW… Ele disse que não consegui olhar nada (peninha!), contudo fez uma observação interessante: “existem blogs bons por aí, mas o problema da grande maioria é que são todos muito iguais. Além de serem repetitivos, querem abranger tudo. Acho que funcionaria muito mais blogs específicos, por exemplo, um que só trata de moda masculina, outro que só fala sobre mercado e por aí em diante”. Fica a idéia.
OFICINA DE PRODUÇÃO DE MODA – 25 vagas
OFICINA “DIÁLOGOS ENTRE MODA E ARTE” – 30 vagas
WORKSHOP “O FIGURINO PARA TELEVISÃO” – 25 vagas
O Centro também oferece palestras e wrkshops gratuitos em dança, teatro, audiovisual, artes plásticas, cinema, fotografia e música. Para conferir a programação completa, clique aqui.
Centro Cultural Oswald de Andrade

No dia 21 de março, a Rojo Magazine, revista espanhola de design e arte contemporânea, completou seis anos de vida. Para comemorar, lançou um livro incrível reunindo os trabalhos inéditos de 58 artistas, entre eles brasileiros como o gaúcho Bruno 9li e o designer Flávio Colker (FYI: irmão de Débora Colker). Aqui no Brasil rolou, na sexta-feira, festinha de lançamento ali na Livraria Pop, em Pinheiros. Enquanto o povo curtia a mini-exposição de alguns trabalhos presentes na revista, a caixa registradora não parava: a edição comemorativa estava sendo vendida por R$ 60,00, metade do preço normal. A Rojo de seis anos tem 320 páginas e vem com quatro opções de capas, todas criadas pelo artista americano MWM, coloridas e supermudérnas.


O povo namorando a revista
Estantes da Livraria Pop
- As fotos que abrem o post fazem parte do livro e foram retiradas do site da revista.

