Funciona mais ou menos assim: o movimento das pessoas dançando sobre uma pista apoiada em pistões geraria uma quantidade de energia mecânica suficiente para ser transformada em grande parte da eletricidade necessária para o funcionamento do clube. Além disso, a boate não teria ar-condicionado, apenas turbinas de vento no teto. Há também outros detalhes, como abastecimento dos banheiros com água da chuva, flyers em papel carbon-free e bebidas orgânicas no bar. O projeto idealizado pela empresa de sustentabilidade Enviu e pela produtora Döll se chama “Sustainable Dance Club” e foi apresentado oficialmente em outubro na festa The Critical Mass, que levou 1500 pessoas ao clube Off Corso, em Roterdã. Com apelo fortíssimo baseado no “aproveite a vida ajudando o planeta”, a idéia deve ser implantada em esquema de parcerias. Nova York e Melbourne já estariam na lista para ter clubes sustentáveis.
Para entender um pouquinho melhor esse lance da pista, vejam o vídeo:
Ai, como os Holandeses são mudernos….


será realmente positivo ou somente uma forma de “modinha”para ganhar dinheiro, e dpois desaparecer?
Eu realmente torço para que não seja uma simples modinha… A situação tá ficando crítica.