16
jan
Quem viu os convites mega-fofos para a apresentação da Sommer nesse Fashion Rio? A marca – que pretende transportar o público para outras galáxias com suas peças cheias de referências psicodélicas – distribuiu art-toys para convidar o povo para o desfile que rolou hoje no Planetário carioca. Adoooorei! Para quem ainda não conhece, o movimento toy art surgiu no Japão (sempre, né…rs) lá pela década de 90. A designer Keiko Miyata, que estufava bichos de pelúcia em uma fábrica, teve a idéia de produzir bonequinhos exóticos, de diversas cores e tamanhos… fez sucesso depois de uma exposição em Londres e espalhou a moda pelo o mundo. Com a toy art, os brinquedos perdem a função de agradar o público infantil, e são reinventados por artistas, criando uma nova vertente da arte contemporânea que une linguagens do design, da moda e da arte urbana.
O sucesso é tanto que diversas marcas e estilistas andam criando seus brinquedinhos. Roberto Cavalli, por exemplo, lançou neste mês o Qee, um boneco de vinil super extravagante, que usa um vestido de noiva de tule com estampa prateada da coleção 2007, apresentado na passarela pela top-model Naomi Campbell. A partir de hoje, o bichinho estará disponível para compra no e-Bay e a arrecadação das vendas será destinada a para a versão italiana do TeleTon.
Já no Brasil, um dos principais núcleos de toy art é a Plastik, em São Paulo. Com projeto arquitetônico do hypado Marcelo Rosenbaum, a loja é o lugar ideal para quem busca um presentinho bacana e moderno a preços que variam de R$ 20 a R$ 1000. Projeto da museóloga e colecionadora de toy art Nina Sander, a loja conta ainda com uma galeria no segundo andar e também vende livros de arte e gravuras de artistas da tudo-de-bom galeria Choque Cultural. A coisa anda tão forte por aqui que em Setembro de 2006 rolou a Mocotoy, primeira Mostra Coletiva de Toy Art Brasileira. Titi Freak, Nina, Silvana Mello, Flip, Nunca e outros nomes de peso das canetas, pincéis e sprays assinaram os bonecos da exposição que aconteceu na Galeria Melissa.
Já no Brasil, um dos principais núcleos de toy art é a Plastik, em São Paulo. Com projeto arquitetônico do hypado Marcelo Rosenbaum, a loja é o lugar ideal para quem busca um presentinho bacana e moderno a preços que variam de R$ 20 a R$ 1000. Projeto da museóloga e colecionadora de toy art Nina Sander, a loja conta ainda com uma galeria no segundo andar e também vende livros de arte e gravuras de artistas da tudo-de-bom galeria Choque Cultural. A coisa anda tão forte por aqui que em Setembro de 2006 rolou a Mocotoy, primeira Mostra Coletiva de Toy Art Brasileira. Titi Freak, Nina, Silvana Mello, Flip, Nunca e outros nomes de peso das canetas, pincéis e sprays assinaram os bonecos da exposição que aconteceu na Galeria Melissa.
Para quem ainda não conhece essas belezinhas ou ficou com vontade sair comprando, recomendo dois endereços na web: o fotolog da Dpersona e o site da Tosco Toys. Se joga!
Serviço: Plastik (rua Dr. Melo Alves, 459, Cerqueira César, região oeste, tel. 11 3081-2056)
- A primeira foto, o convite para o desfile da Sommer, foi retirado do site da Erika Palomino.
- A segunda foto, o Qee de Roberto Cavalli, foi retirado do italiano Toys Blog.
- A terceira foto foi retirada do fotolog da Dpersona
2 comentários »
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Olá.
sou de são paulo tb e trabalho com bonecos infantis. descobri toy-art ha certo tempo, e tenho feito algumas primeiras peças. acredito que essa forma de trabalho, não exclui o fator lúdico que tem um brinquedo (ou outro tipo de miniatura). A possibilidade de imaginar histórias, personagens, mundos, é condição humana primeira, e esses “monstrinhos” como muitos chamam, clamam por este tipo de intervenção tb.
meu blog que está no ar, trata de elementos mais infantis, todavia tenho realizado alguns trabalhos para adultos como roupas e estes “acessórios”.
gostaria de entrar em contato com vc.
trocar ideias e falar sobre é sempre muito bom.
abraço
Bruna brunaviu@yahoo.com.br
Olá.
sou de são paulo tb e trabalho com bonecos infantis. descobri toy-art ha certo tempo, e tenho feito algumas primeiras peças. acredito que essa forma de trabalho, não exclui o fator lúdico que tem um brinquedo (ou outro tipo de miniatura). A possibilidade de imaginar histórias, personagens, mundos, é condição humana primeira, e esses “monstrinhos” como muitos chamam, clamam por este tipo de intervenção tb.
meu blog que está no ar, trata de elementos mais infantis, todavia tenho realizado alguns trabalhos para adultos como roupas e estes “acessórios”.
gostaria de entrar em contato com vc.
trocar ideias e falar sobre é sempre muito bom.
abraço
Bruna brunaviu@yahoo.com.br